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Comentários de leitores

10 comentários

Passado presente

Barchilón, R H (Advogado Autônomo - Civil)

Quando ainda era estagiário, por várias vezes acompanhei a distribuição de processos no auditório do forum, no final do expediente, com o juiz utilizando um globo aramado, desses de bingo, para sortear as bolas com os números das varas, tudo na frente de um representante da OAB.

No Rio de Janeiro, o Tribunal de Justiça adotou a distribuição randômica em 1989 e ninguém falou nada, sequer depois que as fraudes começaram a pipocar...

Querer que os ilustres Ministros entendam dessas coisas de uma hora pra outra é demais.

Os próprios advogados devem entender um pouco mais do que é necessário a uma auditoria de software, de modo que aos 26 questionamentos postos pela OAB em relação ao PJe, acrescentaria, como aspectos preliminares não cogitados na consulta formulada:

- Descrição da estrutura dos ambientes de desenvolvimento/teste, homologação e produção, contendo os níveis de segurança de acesso aos mesmos e a descrição do processo e responsabilidades para a passagem dos objetos (aplicações e dados) para cada um dos ambientes.

- Descrição do processo e responsabilidades para acesso
aos códigos-fonte e níveis de segurança de acesso envolvidos, incluindo também a política de tempo de armazenamento do histórico de cada componente modificado.

Talvez, devessem ter começado só por esses dois.

CNJ e prestação de contas republicana.

AlexandrePontieri (Advogado Sócio de Escritório)

Gostaria de saber por que o CNJ não utilizou as bases das plataformas dos sistemas do STF e/ou do STJ, ao invés de criar uma nova plataforma (PJ-E)?
Foi mais viável economicamente e em termos técnicos?
Seria importante sim, para toda a comunidade jurídica e, também para a sociedade, saber quanto foi gasto com esse novo sistema/plataforma.
Infelizmente o CNJ não pode ser o senhor da verdade e se esquivar de prestar as contas e informações necessárias para que todos possam conhecer a ferramenta que criaram e que farão com que seja implantado em todos os tribunais do país, com exceção do STF – que não está subordinado ao Conselho.
Essa prestação de contas nada mais seria do que a transparência republicana que o CNJ exige dos tribunais.

CNJ e prestação de contas republicana.

AlexandrePontieri (Advogado Sócio de Escritório)

Gostaria de saber por que o CNJ não utilizou as bases das plataformas dos sistemas do STF e/ou do STJ, ao invés de criar uma nova plataforma (PJ-E)?
Foi mais viável economicamente e em termos técnicos?
Seria importante sim, para toda a comunidade jurídica e, também para a sociedade, saber quanto foi gasto com esse novo sistema/plataforma.
Infelizmente o CNJ não pode ser o senhor da verdade e se esquivar de prestar as contas e informações necessárias para que todos possam conhecer a ferramenta que criaram e que farão com que seja implantado em todos os tribunais do país, com exceção do STF – que não está subordinado ao Conselho.
Essa prestação de contas nada mais seria do que a transparência republicana que o CNJ exige dos tribunais.

errata

JALL (Advogado Autônomo - Comercial)

onde se lê "o sigilo absoluto dos processos em tramitação conduzidos por magistrados isentos é a única forma de ser garantido" leia-se "o sigilo absoluto dos processos em tramitação conduzidos por magistrados isentos é a única forma de ser garantida"...

O aparelhamento em xeque

JALL (Advogado Autônomo - Comercial)

Para processos públicos, concordo plenamente que todo sistema deve ser um livro aberto. Mas no Brasil de hoje está todo aparelhado pelo corporativismo, o sigilo absoluto dos processos em tramitação conduzidos por magistrados isentos é a única forma de ser garantido um mínimo de justiça para os que não fazem parte dos grupelhos que passaram a dominar o Poder Judiciário.

e as urnas eletrônicas?

Celsopin (Economista)

Por que a OAB nunca se empenhou desta forma pela transparência no sistema de apuração de votos, que não garante o sigilo do eleitor, não permite recontagem e principalmente não permite AO PRÓPRIO ELEITOR saber se o voto foi realmente para quem ele votou?

errata, onde o Linux está...

Ramiro. (Advogado Autônomo - Criminal)

Por erro de digitação, corrijo, onde o Linux está...
Nos mais potentes supercomputadores do planeta...
Arquitetura aberta...
http://www.oficinadanet.com.br/artigo/398/linux

Vejamos um exemplo...

Ramiro. (Advogado Autônomo - Criminal)

Vejamos um exemplo de arquitetura aberta, com amplo acesso aos códigos fonte.
http://www.vivaolinux.com.br/topico/Iniciantes-no-Linux/Como-ver-codigo-fonte-do-linux
http://linux.fe.up.pt/portal/source-code
E então vejamos onde o linus está...
http://www.top500.org/
http://www.top500.org/system/177999
http://www.top500.org/system/177975
http://www.top500.org/system/177556
http://www.top500.org/system/177232
http://www.top500.org/system/177718
Apenas os cinco mais poderosos supercomputadores do planeta rodam com Linux, um sistema operacional com códigos fonte aberto...
Sem comentários...

CNJ e prestação de contas republicana.

AlexandrePontieri (Advogado Sócio de Escritório)

Gostaria de saber por que o CNJ não utilizou as bases das plataformas dos sistemas do STF e/ou do STJ, ao invés de criar uma nova plataforma (PJ-E)?
Foi mais viável economicamente e em termos técnicos?
Seria importante sim, para toda a comunidade jurídica e, também para a sociedade, saber quanto foi gasto com esse novo sistema/plataforma.
Infelizmente o CNJ não pode ser o senhor da verdade e se esquivar de prestar as contas e informações necessárias para que todos possam conhecer a ferramenta que criaram e que farão com que seja implantado em todos os tribunais do país, com exceção do STF – que não está subordinado ao Conselho.
Essa prestação de contas nada mais seria do que a transparência republicana que o CNJ exige dos tribunais.

CNJ e prestação de contas republicana.

AlexandrePontieri (Advogado Sócio de Escritório)

Gostaria de saber por que o CNJ não utilizou as bases das plataformas dos sistemas do STF e/ou do STJ, ao invés de criar uma nova plataforma (PJ-E)?
Foi mais viável economicamente e em termos técnicos?
Seria importante sim, para toda a comunidade jurídica e, também para a sociedade, saber quanto foi gasto com esse novo sistema/plataforma.
Infelizmente o CNJ não pode ser o senhor da verdade e se esquivar de prestar as contas e informações necessárias para que todos possam conhecer a ferramenta que criaram e que farão com que seja implantado em todos os tribunais do país, com exceção do STF – que não está subordinado ao Conselho.
Essa prestação de contas nada mais seria do que a transparência republicana que o CNJ exige dos tribunais.

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