Consultor Jurídico

Comentários de leitores

4 comentários

O dono do jogo.

Willson (Bacharel)

O lance é o seguinte: Eu, sou o dono da bola. Então, imponho as regras do jogo. Os demais jogadores observam atônitos, enquanto driblo, apito o impedimento, decido se a bola entrou ou não. Eu digo quando o jogo acaba, por motivo de nevasca, mesmo que faça um sol de quarenta graus. Ponho a bola embaixo do braço e 'vazo', porque: eu tenho a bola, digo, a força. Amanhã, outra bola aparece, e os jogadores decidirão que minhas regras não valem mais, porque ditatoriais, discriminatórias e anacrônicas. Não sendo mais útil, serei, enfim, ignorado, sem poder jogar o jogo. Mas, amanhã é amanhã... - o que me importa é sentir HOJE, o doce prazer de ditar as regras e galvanizar as atenções. Há 30 mil potenciais prejudicados pela decisão do ora idolatrado ministro, mas, quem se importa? No Paquistão, por exemplo, drones norteamericanos alvejam 30 cidadãos inocentes que acompanham um enterro, mas acerta em cheio um terrorista. Na lógica do casuísmo e do debate político, os fins justificam os meios. Quem se importa com os dezenove? R: Ninguém.

Assim não vai mesmo!

Zé Machado (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Porque o Lula foi inventar o sistema de cotas no STF! Agora, aguenta!

Porque sim

Valdemiro Ferreira da Silva (Advogado Autônomo)

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkEssa foi boa Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório). Imagina se todas as fundamentações fossem essa? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Mais um gol

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)

Perfeito. Na linha jurisprudencial adotada pelo STF, ainda que não afinada totalmente com a do STJ. Afinal quem julgou foi o primeiro (em sede de ação originária) e também quem está acompanhando a execução das penas dos condenados. Portanto, com a palavra o STF, na pessoa do relator, e não o STJ. Se isso não for suficiente para embasar essas decisões, no caso da AP-470, pode ser usado o único argumento que, pela profundidade, já traz em si mesmo, toda a carga de convicção necessária; o argumento "SCKIN" : "por quê se deve, NESTE CASO, exigir o cumprimento de 1/6 da pena para a obtenção do benefício do trabalho externo" ? R: PORQUE SIM !

Comentar

Comentários encerrados em 30/05/2014.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.