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Comentários de leitores

31 comentários

Nota da Redação - comentário ofensivo Comentário editado

Paulo Roberto Silva (Advogado Autônomo - Civil)

Comentário ofensivo removido por violar a política do site.

Hercules (Outros)

Observador.. (Economista)

Me permita enaltecer seu comentário.E dizer que me assusto por perceber que tantos "doutos" esquecem a história e já não percebem quando ela está por se repetir.De uma forma muito ruim.
Há muito o Brasil vem fazendo escolhas ( em como interpreta as leis, que leis confecciona e que comportamentos apóia) que nos dirigem (se nada mudar) à um futuro talvez sombrio .
Hoje em dia conto apenas com o imponderável para ajudar a nação.Não com as escolhas dos homens.E sim com o inesperado que surge para mudar destinos.
Lamento perceber que não há preocupação (fora as pessoas com mais sensibilidade e visão) em pensar como as escolhas do presente irão refletir em um futuro cada vez mais próximo e menos agradável ao vislumbrá-lo.
Brincamos com temas e teorias que já levaram muitas nações à cisões e banhos de sangue.Talvez os que desejam (ou não dão bola)isso esquecem que, mesmo em palácios, não irão conseguir blindar-se por completo de revoltas ou do caos social.

A quem interessa uma matéria dessa???????

Ademilson Pereira Diniz (Advogado Autônomo - Civil)

Dizia-se de um grande administrativista brasileiro que ele produzia ´pareceres' nos mais variados sentidos, desde que fosse pago para tanto. É assim no mundo jurídico, e isso ninguém ignora. No caso, acho que a 'entrevista' foi encomendada por quem ela aproveita; um modo insidioso de se ir criando uma 'teoria da inocência' de réus condenados pelo STF. Não é uma entrevista de um 'professor', isto é, que se espera de um professor: uma apreciação crítica científica (tão quanto pode ser considerado o DIREITO uma CIÊNCIA), mas simplesmente uma manifestação encomendada por interessados em desmoralizar a decisão do STF, seja ela qual tenha sido. A entrevista do 'professor' vale por um comercial de Coca-Cola.....só isso.

Precificação de Almas: Vivemos O Início Do Pior

Hercules (Outros)

Conversa fiada. Lobby em favor dos mensaleiros e para entusiasmar a militância.
Quando conseguem cooptar até Homens da Justiça, ou esses Homens dão a dica para uma negociação precificável;
quando o Homem Comum negocia até o próprio voto, além de fazer vistas grossas para os filhos que descambam para a vida criminosa;
quando certos Causidicos, Mestres, Articulistas e Líderes Religiosos precificáveis atuam para cobrir com panos rotos a Moral e a Ética esmerdeadas pelos crimes dos Corruptores e Corrompidos,
O pior está por vir:
1. Nossos filhos e netos não terão um lindo porvir.
2. O lindo porvir pertencerá apenas aos moradores dos Palácios sustentados pelos oprimidos da Nação.
O resto é conversa fiada.

Há que se conhecer profundamente um tema para falar sobre.

dingo (Policial Militar)

Triste ver pessoas alheias comentando acerca de problemas internos do país, certamente que o eminente professor se atém em demasia aos Princípios, Doutrinas e Estudos e esquece-se da realidade cruel do nosso país e do mal enraizado que degenera a sociedade, qual seja, a corrupção que permeia todo o meio político nacional.

comparou lixeiro a idiota útil.

Ezequiel Pires (Procurador do Estado)

O professor lusitano foi brilhante em sua fala,, mas tropeçou ao comparar a função de lixeiro a de idiota útil. Acho que deveria se retratar.
Outra coisa, o entrevistador, na introdução, se extrapolou no uso equivocado do gerúndio, com o agravamento que estava a entrevistar um catedrático português.

Nada didático

JCláudio (Funcionário público)

Não quero ser mais objetivo que muitos que aqui comentaram a entrevista dada a CONJUR pelo Sr. Rui Cunha Martins, mas infelizmente a entrevista é muito blá, blá para nada. É uma opinião que não se acrescenta nada de útil e esta fora de qualquer contexto. Parece que vive em outro planeta e defende os mensaleiros de forma sorrateira. Como se eles fossem uns pobres coitados do julgamento do STF. Só faltou dizer que eram uns mártires e uns injustiçados pelo STF.

Mensalão

Aguimon A. Costa (Professor)

Com certeza o ilustre professor não conhece as entranhas do Brasil. Defender que o processo não pode ser rápido como se o processo no Brasil não fosse moroso, parece-me profunda demonstração de desconhecimento do mundo jurídico no Brasil. Também não é verdade que a pressão popular exerça alguma influência nas decisões do STF. A grande prova do contrário é a formação de novo entendimento sobre a formação de quadrilha. É a política que exerce pressão sobre o STF. Pois é o Presidente da República quem indica os ministros. Se isto não é decisão política no sentido de alterar entendimentos, é o que, então? O tempo que leva a tramitação de recursos, o pedido de vista etc. é tudo que os advogados precisam até que aposentadorias sejam efetivadas e aí é só escolher o novo ministro que não haja como "traidor" como dizem alguns. Com todo respeito, sugiro que o ilustre professor Rui Martins faça uma pesquisa no Judiciário brasileiro para se certificar do tempo que demora um processo, por mais simples que seja. Foi por isso que desisti da advocacia. Sobre o tempo do processo no Brasil não faz o menor sentido como defesa dos mensaleiros. Também não faz sentido dizer que a corrupção não é o mal maior do Brasil. Ela apenas deixa milhares de pessoas sem atendimento médico, sem poderem realizar exames porque não há aparelhos, deixa a população sem mobilidade urbana, mantém a pobreza às custas das "bolsas", enfim, basta olhar, sobretudo para o Nordeste e o Norte e para as periferias das grandes cidades que veremos políticos oferecendo diversão pagando "gordos" cachês a famosos artistas, enquanto a população fica à mercê dos mais elementares serviços públicos. É essa a população que quer vingança contra os políticos? Melhor seria dizer que o povo é vítima dos políticos.

Comnetários sobrepujam a entrevista

Gilberto Serodio Silva (Bacharel - Civil)

Processo judicial é vingança onde ilustre professor?
Não é no Suprema Corte do Brasil, talvez na Russia de Putin com certeza na Coréia do Norte.
Tudo indica que o PT percebeu a burrice que fez de pressionar os ministros indicado por Dilma para reformar sem fundamento afirmando que não houve formação de bando ou quadrilha, foi tudo uma tremenda conincidência, Gramsci deve estar aplaudindo lá no inferno, de uma penada desmoraliza o Supremo e faz escárnio das leis.
E os privilègios na Papuda?

Rui Cunha Martins.

huallisson (Professor Universitário)

Figura de grande conhecimento mas demonstrou certa ignorância à realidade brasileira. A acusação do entrevistado de que o Ministro Joaquim Barbosa dirigiu o processo do mensalão pensando no Palácio do Planalto não tem sentido. O Nobre Rui Martins não foi claro assim, mas também não precisaria. O Joaquinzão nunca pensou em ser político, porém o povo brasileiro é que vai colocá-lo na Presidência em 2018. Apenas li superficialmente o interessante artigo do Ilustre articulista, mas já digo de saída que o eminente professor de Coimbra ainda não sabe que para o Supremo brasileiro uma simples filigrana jurídica do Regimento da Corte vale mais que a própria existência de todo povo. Vou lhe fazer uma visita brevemente lá no PT,Ilustre Mestre, onde gostaria de conversar mais detidamente sobre assunto. Pedro Cassimiro -Professor e Analista Jurídico - Brasília

Comprovação científica de afogamento gnosiológico

FNeto (Funcionário público)

Imaginário pequeno-gnosiológico (no sentido warat-streckiano) é uma das expressões mais interessantes para retratar a falta de aprofundamento de crenças (algumas fanáticas...) na instantaneidade das evidências. A abordagem apresentada por Rui Cunha Martins é como se fosse um oceano gnosiológico no qual raciocínios pequeno-gnosiológicos que pretendam nele mergulhar se afogarão por falta de oxigênio. Atribuições de sentido que sequer respeitam os limites semânticos do texto da entrevista são a comprovação científica da possibilidade de afogamento gnosiológico. Como se nota, há alguma influência da hermenêutica filosófica gadameriana no pensamento de Rui Cunha Martins, tal como a suspensão de pré-juízos (os quais não se confundem com preconceito) e a força de uma baixa ou alta pré-compreensão. Como se sabe, a hermenêutica filosófica gadameriana tem como pilares o círculo hermenêutico e a diferença ontológica. Nesse contexto, aproveitando o gancho entre a excelente entrevista com Rui Cunha Martins (pela qual está a revista ConJur de parabéns) e a referida influência da hermenêutica filosófica gadameriana no pensamento do entrevistado, vem a calhar uma gadameriana dica, nos moldes como Lenio Luiz Streck costuma alertar: "antes de dizer algo sobre um texto, deixe que o texto te diga algo". É interessante, ainda, a convergência do pensamento do entrevistado com a metáfora do baile de máscaras apresentada por André Karam Trindade e Alexandre Morais da Rosa. Em uma democracia constitucional, é inautêntica (ainda no sentido gadameriano) a figura dos "mocinhos" que passam ao largo do Estado Democrático de Direito, em nome de uma pretensa "neovirtuosidade", como se se estivéssemos na realização contemporânea da liberal Fábula das Abelhas de Bernard Mandeville.

Absurdo!

Dr. Ricardo Ditzel (Advogado Autônomo - Criminal)

"Data Maxima Venia" os argumentos são pífios deste artigo, de que planeta é o Dr. MARTINS??? quanta BA-LE-LA, eis que, a mudança do julgado não foi não por causa do teu MI-MI-MI do teu artigo e sim PORQUE TODO MUNDO SABE QUE HOUVE A MUDANÇA DA COMPOSIÇÃO DO JULGAMENTO!!!

Honra ao demérito

Helena Meirelles (Contabilista)

A entrevista é preciosa. Desafiar o lumpesinato intelectual que pensa em justiça como vingança — e gostaria de ver encarceradas todas as pessoas com quem não se simpatiza — é heroísmo. Bem mais fácil é optar pela fórmula fácil do populismo inepto que faz vibrar as torcidas uniformizadas. O principal problema do justiceiro não é que ele seja ignorante (direito sagrado do ser humano). O drama é que, por passional, ele condena inocentes e absolve culpados, já que o racionalismo é traço que ele desconhece.

Igualdade pe tratar desiguais na medida de suas diferenças

Edson Lopes Silva (Outros - Internacional)

Até concordo com as bases teóricas, mas não pude saber quais as bases fáticas (se ele leu todos os votos).
A dificuldade da prova em crimes de colarinho branco exige inteligência para fazer as conexões que evidenciam o delito, o que ficou, ao meu sentir, inconteste na denúncia.
O STF iniciou um novo marco na aplicação das diferenças para atingir a igualdade processual.
A análise teórica do Professor é interessante, mas, inatacável o caso prático.

Ainda mais essa!!!

Walney Rocha (Estagiário - Civil)

Aposto que esse senhor, Dr., seja lá o que for, estava na turma que ofereceu o título de doutor Honoris causa ao novo caudilho brasileiro e salvador da pátria.

Erro de diagnóstico

J.A.Tabajara (Advogado Autônomo)

As ações da Justiça, na verdade, são reações. Quando um corpo entra em colapso, por atrofia de determinados membros, ou de alguns sentidos, os remanescentes sadios se hipertrofiam EM FAVOR DA VIDA do corpo aleijado. No Brasil, o Legislativo e o Executivo deixaram há muito de cumprir o seu papel institucional pelo bem comum do meio social: O Poder Executivo empenhado obsessivamente em ações ideológicas dentro e fora do país, e o Legislativo povoado por despreparados e desinteressados pela vida de seus verdadeiros patrões, os eleitores que lhes outorgaram os mandatos. O órgão sadio tomou as rédeas na urgência de evitar o caos, pela pátria!

Nota da Redação - comentário ofensivo Comentário editado

Luiz Eduardo Osse (Outros)

Comentário ofensivo removido por violar a política do site.

A universidade de Coimbra não é mais a mesma...

Rogfig (Médico)

Desde que um reitor da Universidade de Coimbra, já demitido, resolveu conceder ao LULA em 2011, o título de Doutor Honoris Causa, essa Universidade perdeu o prestígio internacional,no que diz respeito à sua notoria seriedade, pelo menos quanto a escolha dos agraciados com títulos semelhantes. Por isso, esse Professor Rui Cunha Martins, até que prove o contrário, não merece credibilidade em seus conceitos. No mínimo está mal informado, ou tem garras do PT por aí...

Nota da Redação - comentário ofensivo Comentário editado

maisvalia (Outros)

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Um artigo bem escrito, mas desinformado

Max (Advogado Autônomo)

O nobre articulista, e me perdoem Radar e Dinarte, não acertou em cheio no problema. Se o caso é cuidar da má gestão, pois bem, muitas vezes ocorre ela, porque os gestores públicos são corruptos que estão desviando as verbas públicas do dinheiro que é praticamente assaltado do povo. Na internet, observo frequentemente comentários sobre a volta da ditadura militar. O caso é que isso é um crime também, pois foram cometidas inúmeras atrocidades em nome da famosa "democracia" de meia-tigela, mas a conduta de nossas autoridades, e os incontáveis casos de corrupção que eclodem a cada dia, parece querer dar mais força à esse movimento. É de se lembrar que o atual governo, que foi oposição nos anos de chumbo, enfrenta em sua gestão gigantescas manifestações, inclusive com repúdio expresso à presença de membros de partidos políticos. Eles foram caçados (como marginais) e cassados (politicamente), e agora, com a probabilidade de edição de normas violentas, estão agindo quase como o mesmo regime que tanto combateram.
Então, ao nobre comentarista, que observe o processo histórico brasileiro, compare as condutas e verifique se o povo não merece realmente um pouco de justiça.

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