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Comentários de leitores

5 comentários

Já era tempo!...

Og Sousa (Advogado Autônomo - Civil)

ninguém aguentava mais o velho cpc...

Evoluiu, mas falta mais...

Og Sousa (Advogado Autônomo - Civil)

O novo cpc veio já atrasado, imaginem trabalhar com um código de 1973!? 4 décadas. Agora é modificar a legislação esparsa retrô, senão na adianta!...

não vai melhorar nada, pois não melhorou a triagem na

analucia (Bacharel - Família)

não vai melhorar nada, pois não melhorou a triagem na primeira instância, uma vez que focou mais nos problemas recursais.

Boas ações...

Diego Araujo Granjeiro (Advogado Autônomo - Criminal)

De acordo com a redação sumária que fiz do novo CPC, é possível a constatação que o mesmo veio para preencher eventuais lacunas existentes na legislação em vigor. Cabe observar que houve notória influência deste jurista que ao meu ver é um dos mais esclarecidos no assunto. De certo, pode se afirmar que o novo código prima pelo princípio da celeridade, em muito acompanhando o direito alemão. Logicamente, ainda há muitos pontos a serem melhorados, porém em prima face, observa se um avanço significativo frente a morosidade do judiciário que traz a luz da verdade uma insegurança jurídica plena, devido principalmente a letras mortas do código e ineficácia da aplicação da norma pelo Estado. Tal manifestação se mostra condizente com os anseios da sociedade e com a real certeza acredito que tais inovações ajudarão o poder judiciário a assegurar a aplicação da lei mais célere e efetiva, garantindo a efetiva tutela jurisdicional a toda a sociedade.

Novo cpc, e daí?

WLStorer (Advogado Autônomo - Previdenciária)

"O novo CPC vai "propiciar não só maior acessibilidade do cidadão ao sistema de jurisdição estatal ou aos modelos alternativos de composição dos litígios mediante conciliação, arbitragem ou mediação, mas conferir, também, real efetividade à cláusula constitucional que assegura a todos os cidadãos o direito à prestação jurisdicional sem dilações indevidas." Que ótimo! Mas... "O reajuste dos serviços prestados pelos cartórios paranaenses, determinado por um decreto do Tribunal de Justiça (TJ), colocará o Paraná entre os estados do Sul e Sudeste onde as custas extrajudiciais são mais caras. O TJ determinou um aumento geral de 45% nas custas não só dos cartórios extrajudiciais, mas também das serventias judiciais" (Gazeta do Povo).

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