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“Eleições de 2014 são página virada”, diz Toffoli ao diplomar Dilma

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Comentários de leitores

15 comentários

Só não entendeu quem não quiz!

Citoyen (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

Se ministro eu fosse, naquele instante, dos mais vergonhosos da magistratura, eu teria me levantado e saído do salão!
Após 54 anos de advocacia, jamais poderia imaginar que um ministro da corte constitucional e ministro presidente de uma corte eleitoral proferiria tão enorme eretilidade jurídica herege!
S. Excelência feriu de morte o disposto no artigo 95, parágrafo único, inciso iii, da constituição, manifestando-se antecipadamente sobre matéria que poderá ser objeto de futura manifestação daquele tribunal, que preside, numa atividade político-partidária !
Se fosse eu ministro, hoje haveria um cargo vago naquele eg. Tribunal, porque minha resignação voluntária estaria, desde aquele momento, após ter tido a desdita de ouvir aquela triste aleivosia a todos os preceitos e princípios do exercício da magistratura, numa mesa da corte. Mas a minha grande pergunta: eu estou enganado ou houve, mesmo, uma grave infringência a disposições vigentes da loman? __ os demais ministros presentes, sejam do eg. Stf, sejam do próprio eg. Tse, estão mudos, ficaram mudos, até agora! __ mas isto significa que eles subscreveram, ipsis verbis et ipsis litteris, tudo quanto o ministro presidente do eg. Tse afirmou em sua saudação?
É importante isso, porque, se todos acharam normal a afirmativa, esta demonstrado porque o judiciário brasileiro deverá ter a mesma natureza do judiciário francês e perder, eu disse perder, o seu "status" de poder. O judiciário nada mais é que um órgão de justiça, subordinado a algum dos poderes, legislativo ou executivo. No caso francês, está submetido ao executivo; no caso brasileiro eu preconizo que seja ao legislativo. Mas "poder" não é, porque se é harmônico, não é independente, como quer o artigo 2º da const.

Oito ou oitenta

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Uma das características mais comuns do cidadão comum brasileiro é não saber contextualizar históricamente as diversas situações. É comum, por exemplo, apesar do caótico sistema de telefonia que temos no País hoje alguém dizer que há 20 anos era pior. Claro que era, pois a tecnologia na época era outra, mas o fato é que nós não soubemos utilizar em toda a sua extensão a evolução tecnologia ocorrida nos ultimos anos, pelo que o sistema de telefonia é ruim e caro. O raciocínio do Daniel André Köhler Berthold (Juiz Estadual de 1ª. Instância) segue por essa linha, muito embora como juiz o comentarista deveria saber pensar de forma um pouco mais racional. Ninguém está defendendo a volta ao sistema anterior ao de urnas eletrônicas, sepultado há duas décadas, porque desde essa época as coisas evoluíram. O que se defende é que na linha do que ocorre em todos os países verdadeiramente democráticos, que usam as urnas eletrônicas com extrema precaução, em fase experimental ainda, é uma maior transparência no funcionamento do sistema, de modo a que ao menos os mais alienados possam acreditar que votaram e alguém e esse voto foi computado.

Saudades?

Daniel André Köhler Berthold (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

Certo, boas mesmo eram as urnas de lona, com votos em papel, em que centenas de milhares de mesários identificavam a vontade do eleitor... Nunca vi uma recontagem de votos dar o mesmo resultado da contagem anterior. Isso era bom e à prova de fraudes?
Os Técnicos do TSE não são Deus. Não digo que o sistema seja infalível. O que digo é que há mecanismos (explicados no meu outro comentário) que detectariam falhas (fossem intencionais ou não). E nunca li (nem nas famosas redes sociais) nada consistente em relação a isso.
Ademais, as urnas são distribuídas, pelo TSE, a 27 TREs. Os Técnicos desses Tribunais são concursados, isto é, não nomeados conforme o partido a que estejam filiados.

As possibilidade são muitas

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Outra questão que vem passando despercebida é a possibilidade de adulteração do resultados através da conjugação entre software e hardware maliciosos, algo muito pouco comentado mas que vem sendo objeto de análises mais aprofundadas a partir das denúncias de Edward Snowden. Segundo ele, em conluio com o Governo Americano as empresas introduziram nos hardwares chips não documentados que possibilitam brechas de segurança através do uso de softwares apropriados. Um exemplo bem comentado no meio especializado é a parcela dos processadores encarregada de fornecer ao sistema operacional números aleatórios, usados geralmente para operações de criptografia. Segundo as suspeitas, com a adulteração feita esses números aleatórios não seriam tão aleatórios assim, possibilitando que quem conhece a adulteração seja capaz de decifrar dados criptografados com base na identificação dos números que deveriam ser aleatórios (usados inicialmente na operação de criptografia). Na época que essas informações foram divulgadas fiz uma averiguação relativa aos softwares que usamos, e descobri que o pessoal do kernel do linux já tinha sacado essa jogada há vários anos, introduzindo por precaução uma camada extra de segurança reembaralhando os dados antes da utilização pelo sistema operacional. O grande trunfo dessa falha (que não é bem uma falha, mas "portinha" aberta propositadamente) é que quem audita o software não encontra nada comprometedor já que os resultados só vão aparecer na conjugação entre software e hardware, sendo certo que somente empresas de altíssima tecnologia teriam condições para decifrar o hardware e encontrar algo, a um custo astronômico. Não é sem motivo que as urnas eletrônicas são pouco usadas em democracias verdadeiras.

Se o povo soubesse, já tinha queimado todas as urnas

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Dada a necessidade de implementar ferramentas básicas para uso no escritório, conheço um mínimo de programação e posso dizer que em um código fonte de 1 milhão de linhas um único caractere é capaz de mudar completamente o funcionamento do software. No caso das urnas eletrônicas brasileiras, todos os especialistas (de verdade) são unânimes em dizer que inexiste qualquer segurança, já que o código fonte do programa da urna eletrônica é extremamente extenso e complexo, tornando muito caro e complexo uma auditoria completa. Ademais, muito embora nenhum programador ou empresa de desenvolvimento de software deixe isso claro aos usuários, todo programa é na verdade uma caixinha de surpresas até para quem o desenvolve porque a possibilidade de erros é imensa. Para quem não sabe, vírus de computador atuam explorando falhas dos sistemas, muito embora por razões puramente mercadológicas as empresas não esclareçam essa situação aos usuários. A propósito, a história nos mostra falhas monumentais em programação. Há poucos meses, por exemplo, foi descoberta uma falha na biblioteca openssl, que ficou conhecida como "Heartbleed" e comprometeu praticamente todos os softwares que fazem uso de criptografia e afetando quase todos os grandes portais. A falha está lá desde sempre, e só agora foi efetivamente descoberta, mostrando-nos como é difícil auditar softwares com total eficiência, embora o código fonte neste caso seja relativamente pequeno e está disponível a qualquer um desde há muitos anos. A urna eletrônica brasileira só será efetivamente segura quando se tornar possível uma auditoria real, profunda, tanto do software quanto do hardware utilizado, o que só será possível simplificando o código e empregando as dotações monetárias necessárias.

Teoria da conspiração em ação

Daniel André Köhler Berthold (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

Toda urna eletrônica é um computador, no qual, na fase oficial, são inseridos os dados dos candidatos e, para a de cada Seção Eleitoral, os dos respectivos eleitores. Não têm conexão externa ("internet" nem "intranet").
Feita a oficialização, são sorteadas algumas urnas, que vão para uma votação extraoficial, como se fosse verdadeira. Essa votação extraoficial é aberta. Ao final, confere-se o que as pessoas votaram abertamente com o Boletim de Urna (BU).
Nunca vi notícia (nem mesmo nas famosas redes sociais) no sentido de que tivesse havido divergência nessa votação extraoficial.
Se todas as urnas fossem fraudadas (p.ex.: 20% dos votos de A serão contados para B), isso apareceria nessa votação extraoficial.
Cada urna, ao final, emite um BU e grava o resultado em "pendrive". Quem tiver alguma dúvida, pode comparar o resultado oficial da Seção, divulgado pelo TRE, com o BU.

Nota da Redação - comentário ofensivo Comentário editado

Gusto (Advogado Autônomo - Financeiro)

Comentário ofensivo removido por violar a política do site.

Esse min...

Palpiteiro da web (Investigador)

Esse min. Dias Toffoli é uma vergonha para o país. Chegou onde está por ser um autêntico puxa-saco e, não, por MÉRITO.

"...nova consciência de moralidade pública”.
Desde quando petralha sabe o que MORAL?

“Não é uma nova lei que vai resolver".
Aqui é um incentivo a criminalidade. Se não tem lei, ninguém pode ser punido.

Realmente, o país foi entregue as mãos de pessoas sem condições de gerir um carrinho de cachorro quente, quanto mais uma nação.

Que medo!

Fernando Lira (Outros - Internet e Tecnologia)

É o Foro de SP agindo! Que medo! rsrs

Página virada, realmente.

Lauro Soares de Souza Neto, advogado em Marília-SP (Advogado Autônomo - Criminal)

Porque o candidato Aécio, inocentíssimo - para dizer o mínimo - acreditou na idoneidade da máquina caça níquel, eps, digo, urna eletrônica, e achou que os votos seriam computados com seriedade. Também creu na imparcialidade dos PeTistas, achando que Tóffoli está hoje na presidência do TSE por coincidência. Os militares, definitivamente, não eram de nada! Se fossem vorazes mesmo, talvez essa corja não estivesse aí. E a explicação mais didática sobre a urna eletrônica foi dada na entrevista do professor Diego Aranha numa noite dessas, no programa do Danilo Gentile (vale a pena ver no youtube). Pelo que ele conta, agora não tem mesmo como conferir mais nada. Por isso, está certo o ministro petista: A eleição 2014 é páginas virada.

A devastação moral

Isaias João (Advogado Autônomo - Civil)

Isto é apenas a ponta do iceberg de um país que perdeu todos os seus alicerces éticos e onde reina o relativismo moral. Devastaram os alicerces da tradição, moral e dos bons costumes, que foram construídos através de séculos de existência, tudo isto em pouco mais de uma década, e agora riem e se confraternizam diante do que criaram.

Seriedade eu?

João B. G. dos Santos (Advogado Autônomo - Criminal)

Este petista travestido de ministro do STF deveria ter vergonha da própria existência . Desconhece ética e externa militância.

Quem é smartmatic e para que serve

Bonasser (Advogado Autônomo)

Caro editor favor cambiar o texto, este sem erro, grato.
--------------------------/>Se esse tribunal fosse de fato serio viria a publico e explicava à Nação a tramoia junto a esse empresa SAMARTMATIC, que por onde passou deixou um rastro de fraude e elegeu quem não tinha cacife par o ser. Foi nas Filipinas, Venezuela, em outros paisecos do cone sul que no momento não me vem à memoria, no Brasil e para completar foi expulsa dos EEUU por maracutaia, sabe-se que mantem endereços fantasmas somete para inglês ver...
Um marmota criada pelos assassinos irmãos castro junto com técnicos da Venezuela justamente, para fraudando as urnas, os comunistas dos países que formam o tal foro de são paulo permaneçam nos comandos ad eternun, e isso não é coisa de síndrome da conspiração coisa nenhuma é o que rola em todas as redes sociais.
O tribunal tem que vir a publico e explicar o que vem a ser a tal "calibração de urnas", talvez preparação para fraudar, e por quem foi feita e como essa empresa foi contactada para tal...se as urnas ficam sujeitas à rede net externa e se no momento da votação há a existência de uma INTRANET do Tribunal sob o comando de quem (SMARTMATIC)? Pois se há uma intranet, não há probabilidade de fraude e sim certeza, de acordo com especialistas do ramo...por que até agora não se fala nisso? Qual é o tabu quanto a esse tema...se não há problemas, que se informe a todo o País como uma boa Instituição publica que é e pratique a transparência em todos os níveis para que não reste nenhuma duvida...é fácil, respondam aos anseios da sociedade que espera na legalidade que se cumpra com o que prescreve o exercício da Democracia correspondente ao tema.

ditadura?

WLStorer (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Se é verdade que “vivemos num país em que a verdade não tem mais medo de aparecer. Num país que não tem medo de discutir crimes e arbítrios que aconteceram durante a ditadura militar”, então a população deve saber que a ditadura militar é fichinha perto dos crimes e arbítrios que vêem acontecendo nos últimos doze anos. O Brasil foi transformado num campo de concentração de dar inveja aos nazistas.

Quem é smartmatic e para que serve

Bonasser (Advogado Autônomo)

Se esse tribunal fosse de fato serio viria a publico e explicava à Nação a tramoia junto a esse empresa SAMARTMATIC, que por onde passou deixou um rastro de fraude e elegeu quem não tinha cacife par o ser. Foi nas Filipinas, Venezuela, em outros paisecos do cone sul que no momento não me vem à memoria, no Brasil e para completar foi expulsa dos EEUU por maracutaia, sabe-se que mantem endereços fantasmas somete para inglês ver...
Um marmota criada pelos assassinos irmãos castro junto com técnicos da Venezuela justamente, para fraudando as urnas, os comunistas dos países que formam o tal foro de são paulo permaneçam nos comandos ad eternun, e isso não é coisa de síndrome da conspiração coisa nenhuma é o que rola em todas as redes sociais.
O tribunal tem que vir a publico e explicar o que vem a ser a tal "calibração de urnas", talvez preparação para fraudar, e por quem foi feita e como essa empresa foi contactada para tal...se as urnas ficam sujeitas à rede net externa e se no momento da votação há a existência de uma INTRANET do Tribunal sob o comando de quem (SMARTMATIC)? Pois se há uma intranet, não há probabilidade de fraude e sim certeza, de acordo com especialistas do ramo...por que até agora não se fala nisso? Qual é o tabu quanto a esse tema...se não há problemas, que se informe a todo o País como uma boa Instituição publica que e pratique a transparência em todos os níveis para que não reste nenhuma duvida...é fácil, respondam aos anseios da sociedade que espera na legalidade que se cumpra com o que prescreve o exercício da Democracia correspondente ao tema.

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