Consultor Jurídico

Conselho participativo

“Inércia contaminou a administração do Judiciário”, afirma Nalini

Retornar ao texto

Comentários de leitores

7 comentários

Mudar o mental coletivo

Fernanda Fernandes Estrela (Assessor Técnico)

Enquanto o "mental coletivo" se bater pelo fato de que a Justiça é morosa, de que o Judiciário não anda, de que no Judiciário nada funciona, de que seus servidores não trabalham & idéias afins, realmente, nada vai mudar.
Aos que tanto criticam restam as questões: como é que vocês podem ajudar a mudar? E o que efetivamente vocês estão fazendo para ajudar a melhorar?
Porquê, sem qualquer sombra de dúvida, sentar em um computador e criticar é muito fácil.

Queremos quebra do monopólio da justiça pública!

Ruppert (Servidor)

Se a Justiça do Estado é tão boa assim, por que não permitem que os escritórios de advocacia solucionem os conflitos sem direito a recurso ao judiciário quando as partes assim escolherem?
Se a Justiça estatal é ótima e justa, permita-se que os escritórios de advocacia façam concorrência com o sistema público de solução de conflitos e deixemos a sociedade decidir qual setor é o mais competente, rápido, eficaz e acessível.
PRIVATIZE-SE A JUSTIÇA PÚBLICA!
OU: PERMITA-SE A CONCORRÊNCIA CONTRA O ESTADO DA INICIATIVA PRIVADA NO SERVIÇOS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS SOCIAIS!

Nem seis, nem meia dúzia...

Observadordejuris (Defensor Público Estadual)

Ē sempre o mesmo da mesma coisa. Reclamar da inoperalidade do judiciário é como chover no molhado. Parece-me que ao Judiciário o melhor ê continuar como está para ver como é que fica. E o jurisdicionado? Ora, o jurisdicionado...!

Reflexo dos tempos...

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

Lamentavelmente, de tudo que aquilo que atual gestão da OAB/SP venha a participar, não espero resultado prático algum. A OAB/SP, em sua atual fase que já dura três mandatos, presta-se somente a preencher bancos vazios. Não opina de forma que mereça destaque, e quando levanta questão a sua manifestação soa muito mais como "esperneio corporativista" do que verdadeira impugnação contra violação do Direito, por exemplo.
E o Poder Judiciário, em São Paulo, será pior do que é hoje. Apesar de manter ou até elevar os altos custos aos contribuintes (a cada ano, promove vários concursos para a contratação de centenas de servidores e juízes) , buscará fechar as suas portas para a grande parcela de usuários de seus serviços. Nada muda, a não ser a necessidade de "maior dignidade" do público interno em detrimento da dignidade alheia, de quem custeia.

Cortina de ferro

Zé Machado (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Por trás de toda cortina de ferro ou corporativismo todos sabem o que existe: arbitrariedades e privilégios. Isso tem que acabar. A democratização vem em boa hora para acabar com as mazelas que a incompetência criou. e em que se afunda paulatinamente.

Passo adiante

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

A iniciativa é um passo adiante, mas certamente não produzirá resultados. Veremos apenas um monte de choraminguelas em busca de vantagens pessoais, um querendo aparecer mais do que o outro, e nada de concreto em favor do coletivo.

Funcionará?

Carlos (Advogado Sócio de Escritório)

O senhor Nalini deve estar brincando...
.
Há anos os operadores do direito propõem sugestões e até agora nada.
.
Quero ver se irão aceitar alguma sugestão.
.
A sim, a que vier de pessoas que estão do balcão para dentro...

Comentar

Comentários encerrados em 30/06/2014.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.