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Era das mulheres

Três desembargadoras concorrem a vaga no TST

As desembargadoras Maria Doralice Novaes, Maria Helena Mallmann e Luíza Aparecida de Oliveira Lomba concorrerão à vaga deixada pela aposentadoria do ministro Carlos Alberto Reis de Paula no Tribunal Superior do Trabalho. A lista foi definida pelo plenário da corte nesta segunda-feira (28/4).

Uma das desembargadoras será indicada pela presidente Dilma Rousseff para passar por sabatina e votação no Senado. Em caso de aprovação, o nome da escolhida volta para o gabinete da presidência a fim de ser efetivamente nomeada.

Desde a nomeação da ministra Rosa Weber para o Supremo Tribunal Federal, em 2011, o TST não tinha uma juíza de carreira indicada para seus quadros. Atualmente, a última instância da Justiça do Trabalho conta com cinco magistradas entre seus quadros: Maria Cristina Peduzzi, conselheira do Conselho Nacional de Justiça, Maria de Assis Calsing, Dora Maria da Costa, Kátia Magalhães Arruda e Delaíde Alves Miranda Arantes .

Na Justiça Trabalhista, as mulheres ocupam 48,8% do total de cargos providos de juiz, os homens, 51,2%.

Biografias
A paulistana Maria Doralice Novaes é presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região. É formada em Direito pela FMU e pós-graduada em Direito Processual Civil pela Pontifícia Universidade Católica. Estreou na magistratura em 1981 como juíza trabalhista. Em 1995, foi promovida ao cargo de desembargadora do TRT.

Natural de Estrela (RS), Maria Mallmann é atualmente desembargadora do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS). Formada em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), ingressou na magistratura em 1981. Duas décadas depois foi nomeadas desembargadora do TRT, do qual foi vice-presidente, no biênio 2009-2011, e presidente (2011-2013).

Luíza Lomba, do Tribunal Regional Trabalhista da 5ª Região, é formada em Direito pela Universidade Católica de Salvador. Em 1989, foi empossada como juíza do trabalho substituta. De 1993 a 2006, foi titular das Varas do Trabalho de Jequié e da 3ª e 5ª Varas do Trabalho de Salvador. Tornou-se desembargador do TRT em 2006, ao assumir vaga deixada por Horácio de Senna Pires, nomeado ministro do TST. Com informações da assessoria de imprensa do TST.

Revista Consultor Jurídico, 29 de abril de 2014, 20h52

Comentários de leitores

1 comentário

Desembargador?

Eduardo.Oliveira (Advogado Autônomo)

Já não havia decisão do CNJ afirmando que a designação "Desembargador" não se aplica aos membros da Justiça do Trabalho, mesmo em segunda instância?
Como dizia John Milton (representado por Al Pacino): "... "a vaidade é o meu pecado favorito...".

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