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Disputas sem fim

Até que amadureça, lei da guarda compartilhada causará divergências

Comentários de leitores

6 comentários

Não concordo!

Raphael S Baptista (Técnico de Informática)

Já que a justiça exige do pai a tal pensão, como que o pai vai trabalho para sustentar o filho? Financeiramente vai atrapalhar na educação do filho , como fica o pai solteiro? Como vamos trabalhar para sustenta-lo desde que a justiça estabelece uma pensão para darmos aos nossos filhos? a justiça vai exigir pensão também da mãe? Direitos tem que serem iguais em todos os pontos, ou não? Na lei divina é o Pai sustenta e a mãe educa, eu acho legal os pais ficarem com os filhos somente fds!

Os Alienadores estão preocupados

Levi G Lima (Funcionário público)

Interessante ver os comentários em tela contra a Guarda Compartilhada, nota-se evidentemente serem alienadores desesperados ou alienado que não abriram seus olhos para o mal que lhes fizeram. Achar que mãe é melhor que o pai ou vice versa, se não for falta de conhecimento é ignorância mesmo. Dizer que um pai ficou anos sem ver a filha e perdeu o vínculo e por isto não deve ter a guarda compartilhada é ir contra a norma do Direito que diz "ninguém pode alegar a própria torpeza a seu favor". Citar pais descuidados, ora isto existe, como existem mães e pasmem, tenho 23 anos de exercício na polícia judiciária, dos quatro homicídios em que o autor fora um dos genitores, em todos eles foram mulheres, então não me venham com fatos isolados. Em pesquisa recente, demonstrou-se que a maioria das agressões domésticas contra crianças são praticadas pela mãe, e quando são realizadas por homens, na maioria das vezes é o padrasto, logo, alguém que não possui laços de sangue com o ofendido. Sinceramente, creio que vocês alienadores e advogados que viviam da desgraça alheia devem estar desesperados, pois a "coisificação" das crianças que as transformavam em um objeto de propriedade de um dos genitores como ocorria com a guarda unilateral, não está para acabar, simplesmente acabou. Quanto ao amadurecimento da lei 13058/2014, informo-lhes, já nasceu madura e totalmente "no ponto", enganam-se aqueles que pensam que vão conseguir articular contra, exemplo disto é o que ocorreu durante o processo todo do trâmite da lei, diversas forças tentaram destruí-la, contudo não lograram êxito. Agora vem o discurso que nada mudou, pura idiotia, se nada muda-se o por quê tentaram de todas as formas evitar sua sanção. Para vocês somente um recado, melhor reconhecer e se adaptarem.

Erro de fundamento

Bruno Benfica Marinho (Procurador Federal)

Os autores do artigo cometem um equívoco de fundamento ao momento em que afirmam que nos termos da nova redação legal, a divisão equilibrada do tempo de convivência do menor com ambos genitores naturalmente no recinto de suas respectivas residências, representaria a aplicação do instituto da guarda alternada e não da guarda compartilhada.
Cometem claro erro os autores do artigo nessa afirmação, pois a alternância dos períodos de convivência dos filhos menores com cada um dos seus genitores não tem, e nunca teve, o condão de alternar propriamente a guarda do menor, que continua sendo exercida conjuntamente por ambos genitores.
Tampouco é aceitável a interpretação da nova redação oferecida pelo § 2° do art. 1583 que estabelece com clareza solar o princípio legal da divisão equilibrada do tempo de convívio do filho menor com ambos genitores no âmbito da guarda compartilhada.
A Equivocada visão dos autores do artigo quer fazer crer que a nova redação proposta para a disciplina legal da guarda compartilhada de filhos menores ainda esteja subsumida às figuras de um genitor principal e um outro secundário, sendo que nesse aspecto oferece uma interpretação flagrantemente alheia ao escopo da norma proposta, advogando uma assimetria entre genitores no exercício do poder parental mesmo no âmbito da guarda compartilhada, e nesse viés acaba por transformar a guarda compartilhada numa espécie de guarda unilateral mitigada, o que, como dissemos, refoge completamente ao sentido da proposição normativa.
Essa interpretação enviesada da nova norma é típica de escritórios de advocacia e consultorias formais e informais que lucram com a eternização de litígios nas Varas de Família.

Não tem nada de humano!

A justiça e mesmo cega (Psicólogo)

Porque na realidade quando os pais estão separados e se tornam amigos após o divórcio eles podem optar para que a criança viva com os dois, exemplo disso é a enfermeira separada que acorda as 5h da manhã deixa os filhos com o pai e vai trabalhar, não precisou de lei nesse caso eles ja exerciam a guarda compartilhada poque um confiava no outro, agora pega um pai ou uma mãe que vivem igual gato e cachorro deixa um pouco com um e com outro o que será dessa criança . Eu não vou nem citar o pai relapso que levou a criança no zoológico e não percebeu , gente?! não percebeu o perigo que essa criança tava correndo por que ???? Porque não convivia com o pai passava tempo com o pai ás vezes, duvido que essa mãe deixaria isso acontecer, isso se chama "zelo", que só a mãe tem, ela por lei de Deus exerce maternidade, escolhida para gerar, nutrir e cuidar, EX.: Um pai que não vê a 12 anos a criança e nem dava pensão vai querer ficar com o filha as vezes nem por amor , mas só para atingir a mãe, de quem nutre desafeto , e imagine que essa criança agora ja esta ficando uma mocinha, o "pai" será que verá essa "moça bonita "como filha somente?! Se nem participou de nada da vida da filha?! , e será que essa criança de 12 anos se sentirá bem com esse "pai" que ela não vê há anos?! (estou dando um exemplo de família desestruturada que corresponde a maioria nosso Brasil. O Brasil esta atrasadíssimo, se fossemos um país de 1º mundo,tudo bem a coisa ia funcionar, mas num país em que menores de idade mata e não são responsabilizados. Vamos repensar e colocar vertentes, essa lei não serve pra toda família brasileira.

Vão matar co respaldo na LEI!!!

A justiça e mesmo cega (Psicólogo)

Tenho um filho de 13 anos o pai dele me abandonou quando tinha apenas 6 meses, passei "fome", não trabalhava na época, só veio dar a pensão 4 anos depois, dizia que ia buscar o menino , eu arrumava ele todinho e dizia : __ Papai vem buscar o nenen ! (ele ficava todo feliz) , mas o papai não aparecia, nem pra dar uma ligada e avisar que não iria vir, uma vez aos 7 anos ele apareceu pedindo que eu deixa-se ele ficar com o Gabriel uns dias ,depois de anos sem vê-lo eu deixei, perguntei a Gabriel como tinha sido, ele disse: __ Mãe meu pai me obrigou a comer estrogonoffe , eu disse que não gostava, mas ele gritou e disse: COME SEU FILHO DA PUTA , na frente de todo mundo (pois era um refeitório ), ele só tinha 7 anos, Gabriel se decepcionou tanto, que hoje ao 13 anos não quer que se cogite nem a hipótese de morar com ele. Eu estou morando no Sul e todo ano meu filho vai para o Rio de Janeiro e fica um pouco na casa dos avós paternos e um pouco na casa dos meus pais, sempre foi assim,inclusive ja estava combinado que iria passar o Natal com meus pais e o ano novo com os avós paternos quando pra surpresa minha, minha mãe liga dizendo que ligou para os avós paternos,mas Gabriel não estava lá pois o pai o havia pegado, minha mãe então pediu o telefone dele do (pai do Gabriel) mas ninguém tinha, a desculpa foi que ele troca de celular toda hora?! E agora, nem eu pude falar com meu flho no Natal , se sem lei eles ja fazem o que fazem imaginem com respaldo da lei, tenho pena das nossas crianças do Brasil , que são estupradas, assasinadas pelos próprios pais, acho que a Dilma se esqueçeu do caso Isabela Nardoni e Bernardo apenas peço que eu não seje a unica voz a clamar por nossas crianças no deserto!

Aos Alienadores e outros Abutres.

Levi G Lima (Funcionário público)

Não era de esperar nada além disso de um artigo escrito por beneficiários da Alienação Parental, é evidente estão querendo descreditar da Lei 13058/14 até porque é o fim de ganhos fácieis em dentrimento a saúde psicológica de milhões de crianças vítimas da SAP. Citaram Grisald Filho fora de contexto, dando uma falsa impressão que guarda compartilhada e guarda alternada são a mesma coisa. Guarda alternada nada mais é que uma modalidade que guarda unilateral (que é visivelmente prejudicial) na qual, durante um lapso de tempo troca-se o detentor. Guarda compartilhada é muito mais humana, não sendo o filho mais um objeto como explica Grisald Filho: "A guarda compartilhada ou conjunta é um dos meios de exercício da autoridade parental, que os pais desejam continuar exercendo em comum quando fragmentada a família. De outro modo, é um chamamento dos pais que vivem separados para exercerem conjuntamente a autoridade parental, como faziam na Constancia da união conjugal." e ainda o próprio Grisald alerta "As vistas periódicas têm efeito destrutivo sobre o relacionamento entre os pais e filhos, uma vez que propicia o afastamento entre eles, lenta e gradual, ate desaparecer, devido às angustias perante os encontros e as separações repetitivas.". Maria Berenice Dias aduz: "Deve-se ainda atentar que o divórcio, a dissolução da união estável ou mesmo a separação para os que ainda a aceitam, jamais irá alterar o poder familiar, o que ocorre é que com a guarda – aqui se refere a guarda unilateral - esse poder acaba se enfraquecendo, já que ao guardião é dada uma parcela maior de poderes, restando ao outro, poucas chances de ordem, já que ao genitor não guardião fica apenas o direito de visita e não uma convivência igual ao do genitor que detém a guarda.".

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