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Inscrição 40 mil

Cezar Peluso recebe carteira de advogado no DF

Aposentado do cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal, Cezar Peluso atua na advocacia do Distrito Federal. O ex-presidente da Corte recebeu a carteira de advogado número 40 mil da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil.

Em Brasília, Peluso é consultor independente e presta consultoria no Erick Pereira Advogados (na foto, com a equipe do escritório brasiliense).

A banca é especializada em Direito Penal Eleitoral, Direito Administrativo e Tributário, Direito Trabalhista e Cível, e mantém parceria com o escritório Ávila, Nogueira e Miguel Neto Advogados, em São Paulo — no qual o ministro aposentado também atua como consultor.

*Texto alterado às 11h44 do dia 7/1/2014 para correção de informações.

Revista Consultor Jurídico, 3 de janeiro de 2014, 17h24

Comentários de leitores

5 comentários

Exame da OAB.

Erminio Lima Neto (Consultor)

Será que o ilustre Bacharel, passaria no exame da OAB; tendo em vista que o referido exame, sustentado, praticamente, em "pegadinhas" objetiva a exclusão e não a inclusão?

Exame de Ordem

Silva - advogado (Advogado Autônomo)

Gostaria que ele primeiro fizesse o Exame de Ordem.

Injustiça para os advogados de carreira

Vicente Carlos Lúcio (Advogado Autônomo - Criminal)

Eu acho injustiça, apesar de ter esse direito, que juiz, promotor de justiça, desembargador, ministro de tribunais superiores venham a advogar, porque com o valor de suas aposentadorias é o suficiente para suas sobrevivências, já que esses operadores do direito, podem ser os mais incompetentes juridicamente, mas perante o povão serão considerados os melhores advogados e com isso "pegarão" as melhores causas em detrimentos dos advogados de carreira que "ralam" pra "pegarem" uma ação judicial considerável, porque essas pessoas são consideradas melhores que os advogados de carreira. E tem muitas dessas pessoas que sempre maltrataram os advogados utilizando a toga, utilizando seus caros, tornam-se advogados e depois nós advogados de carreira, somos obrigados a chamá-los de "colegas". É o que eu penso.

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