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Comentários de leitores

7 comentários

A sentença que condenou

Zé Machado (Advogado Autônomo - Trabalhista)

A sentença que condenou JC é algo realmente digno de estudo.A religião faz parte de nossas vidas e de nosso cotidiano; não dá para ignorar. O que eu achei mais interessante e é real, é que o cristianismo que continuou, se denominou Helenístico ou romano, significando que a igreja primitiva e genuína de Jesus Cristo teve fim com a morte dos apóstolos. A restauração se deu em 1820, por intermédio de Joseph Smith, hoje o único cristianismo real na face da terra.

Importância

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Para aqueles que acreditam inexistir correlação entre a entrevista e o conteúdo desta Revista Eletrônico, lembro de um professor que tive, que era ateu. Apesar do ateismo, ele fazia questão de lembrar que como historiador JAMAIS poderia desconsiderar o papel das religiões ao longo da história. Por outro lado, quem não gosta de história, nem procura entender os fenêmenos sociais, deveria fazer o favor de se dirigir a outra área do conhecimento, pois se continuar na área jurídica só vai trazer prejuízo a todos.

Jesus é confirmado pela sua obra, a Igreja

Hiran Carvalho (Advogado Autônomo)

Os estupendos milagres de Jesus descritos no Evangelho são confirmados pela sua obra e pelos santos da sua Igreja, que é rigorosa em proclamá-los, exigindo comprovação de curas instantâneas e não possíveis pela ciência. É inegável que os inumeráveis santos fazem milagres continuamente por todo o mundo, narrados pelo próprio povo, bastando citar os mais populares, Santa Rita de Cássia, Santo Antônio, São Judas Tadeu, São Francisco, São Jorge, São Cristóvão, Santo Expedito, Santa Luzia e Santa Terezinha.
Além disso, a virgem Santíssima, mãe de Jesus, está presente no mundo para ajudar na evangelização da Igreja e salvar os pecadores, sendo dados, como exemplos, entre várias aparições, com inúmeros milagres comprovados pela ciência, nos famosos Santuários de Lourdes e de Fátima. Por fim, a santidade da Igreja é a norma e seus pecados as exceções. O seu destino é eterno. Em sua história, a fé em Deus, a civilização cristã, a justiça, o amor, a solidariedade, a fraternidade, as instituições de caridade e culturais e a grande evolução humanista da sociedade.

As mesmas mentiras requentadas de tempos em tempos

Marcelino Carvalho (Advogado Sócio de Escritório - Tributária)

Sinceramente, não consegui alcançar qual o sentido de, num site destinado ao debate do Direito, trazer-se a entrevista do Senhor Reza Aslan, referido na matéria como um historiador norte-americano de origem iraniana, trazendo sua particular visão sobre a vida do homem Jesus. De mais a mais, o Sr Aslan apenas requenta teorias levantadas sobre a vida de Jesus sem ter o cuidado de informar que tais teorias não apenas nunca foram provadas (ou seja, não são verdades científicas), como têm sido refutadas há muitos anos por muitos estudiosos e pesquisadores sérios, muitos deles não cristãos nem judeus. Na verdade é incoerente alguém acreditar que os evangelhos transmitem invenções sobre Jesus por terem sido escritos no final do primeiro século (após, portanto, à morte de Jesus), mas acreditar em tudo o que dizem os escritos sobre a vida de Jesus produzidos centenas de anos depois dos evangelhos (mais distantes ainda dos fatos relatados do que os evangelhos). No fundo, a opinião do Sr. Aslan reflete apenas o que ele preferiu acreditar. Resta apenas respeitar suas escolhas de fé. Mas isso, parece-me, em nada se relaciona ao propósito da CONJUR.

Forma e o fundo

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Se o assunto for relatos históricos sobre a vida de Jesus, o que ele disse textualmente e onde esteve, realmente não há nada de novo a se dizer. Agora, se o objetivo for explorar os conceitos humanos de vida em sociedade que Jesus fixou (acabando por revolucionar o mundo), aí temos muito o que discutir.

A verdade as vezes machuca!!!

Flávio (Funcionário público)

Falar sobre Jesus Cristo é algo muito dificil. Desmisficar ele como filho de Deus já é penoso, claro que ele foi apenas mais um mensageiro, assim como foi Muhammad. O importante a ser lembrado e isso é muito crucial é a existência de Deus, afinal o que ele quer de nós, não seria o caso de estudar essa questão tão intrincada sob novo prisma. E se nossa civilização, a quem vislumbre isso, não foi deixada aqui na terra para ver o quanto evoluimos e aonde chegaremos. Facil fazer esse raciocinio, de onde vieram os negros e os niponicos, a teoria da geração espontanea acaba ai. O criador já nos dá sinais do que vai acontecer, muitos serão chamados mas poucos os escolhidos e não é para embarcar numa arca rumo ao reino dos céus não é sim para a partida do homem aqui da terra. Os americanos e os russos já tem uma base orbital no espaço, e num futuro não muito distante teremos que nos mudar para Marte ou algum outro planeta, facil ver que o Sol vai nos engolir e a terra vai desaparecer. E isso não é biblico ou coisa que o valha, isso é ciência que nos mostra no dia a dia. O homem vai abandonar a terra para sobrevivencia da raça humana e não adianta ser testemunha de Jeová ou crente de toda ordem.

Hã?

starion (Advogado Autônomo - Criminal)

Qual a relevância dessa "matéria"? Velharias repetidas ou novidades obsoletas? O campo abordado deveria se restringir a outro tipo de publicação.

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