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Comentários de leitores

45 comentários

Como funcionaria uma sociedade sem estado por Hoppe:

Ruppert (Servidor)

Independentemente do número de territórios soberanos, ainda resta a questão do tamanho do governo. Os liberais clássicos sugerem que o estado seja um mero 'guarda noturno', o qual se limita a garantir a liberdade, a propriedade e a paz. Mas o senhor não quer estado nenhum. Por quê?

Os liberais clássicos subestimam a inerente tendência de qualquer arranjo estatal ao inchaço. Essa é uma propensão irreversível. Quem determina quantos policiais, quantos juízes e quantos soldados — todos eles financiados por impostos — haverá em um estado mínimo voltado exclusivamente para a segurança e para os serviços judiciais?

No mercado, onde bens e serviços são demandados e pagos voluntariamente, a resposta é clara: bens e serviços serão produzidos na quantidade e aos preços que os consumidores estiverem dispostos a pagar. Por outro lado, no que tange ao governo de qualquer país, a pergunta "quanto?" será sempre respondida da mesma maneira: quanto mais dinheiro você nos der, mais poderemos fazer por você.

Dado que o governo pode obrigar seus cidadãos a pagar impostos, o governo sempre irá exigir cada vez mais dinheiro e, em troca, ofertará serviços de qualidade cada vez pior, dado que o governo não opera em ambiente concorrencial. A ideia de um estado mínimo, principalmente em uma democracia, é um projeto conceitualmente falho.

Todo mundo sabe quem causa o problema

Ruppert (Servidor)

Todos sabemos que o sistema estatal já não tem mais ambiente para viver. A era acabou. Não existe antigo regime para se manter um estatismo como na era de sua criação. As pessoas precisam entender que o estado não é uma instituição essencial para a sociedade. A sociedade pode caminhar com suas próprias pernas, regendo-se pela forma que entender melhor.
O que o Ives disse no texto é exatamente o que nós, do IMB, já defendemos há tempos (como o Ives também o faz há tempos, sendo visto como "malvadão" por defender menos estado e mais iniciativa privada).

Sugiro a leitura dos seguintes textos:

Estatolatria - esse grande mal que nos rodeia pode ser derrotado 02/07/2014 Paul Rosenberg

O que é realmente o socialismo e qual o seu maior problema 12/05/2014 Jesús Huerta de Soto

O eco-socialismo, o socialismo real e o capitalismo - quem realmente protege o ambiente? 08/04/2014 Edwin Dolan

Invalidando o estado - quatro argumentos contra o governo 02/04/2014 Stefan Molyneux

As definições corretas de monopólio e concorrência - e por que a concorrência perfeita é ilógica 20/03/2014 Jesús Huerta de Soto

A maré estatista na América Latina e a Teoria do Intervencionismo 20/02/2014 Fabio Barbieri

Como funcionaria uma sociedade sem estado 04/02/2014 Hans-Hermann Hoppe

Todos constantes do Instituto Mises Brasil.

"Brasil trabalha para sustentar a burocraci

Renato Adv. (Advogado Autônomo - Civil)

Estado de calote
"Brasil trabalha para sustentar a burocracia"
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O e No Brasil de forma direta e objetiva o que vemos e temos, que é um país formado de mistura de tantas raças, que resultou especialmente de uma grande parte das pessoas, em especial políticos, os apadrinhados dos "Quem Indicou", milhares e milhares de comissionados políticos, que sempre foram, são e serão nada mais e nada menos de que um bando de Parasitas e Sanguessugas dos bolsos dos trabalhadores que pagam impostos obrigatoriamente.
Isso, é resultante da chamada ignorância cidadã ligado a obrigatoriedade de votar, mais as esmolas ao povo pobre travestidas de programas sociais.
Lamentável esse diagnóstico, mas é a verdade, pois, trabalhos para manter tais PARASITAS e SANGUESSUGAS.
Renato.

o EStado foi privatizado para sindicatos de servidores públi

daniel (Outros - Administrativa)

o Estado foi privatizado para sindicatos de servidores públicos, estes passam no concurso e acham que é uma aposentadoria antecipada, não trabalham e não querem produtividade. Agora a moda é inventar assédio moral e que estão doentes por stress..... O ideal é privatizar, reduzir custo, funções assistenciais devem apenas ser fiscalizadas pelo Estado

Todos são iguais perante a Lei, inclusive o Estado

Márcio R. de Paula (Estudante de Direito - Previdenciária)

Excelente a entrevista, alias esse é o tema do meu TCC, inclusive com a comparação do regime vigente hoje comparado com o regime feudal, já redigido e aguardando formatação segundo norma ABNT. Todos são iguais perante a lei, inclusive o Estado. O judiciário muitas vezes toma decisões levando em consideração a repercussão social que esta pode ocasionar, em prejuízo da parte, mas deixa de analisar o beneficio que a sociedade teve quando da execução do ato que gerou essa demanda. Na pratica deve valer a máxima "O contrato faz lei entre as partes, pois assim não o sendo viveremos num "Estado Democrático Sem Direitos", só deveres, ou seja, o cidadão será sempre meio e nunca a finalidade da existência do Estado.

Investimentos

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Os números divulgados indicam que o Brasil já ultrapassou há muitos anos a casa dos 200 bilhões de reais gastos apenas com o pagamento de vencimentos aos agentes e servidores públicos. A meu ver 90% desse gasto é dinheiro jogado fora, mas vamos considerar uma redução em 50% nessa gastança, de modo a que 100 bilhões pudessem ser investidos anualmente nas funções essenciais do Estado, em pesquisa científica e aprimoramento profissional, de modo a que os produtos de exportação deixem de ser jogadores de futebol e prostitutas. Em uma década seriam 1 bilhão de reais investidos, o que certamente nos colocaria em um outro patamar. Enquanto a maioria continua a não entender que investiar nas finalidade essenciais do Estado é mais importante do que conferir um padrão de luxuria jamais vistos aos agentes públicos em todas as épocas da Humanidade, amargaremos o subdesenvolvimento.

Ao M L Silva (Professor Universitário - Administrativa)

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

Leia a coluna do Prof. Lênio, da ultima quinta-feira.
É com as Procuradorias e AGU que o Estado consegue manter os altos índices de "recuperação de dívidas", que servem para quê?
Se não tiver dinheiro, não há burocracia, principalmente a burocracia bem remunerada.
Aí então se explica por qual motivo litigar principalmente contra a União é tão complicado. Não é por haver direito dela , não. É o círculo vicioso...

Dr. Yves...com licença, faltou a Justiça do Trabalho...

Mig77 (Publicitário)

Que custa R$ 12,5 bilhões por ano aos nossos bolsos. Para que?Esse Cabidão, que trabalha voltado para si próprio, pagando salários altíssimos para juízes (que julgam horas extras, adicional noturno, desvio de função etc o que minha faxineira faria com mais competência) mais benefícios, premiações, viagens, helicópteros pra lá e pra cá, etc e que julgam também as ações na Justiça do Trabalho dos seus pares com enormes chances de sucesso para os mesmos !!!Faltou também falar sobre os Tribunais de Contas e explicar aos simples mortais para que servem No fim, como tributarista que o Sr. é, sabe bem que as contas baterão!!!!Dr. Yves...fale mais, publique mais, há muito o que falar sobre o que não vai ser feito.Pelo menos por agora !!!

Choro do descontente!!

M. L. Silva (Professor Universitário - Administrativa)

Parece que o bom trabalho dos Advogados Públicos, notadamente da PFN, vem incomodando vários setores da Advocacia Brasileira. Parece que o Advogado gostaria de uma Advocacia Pública sucateada e sem condições de atuar. E o pior é que hoje já é quase isso, e se não fosse o esforços desse profissionais abnegados o Erário estaria em maus lençóis.

É preciso mudar os políticos

Kleberson Advogado Liberal (Advogado Autônomo)

Também acho que a carga tributária é alta e que é necessária a desburocratização da administração pública, mas não acho que a culpa disso é dos servidores públicos, que na sua grande maioria cumprem o seu papel na sociedade, dando cabo de suas funções de servir ao público. Acredito que o Brasil deve ser repensado politicamente, com um resgate de valores que estão em baixa. O custo do funcionalismo público não alcança 5% do PIB, enquanto as dívidas públicas, que não param de crescer devido aos péssimos governos, custam 40% do PIB só de juros.

PSAEL (Professor Universitário - Internet e Tecnologia)

Observador.. (Economista)

O preciso comentário do senhor me fez lembrar uma frase:
"A linguagem política, destina-se a fazer com que a mentira soe como verdade e o crime se torne respeitável, bem como a imprimir ao vento uma aparência de solidez."
Nada tão atual nesta "terra estranha de gente esquisita". O Estado e seu aparato se sustentam com o esforço alheio e pouco oferece em troca.

Estado corporativo e o falso dilema dos escandalizados

L.F.V., LL.M (Advogado Assalariado - Tributária)

Em tempo: impressiona quantos ainda imaginam que haja alguma tensão opositora entre Estado e grandes empresas, ou que o grande dilema de nosso tempo fosse escolher entre o agigantamento do Leviatã ou o "inescrupuloso jugo do Capital", tertium non datur. O entrevistado jamais ensejou esse dilema.
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Estivéssemos na década de 1930, seria caso de propor um curso de atualização, quiçá intitulado "Fascismo - o que é isso?", ou "Revolução Russa - Quem financiou, quem lucra?", ou ainda, "Propriedade privada na Alemanha de Herr Hitler: os casos Porsche e Schindler". Estivéssemos em 1970, a obsessão do governo Geisel pela criação disparatada de estatais talvez estonteasse. Na de 2000, a fabricação política de "campeões nacionais" (a exemplo de um certo Sr. Batista) que, por mera coincidência, retroalimentam o ufanismo oficial e os cofres partidários bastaria a soar os sinos da memória. Como é 2014 e o arranjo entre grandes corporações e grande Estado coexiste (mais ou menos como propunha Mussolini) há lá se vai quase um século, é hora de considerar óculos e aparelhos auditivos.
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Há muito tempo descobriu-se que o Estado é a pedra filosofal para negócios grandes e burocráticos que, noutros tempos, diante do dinamismo de menores e mais audazes concorrentes, saberiam não ser imortais. Quanto maiores as garantias estatais à inviolabilidade de "setores estratégicos", menores as possibilidades de alternância no poder. Siga-se a agigantar o Estado, e mais seguros se sentirão os bancos (garantidos pelo Bacen), as teles (pela Anatel) e tutti quanti de que lhes basta trocar cordiais favores a um único ente, o Partido, para remeter multidões de consumidores às favas. Sistema bancário de reservas fracionárias como o nosso, e.g,, só pode haver sob garantia estatal.

Disse tudo!!!!!

Rodrigo Zampoli Pereira (Advogado Autônomo - Civil)

Os fatos falam por si só!!!!!

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LeandroRoth (Oficial de Justiça)

Vocês que acusam o Dr. Ives Gandra de direcionar suas ideias para fins partidários, notaram que ele foi contra a condenação dos mensaleiros na forma como se deu? O Dr. Ives disse que o julgamento do mensalão não observou a legislação e jurisprudência aplicáveis à espécie.
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Logo, ninguém que tenha sido contra o julgamento do mensalão (da forma como se deu) pode ser taxado de "anti-PT" a qualquer custo, certo?
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O Dr. Ives, ao meu ver, não é um "direitista de carteirinha", como alguns querem fazer crer, mas sim uma verdadeiro liberal, que defende o Estado de Direito e as liberdades do cidadão conta qualquer arbítrio, seja de direita seja de esquerda.
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Neste momento que vivemos, infelizmente, a esquerda é a maior ameaça às liberdades, graças ao bolivarianismo que tomou conta da América Latina. Assim sendo, enquanto na ditadura militar o alvo óbvio dos verdadeiros liberais era o regime militar, hoje o grande risco de perdermos nossas liberdes vem da esquerda e do seu socialismo do século XXI.

Os últimos juristas e nós, órfãos de quem defenda o Homem

L.F.V., LL.M (Advogado Assalariado - Tributária)

Dr. Ives é um daqueles raros e bravios faróis a permanentemente sinalizar terra firme e porto seguro, durante tempos nos quais a tempestade cobre de negro o horizonte e a escuridão, não fosse lá o farol a brilhar, pareceria desconhecer fim.
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Os que pretendem desqualificar este que é um dos últimos verdadeiros jurisconsultos em nosso meio, apregoando chavões do antipensamento a fim de o enquadrar em seus esquemas binários de poder, a toda evidência, ou não compreendem o arrazoado de Ives Gandra (pois é bem verdade que compreender posicionamento como o seu requer certo substrato comum, ao qual poderíamos chamar "cultura humanística", ainda que sob pena de reducionismo) ou têm da realidade nacional percepção dolosamente parcial.
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Gandra claramente possui lado: o da democracia, do Estado de Direito e dos valores inegociáveis que sustentam a pessoa humana como razão de ser da Lei. Nos meios jurídicos, é ele um dos últimos eminentes a pensar a Verdade como ente objetivo, noção que o adestramento da atual academia ensina a ridicularizar (razão mesma pela qual a academia há muito não produz resposta alguma a questões de relevo: anula a si mesma desde a mais tenra episteme). Assim, é natural que o percebam como inimigo aqueles que sobrevivem da doxa maquiavélica, segundo a qual as Razões de Estado liberam-no a agir segundo uma moral própria, inatingível ao vulgo simplório.
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Tratam-se, enfim, de questões de alta política -- a política de Aristóteles --, não de picuinhas partidárias que simplesmente não lhe correspondem. Talvez por isso sua presença no Conjur tanto assombre os esbirros partidários de plantão, desesperados diante daquilo que jamais alcançarão e que sentem - não sem razão - como máxima ameaça ao seu modo de vida predatório.

Braço eleitoral?

Willson (Bacharel)

Certamente o dotô Yves não põe na conta os procuradores da fazenda nacional e nem os juízes trabalhistas. E o texto só repete o que muitos já disseram, sem nada propor de relevante. Aliás, muitos dos colegas de ideologia do sr. Yves estão nos legislativos e nada fazem. Todos fingem querer reforma tributária, mas na hora de implementa-la cedem à pressão de governadores, inclusive tucanos, que temem perder arrecadação. E os advogados tributaristas também lucram com o cipoal de normas. Em suma, o texto não acrescenta nada. Apenas reverbera falsamente o sonho do Estado mínimo, que só vale enquanto os grandes bancos não precisam de ajuda governamental.

Ao Prætor (Outros)

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

Saulo Ramos disse, em seu livro, que o ex-Pres. Collor foi o maior responsável pelo alavancamento do mercado jurídico. Adotou medidas inconstitucionais, reteve dinheiro dos brasileiros e apertou o gatilho do mercado de prestação de serviços advocatícios.
Pode-se dizer o mesmo em relação ao sistema tributário brasileiro.
Não sendo tributarista, tampouco previdencialista, eu posso afirmar que enquanto houver sanguessugas da sociedade impondo a esta cada vez mais ônus para a manutenção de seus "status quo", certamente haverá um bom mercado de trabalho para tributaristas e previdencialistas. Sai mais barato pagar honorários as tais advogados do que jogar, mensalmente, pacotes de dinheiro no lixo - sem sequer pode se aposentar dignamente - para que alguns vivam, em meio a um Brasil miserável, em condições - proporcionalmente falando - de luxo.

A incrível reação dos inúteis e sonolentos.

Citoyen (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

Nenhuma posição do DD. Professor adotou uma linha que se possa dizer direitista ou anti-CIDADANIA. Ao contrário, sua linha é CRÍTICA é SIMILAR a que os socialistas estão fazendo, no resto do MUNDO, à inércia e incompetência de seus respectivos (des) Governos. O atavismo do Governo francês, com o Presidente Hollande, já lhe rendeu os MAIS BAIXOS ÍNDICES de popularidade de que o Presidente francês jamais teve, e a sua política só faz afugentar as empresas e, em consequência, aumentar o DES emprego, porque a CORAGEM de INVESTIR um empresário NÃO TEM MAIS. E a linha da Elite Governamental brasileira está levando àquela lição de economia, que circula na Internet, em que, ao fim de três anos, toda uma classe universitária acabou por ser reprovada, precisamente porque o Professor, incitado pelos alunos, resolveu concordar na adoção do método socialista no processo de avaliação da Turma. Assim, no primeiro ano da experiência, os MELHORES da TURMA tiveram suas notas justas e os outros se aproveitaram, porque o regime impunha que as NOTAS de TODOS seria aquela da MÉDIA; no 2º ano, os MELHORES reduziram o empenho, porque se sentiram injustiçados e desanimados. Resultado, a média foi ainda mais baixa; no 3º ano, os preguiçosos não estudaram, mesmo, porque contaram com os estudiosos. Só que esses também não quiseram fazer o sacrifício pelos que NADA faziam. Resultado: a TURMA foi toda reprovada, porque as NOTAS não atingiram, sequer, o nível mínimo desejável. Concordo com os comentários do Colega Marcos Pintar: os Comentaristas Radar e F. Público, integrados na seita facciosa política e de funcionários que só querem ganhar sem trabalhar, NADA ACRESCENTARAM que pudesse contradizer tudo quanto o DD. Professor afirmou.

o que se esperar

afixa (Administrador)

de um país que um professor ganha 10 % do que aufere um juiz?
qual o problema de um CEO da lanchonete ganhar 1 milhão? alguém é obrigado a comer lá?
eu tenho opção de registrar meu imóvel onde quiser? não, sou obrigado a aceitar a ineficiência pública e dos assessores técnicos que adoram tomar cafezinho e comemorar os aniversário do mês na sexta feiras....

Cortina de fumaça

Veritas veritas (Outros)

Advogados tributaristas e que lidam com a Previdência Social são os que mais se beneficiam com as complexidades e dificuldades da máquina estatal brasileira. Vivem disso. Portanto, embora preguem o contrário, no fundo, interessa-lhes a manutenção do "status quo".

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