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Novos desdobramentos

Rodrigo Janot confirma novos acordos de delação na operação lava jato

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot (foto), confirmou nesta quarta-feira (12/11) que mais investigados na operação lava jato, da Polícia Federal, fizeram acordos de delação premiada com o Ministério Público Federal. Segundo Janot, três acordos aguardam homologação da Justiça e mais cinco ou seis estão em curso.

O procurador não divulgou os nomes dos investigados, mas disse que as delações envolvem doleiros, servidores públicos e executivos de empresas.

De acordo com o procurador, as delações do ex-diretor da Petrobras de Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Yousseff motivaram outros envolvidos a procurar o Ministério Público para contar sobre o esquema. “Há a possibilidade de que existam mais. O fenômeno que está acontecendo é que quanto mais as pessoas procuram o Ministério Público para falar, outras se sentem incentivadas a vir também”, disse.

Na última terça-feira (11/11), o juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba, concedeu prazo de dez dias para que o MPF e os advogados dos réus apresentem as alegações finais na principal ação penal oriunda da investigação. Com a decisão, a fase de depoimentos foi encerrada e as sentenças dos acusados serão proferidas depois das manifestações. Moro é o responsável pelos processos que apura, principalmente, desvios de recursos da Petrobras. Com informações da Agência Brasil.




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Revista Consultor Jurídico, 12 de novembro de 2014, 21h38

Comentários de leitores

2 comentários

Fazendo "buraco n'água".

Hilton Fraboni (Administrador)

A justiça brasileira é movida a manchetes jornalísticas. Impossível acreditar que a diretoria e o conselho da Petrobrás e o governa nada sabiam de fraudes bilionários dentro dela. O que vemos é um arrastar de processos que terão o mesmo final do vulgo mensalão do PT, o aparato governamental compromete quaisquer isenções de valores.
Desafiamos o Brasil e o judiciário a levarem a termo, independente de ideologias, afinidades ou pressões, todos os casos de corrupção envolvendo o estado.

Justiça neles.

PAULO FRANCIS (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Que o Ministério Publico e o Poder Judiciário, cumpram seu pape,l sem qualquer intromissão do Poder Executivo que tem interesses em não apurar.

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