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Histórias do horror

Casos relatados pela CNV mostram que violência é marca do Estado brasileiro

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Comentários de leitores

6 comentários

Walking dead

Persistente (Outros)

É uma pena que este espaço tenha se convertido em território das viúvas e das crias de Pinochet, Médici, Videla, Stroessner...

A morte do Capitão Mendes Junior por Lamarca

Oficial da PMESP (Oficial da Polícia Militar)

Lamarca, Fujimore e Sobrosa afastaram-se e formaram o “Tribunal Revolucionário”. Decidiram que o então Tenente seria “justiçado”. Dada a sentença, os três retornaram. Acercando-se por trás do oficial,Yoshitame Fujimore desfechou-lhe violentos golpes na cabeça, com a coronha do seu fuzil. Caído e com a base do crânio partida, esse bravo oficial da Polícia Militar do Estado de São Paulo gemia e contorcia-se em dores. Foi quando Diógenes Sobrosa de Souza desferiu-lhe outros golpes na cabeça, esfacelando-a. Ali mesmo, numa pequena vala e com seus coturnos ao lado da cabeça esmagada, o tenente Mendes foi enterrado em cova muito rasa. Seu corpo só seria localizado 4 meses depois. Um auxiliar de necropsia que participou do exame do corpo do Tenente Mendes a época dos fatos assim relatou: "FORAM TANTAS AS CORONHADAS E TAMANHA FOI SUA DOR QUE O MESMO SOFREU ENGULHO ESCROTAL DEVIDO A DOR LASCINANTE. A rigidez cadavérica apresentava o sinal típico do ‘RISO SARDÔNICO’ normalmente presente quando de mortes precedidas de enorme sofrimento .
Em outras palavras, seu suplício foi tal que seus testículos retraíram-se violentamente devido as dores para dentro para dentro da bolsa escrotal e cavidades testiculares assim como seu rosto, via músculos da face retraíra-se devido as ondas de grande dor desfigurando-o. Sim, a dor por ele sentida ainda em vida foi desumana e bestial.
Os detalhes de sua morte dolorosa e excruciante foram omitidos da tropa a mando do Comando que receava que a desumanidade viesse a tocar ao serviço e a missão de oficiais e praças em sua justa revolta."

Verdade editada

Observador.. (Economista)

Ao ser informado que deveria passar o comando de sua unidade , pelo Brigadeiro Wanderley, o Cel Alfeu se recusou, tendo desferidos dois tiros - um acertou abaixo do olho do Brigadeiro - tendo sido morto em seu gabinete devido a reação do ajudante-de-ordens do Brigadeiro.
Toda vez que uma história é editada, retirando-se parte dos fatos, deixa de ser História e passa a ser outra coisa.
Qual o propósito ?

Verdade "seletiva"

Rivadávia Rosa (Advogado Autônomo)

Não há eqüidade e honestidade moral em razão da “memória seletiva” cuja consequência é a “verdade seletiva”.

O fato é que mediante ativa e permanente campanha midiática - foram e são reiteradamente denunciados supostos crimes que teriam ocorrido no Regime Militar, porém, omitindo-se perversamente os crimes do ‘esquerdismo’, provocados pela subversão armada.
Assim, e, segundo esta nova visão – somente a os órgão da repressão cometeram crimes e com essa percepção distorcida passam a ‘identificar e a denunciar’ retrospectivamente cada vez mais os ‘excessos da ditadura militar’, superdimensionados unilateralmente para impor ao País uma nova memória e seletiva em que não houve excessos equivalentes que devem ser perdoados reciprocamente pela Lei da Anistia.
Assim, movidos pelo ódio revanchista querem erigir como verdade a existência de um só excesso, um só ‘demônio’, cuja recordação é revivida depois de setenta anos, mantendo as feridas abertas eternamente.

"tu quoque"

Alex Wolf (Estudante de Direito)

Faço minha as palavras do Praetor. "Uma comissão que se recusa a investigar as atrocidades cometidas pelos terroristas não merece ter suas conclusões seriamente consideradas. Falta muita "verdade" nisto aí." Essa conversa de que o pessoal da esquerda estava combatendo a ditadura, é conversa fiada. Está mais que provado que eram eles que queriam uma ditadura - o comunismo - e, com isso tornar o Brasil um satélite de Cuba, da China e da ex-União Soviética. Para combater a suposta ditadura, não precisavam pegar em armas; bastava fazer como bem o fizeram Ulysses Guimaraes, Franco Montoro, Paulo Brossard, Pedro Simon e tantos outros.

Falta credibilidade

Prætor (Outros)

Uma comissão que se recusa a investigar as atrocidades cometidas pelos terroristas não merece ter suas conclusões seriamente consideradas. Falta muita "verdade" nisto aí.

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