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Comentários de leitores

4 comentários

Praetor

Valdemiro Ferreira da Silva (Advogado Autônomo)

Obrigado pela informação. No momento em que li, postei a minha indignação, ignorando, o fato de não ser atribuição do CNJ a fiscalização dos Manicômios.

Qual a linha que separa a sanidade da (in)sanidade?

Vithor César (Advogado Associado a Escritório)

Certamente, se essa linha existir, ela é muito tênue, o que na pratica implica em uma necessidade de repensarmos a politica em relação ao tratamento dado a estas pessoas.
Cabe lembrar, mesmo que essa pessoa seja deficiente mental, ela continua sendo cidadã, portanto tem direitos inerentes a pessoa humana, um dos fundamentos básicos do nosso ordenamento jurídico e social, pois não há estado democrático de direito sem dignidade da pessoa humana.
Para complementar o tema, aos que se interessarem, recomendo a leitura deste livro:
GOFFMAN, Erving. Manicômios, Prisões e Conventos.
http://migre.me/jgLP5

Errou de rumo e direção

Veritas veritas (Outros)

Pelo que consta, o Poder Judiciário não administra qualquer estabelecimento destinado àqueles a quem aplica medidas de segurança. O articulista deve cobrar de quem de direito. E o CNJ não deve se meter naquilo que não lhe compete MUITO MENOS para criar mais atribuições para o juiz, desviando-o de suas funções institucionais.

Indignação

Valdemiro Ferreira da Silva (Advogado Autônomo)

Indignação, Indignação, Indignação, Indignação. É o único sentimento me vem, além de perguntar. Por que a impressa não divulga os absurdos relatados nesta publicação? Por que o CNJ não faz mutirão nos sanatórios?

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