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Comentários de leitores

5 comentários

Esperança

Jesus Pereira (Procurador Federal)

A decisão da Corte de Justiça portuguesa, contra a maré das ideologias de pseudos-direitos, dá-nos a esperança de que ainda haverá sensatez naqueles que julgam decidindo a vida e a sorte dos mais frágeis entre os frágeis.
Deus salve Portugal!
@jobal: a oposição ao aborto, embora integre as convicções dos espíritas, não depende de entendimentos do espiritismo. Está enraizada no cristianismo e é princípio de direito natural alcançado pela busca racional e honesta da Verdade. Inclusive por meio da ciência medica.

Um avanço e, desta vez, na direção correta

Paulo H. (Advogado Autônomo)

Que o nascituro não é "uma víscera da mãe", mas uma vida humana, e, portanto, merecedora de todo o reconhecimento e dignidade, deveria ser uma obviedade.

Biblia e o Espiritismo

alvarojobal (Advogado Autônomo - Civil)

A maior oposição ao aborto esta na Bíblia, mas a conotação envolve os entendimentos do Espiritismo, como vejamos:
Leitura bíblica (Lucas 1,39-56)
Naqueles dias, Maria partiu em viagem, indo às pressas para a região montanhosa, para uma cidade da Judéia. Entrou na casa de Zacarias e cumprimentou Isabel. Logo que Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino saltou em seu seio, e Isabel ficou cheia do Espírito Santo e exclamou em alta voz: “Tu és bendita entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! E como me é dado que venha a mim a mãe de meu Senhor? Pois assim que chegou a meus ouvidos a voz de tua saudação, o menino saltou de alegria em meu seio. Bem-aventurada aquela que acreditou que se cumpriria o que lhe foi dito da parte do Senhor!” – Palavra do Senhor.

Coerente e exemplificativo para o Brasil

Everson Mendes (Advogado Sócio de Escritório - Comercial)

A decisão enaltece mais uma vez o direito português, que na realidade se traduziu em direito da humanidade, como destacado, o bebê não é uma víscera da mãe, mas outro ser humano. Decisão que inclusive fortalece a luta contra o aborto, se a mãe não desejar o filho, é direito dela, colocando-o em adoção após o parto, mas o direito à vida ele já adquiriu.

Muito coerente

Zé Machado (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Com essa perfeita coerência, espera-se que universalmente se afaste qualquer possibilidade de se agredir o nascituro, ou seja, desde a concepção e, não somente a partir do nascimento com vida.

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