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Sinesp Cidadão

Aplicativo permite identificar procurados pela Justiça

O Ministério da Justiça lançou nesta quinta-feira (24/4) o Sinesp Cidadão, um aplicativo gratuito para celulares que possibilita a identificação de pessoas procuradas pela Justiça. O programa conta com base de dados de 352 mil mandados de prisão.

Para consultar se a pessoa tem condenação na Justiça ou se há ordem de prisão contra ela, é preciso digitar dados como nome completo ou número de algum documento de identificação (RG, CPF, título de eleitor, carteira de trabalho e passaporte).

No caso de haver nomes iguais ou semelhantes, o aplicativo disponibiliza mais dados, como nome da mãe ou data de nascimento. Outra opção é refinar a busca com detalhes como órgão expedidor do documento ou número do processo ou mandado.

Ao lançar o aplicativo, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, ressaltou que, quando uma política de segurança pública integra a sociedade, é possível alcançar bons resultados. “Essa interação da sociedade com a segurança pública tem um valor inestimável. Sem informação e sem integração não se faz nada em segurança pública”, disse. Cardozo lembrou que, além dos cidadãos, os policiais também poderão ter acesso rápido aos mandados.

A plataforma lançada hoje é um novo módulo do aplicativo Sinesp Cidadão que, atualmente, permite a consulta de veículos roubados. Com o aplicativo instalado no celular, basta escolher o módulo de consulta a mandados. O aplicativo está disponível para usuários do sistema operacional Android e, em dez dias, estará também na Apple Store. Com informaçãoes da Agência Brasil.

Revista Consultor Jurídico, 24 de abril de 2014, 20h46

Comentários de leitores

1 comentário

CNJ - Consulta Mandado Prisão

Sergio Soares dos Reis (Advogado Autônomo - Família)

Em 27-10-2.013, CONJUR, título (Obrigar hotéis a consultar ordens de prisão é inconstitucional, já trazia esta disponibilização pelo CNJ.
(...)
Na última semana foi aprovado, em Vitória, projeto de lei municipal que obriga hotéis, motéis, pousadas e similares a cadastrar todos os hóspedes e, em seguida, pesquisar no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP).
Na opinião de especialistas ouvidos pela ConJur.. . Segundo eles, o fato de o banco de dados ser de livre acesso (clique aqui para ver).
Sérgio - s_s_reis@yahoo.com.br

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