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Na ponta do lápis

Nalini aponta déficit de R$ 1,3 bilhão no TJ-SP

Comentários de leitores

9 comentários

Data Base dos Servidores

Ronaldo Curumba (Oficial de Justiça)

A Bem da verdade nós, servidores do judiciário de SP, estamos iniciando o processo de negociação da data base. A proposta do TJ/SP é de 6% de reposição da inflação do período (março/2013 a fev/2014) e não 6% de aumento real como diz a matéria.
É bom frisar que o TJ/SP deve mais de 12% de atrasados dos últimos anos e 4,77% do dissídio de 2010, não cumprido.Não estamos pedindo nenhum aumento real de salário.
Já mostramos para o TJ/SP que dinheiro para pagar o que nos deve há. Falta boa vontade.
A insatisfação dos servidores é muito grande, o que pode levar a atitudes estremas.
Ronaldo Curumba
Vice-Presidente do Sindicato dos Oficiais de Justiça do ESP.

A culpa não é minha

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Na verdade, sr. André G. Pavan (Assessor Técnico), nunca me orgulhei de ter barrado pessoa alguma, e no mais definitivamente não sou o causador dos problemas de má gestão do Tribunal de Justiça e da falta de habilidade para conseguir recursos.

... dêem uma enxugada na folha de salários ...

Luiz Eduardo Osse (Outros)

... de juizes e desembargadores, carreiem os excessos para os cartorários, e aí, além de sobrar dinheiro, vai melhorar o astral desse que é o pior poder da República

Estranho...

Johnny1 (Outros)

Acabei de acompanhar integralmente a sessão do Órgão Especial, que foi até curta e, para minha surpresa, ao final dela, quando aparentemente essa questão foi abordada, a transmissão é encerrada, impedindo que se saiba exatamente o que foi falado.
Eta, transparência...

Dependência econômica é a pior forma de escravização!

Sérgio Niemeyer (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Enquanto um dos poderes tive em suas mãos o controle do caixa relativamente às necessidades de outro dos poderes, terá condições de torná-los reféns de seus desígnios pela asfixia financeira.
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Esse é um dos piores males que assola a gestão do Poder Judiciário brasileiro: a dependência econômica que o torna refém do Poder Executivo, pois exige, como noticia o ex-presidente do TJSP, des. Ivan Sartori, que o presidente do TJ mantenha uma relação de proximidade com o governador para conseguir deste o favor de cobrir as contas e suprir o déficit anual.
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Ora, essa proximidade em busca da boa vontade do governador não me parece saudável, pois o favor deixa de ser prestado em retaliação toda vez que o benemerente não for atendido em alguma reivindicação solicitada ao Tribunal, como, por exemplo, no julgamento de questões que possam afetar a receita estadual, dando azo a uma chantagem velada de acordo com a qual o governador simplesmente anuncia (ou ameaça mesmo) que se o Estado perder a receita contestada em juízo, terá de realocar recursos para cumprir suas metas e com isso não poderá “ajudar” o Tribunal a cobrir seu déficit.
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Realmente, esse estado de coisas precisa acabar. O Poder Judiciário deve ter uma alocação por lei que independa da boa vontade do chefe do Executivo e, ainda, o poder de gerir seu próprio orçamento.
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A independência dos Poderes prevista na Constituição não se concilia com a dependência financeiro-econômica que subordina um dos Poderes a outro.
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(a) Sérgio Niemeyer
Advogado – Mestre em Direito pela USP – sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br

E agora?

André G. Pavan (Assessor Técnico)

Agora não era a hora do sempre presente MAP se orgulhar de ter barrado a reeleição do Des. Sartori?

Sei lá... Estou cansado dessa ladainha.

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

Não concordei com muitas posições do Sr. Sartori, principalmente quanto ao fato de reduzir o horário de expediente forense.
Todavia, há de se louvar o seguinte:
- a gestão conseguiu levar o TJ a um mandato inteiro sem greve;
- implantou o processo eletrônico.
Essa postura de "gestores" já não colam muito... E não convencem porque o impacto midiático acaba se revelando, bem depois, objetivos menos congruentes com a atenção que a população usuária merece.
Que diminuam os gastos com serviços terceirados. Que é isso? R$ 4,6 mil por "guardinha"? E quantos eles efetivamente recebem mensalmente na conta-salário?
Outra coisa: que tratem os servidores de forma igualitária em nível de prioridade em relação aos Sr. Desembargadores.
Com tudo, acredito ser muito difícil superar a administração Sartori, apesar dos pesares.

6 bilhões

Marco Antonio Pivetta (Assessor Técnico)

Uma das primeiras providências de uma boa administração é verificar as contas. Na minha opinião, vale mesmo a pena rever esse contrato de 6 Bilhões para informatizar o TJ. Todos os Estados da federação estão passando pelo mesmo processo. Talvez fosse interessante reunir vários com interesses comuns e dividir os gastos. Ou, ainda, aproveitar a experiência dos tribunais federais, que há anos já vêm trabalhando com processos digitais.

Dinheiro falta para o essencial, mas sobra para desperdício

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Se o Governo Paulista cortasse os cargos comissionados e exigisse um mínimo de produtividade dos demais servidores estaduais haveria dinheiro para cobrir a despesa de mais 3 Judiciários. Mas isso, infelizmente, é algo que ninguém pensa.

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