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Comentários de leitores

5 comentários

Planos Ecômicos

José Titonele (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

A tese desenvolvida pelo BC esquece que os bancos públicos ou privados que detinham a época essas contas poupanças, também repassavam essas aplicações ao mercado financeiro com índices altamente lucrativos.
Portanto, não precisa ser economista para entender que a devolução de parte de um lucro já incorporado por essas instituições, aos poupadores não trará nenhuma consequência para a economia nacional, pois somente o lucro financeiro dos bancos nesse período será atingido. José Titonele - Advogado.

...

Fabrício (Advogado Autônomo)

Claro. Foram tão eficazes em combater a inflação que, hum, espera, ela só foi ser controlada em ... 1994, com o Plano Real, que, ora vejam!, não precisou violar nenhum ato jurídico perfeito ou direito adquirido para tanto. É de rir, para não chorar

Revoltante!!!

Bruno W (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Eu entendi bem? agora então o IDEC é o bandido da estória???
Faça-me o favor, quanta manipulação de informação por parte do BC.
A questão fundamental é de "índole jurídica", sim! trata-se do direito adquirido, e da ofensa ao ato jurídico perfeito, pois a norma que alterou os índices de correção NÃO DEVEM ATINGIR AS POUPANÇAS COM DEPÓSITOS REALIZADOS NA PRIMEIRA QUINZENA, ou seja, antes da edição da medida - matéria jurídica que já reconhecida por TODOS OS TRIBUNAIS, EM TODAS AS INSTÂNCIAS, raciocínio que qualquer criança consegue entender.
Agora vai me dizer que "risco sistêmico" ou "impacto financeiro" é matéria Jurídica???
É de conhecimento notório que quem esta agindo pelos bastidores para barrar a correção da poupança é o Ministério da Fazenda, a AGU, o Banco Central e a Consif.
Se o STF não obrigar os Bancos a cumprirem a Lei, será a bancarrota do Estado Democrático de Direito, vamos virar a Venezuela verde e amarela. Já basta o STJ (pretenso tribunal do povo/cidadania) que se ajoelhou e disse amém a toda tese apresentada em favor do Poder Econômico nos últimos anos.

Os Poupadores Estão Morrendo

DECLEVER (Advogado Autônomo)

A frieza do BC e do governo são de espantar. Poupadores foram surripiados nos planos econômicos e agora vêm dizer que agiram dentro da lei? E se fosse o contrário: se a inflação fosse de 84,32% e o governo mandasse os bancos pagar 184,32% a título de correção monetária para as poupanças, ficariam quietos os bancos? Lógico que não, e uma boa turma de advogados estaria no Supremo já na alvorada alegando prejuízo. O certo é que os bancos devem aos poupadores sim e seus absurdos lucros posteriores provam isso. Ademais, senhores ministros do STF, poupador daquela época está morrendo. Muitos já morreram na esperança de receberem o suado dinheirinho que depositaram nas suas cadernetas de poupança incentivados pelo próprio governo na ação de poupar. Esperamos que o Supremo não se renda à pressão dos bancos e de parte da mídia especializada e faça justiça aos poupadores, mas que o faça com rapidez. Em sua maioria, os poupadores estão na terceira idade, enfraquecidos, doentes e sem esperança. Justiça aos poupadores, é o que se espera do Supremo Tribunal Federal, que deve determinar a condenação dos bancos. Senhores ministros do STF, os poupadores estão morrendo. Justiça!

Ah, tá!

Gabriel Matheus (Advogado Autônomo - Consumidor)

"Cumpriram dever constitucional". Qual dever constitucional? De lesar o povo? De surrupiar a poupança privada num ato sorrateiro e despótico? Ah, faça-me o favor! Cara de pau tem limite!

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