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Investigações embaraçadas

Leia denúncia contra familiares de Paulo Roberto Costa

O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e alguns de seus familiares, segundo o Ministério Público Federal, “impediram e embaraçaram” a investigação da Polícia Federal que levou à operação lava jato. É o que diz o MPF em denúncia oferecida à Justiça na última segunda-feira (21/4). O documento diz que duas filhas e dois genros de Costa retiraram provas do escritório dele enquanto a PF tentava conseguir a chave da sala para cumprir mandado de busca e apreensão, em março.

A polícia havia deixado o local para localizar a chave e, quando voltou, foi informada pelo setor de segurança do prédio sobre a ocorrência de uma “movimentação estranha”. Imagens das câmeras de segurança mostram o grupo descendo o elevador no mesmo dia da operação com mochilas, sacolas, notebook e outros objetos. Segundo a denúncia, eles levaram documentos e dinheiro, atendendo ordem do ex-diretor da Petrobras.

Ele responde a outras acusações por suposto envolvimento em esquema de remessa ilegal de divisas ao exterior e lavagem de dinheiro. Segundo a PF, os crimes eram liderados pelo doleiro Alberto Youssef. Costa tornou-se suspeito após a investigação ter identificado que ele ganhou de Youssef um veículo no valor de R$ 250 mil. A defesa diz que ele recebeu o automóvel como resultado de uma consultoria. Youssef também nega as acusações.

Clique aqui para ler a íntegra da denúncia.

Revista Consultor Jurídico, 25 de abril de 2014, 21h35

Comentários de leitores

1 comentário

Legítima defesa da liberdade de seu pai...

Zelia ADV1 (Advogado Assalariado - Tributária)

Penso que a conduta da filha e do genro está amparada pela excludente de culpabilidade, já que era inexigível uma conduta diversa.
Pior que a conduta dos familiares, foi a incompetência da PF que só fez a busca e apreensão horas após a prisão, sendo perfeitamente previsível a destruição de provas por parentes próximos.
E a Corregedoria da PF? Não vai punir os responsáveis pela lambança?

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