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Comentários de leitores

6 comentários

Solução!

SCOTLAND (Advogado Autônomo - Civil)

Se inteirando sobre como funciona o regime político Democracia Direta
Plebiscito ou referendo são formas de votação popular para escolhermos a forma de governo DEMOCRACIA DIRETA, que concorrerá com a manutenção da forma atual. REFERENDO é a forma de termos o texto de lei pronto, de como queremos realmente que a DEMOCRACIA DIRETA seja, sem comprar gato por lebre como no plebiscito há esta possibilidade, pois você aprova só um nome dum regime, mas não como ele deverá ser nem na essência e ai há que se ter ATENÇÃO.
O REFERENDO, que melhor atende as necessidades de mudança em nosso sistema governamental, deve ser evocado pelo congresso ou senadores, e uma vez que nos representam pode ser pela vontade expressa do povo, que não atendida por negativa escrita, se previamente expressado tal desejo oficialmente, a quem incumbi instituir o referendo, para ser votado por todos os brasileiros como a DEMOCRACIA DIRETA deverá ser exercida por nós num texto de lei pronto, ou seja, já existirá escrito todas suas premissas apresentadas para a população votar, ENTÃO, o povo brasileiro poderá impetrar um Mandado de Segurança Coletivo a fim de obter judicialmente esta votação popular.
Denominando-se Democracia Direta ao ser colocada para votação, um novo regime político será vivenciado no Brasil com semelhança a seguinte forma:
DEMOCRACIA DIRETA NO BRASIL
É um Regime Político pelo qual
todos os cidadãos de um país,
num sistema através da internet,
formam a assembléia popular virtual,
pela qual tomarão as decisões, através de votação
no site E-Democracia, moralizaremos o país!
Votando todo ato governamental!

Endosso

amigo de Voltaire (Advogado Autônomo - Civil)

Faço minha a sua cólera!

Erros e Acertos

Pethê Nomás (Engenheiro)

O articulista acerta em cheio quando exprime o sentimento que acomete todos os contribuintes quando pagam impostos extorsivos que revertem em absolutamente nada. Aliás, mereceria um prêmio Nobel o jurista que encontrasse um caminho juridicamente viável para permitir que os contribuintes pudessem depositar seus tributos em juízo, condicionando sua utilização à efetiva comprovação da honestidade e correção do uso que os governantes pretendam dar a ele.
Acreditar no conserto dos desmandos pela via do voto é uma balela, já que nosso sistema político, com raras e honrosas exceções, só nos possibilita trocar um desonesto por outro. Contar com um “salvador da pátria” também não funciona, pela simples razão de que os milhões de políticos e funcionários públicos que hoje desfrutam de um padrão de vida muito acima dos seus rendimentos, não vão de uma hora para outra rebaixar seu padrão e explicar para suas famílias que tudo era produto de corrupção. A sociedade brasileira precisa entender que a única maneira de reduzir a corrupção é reduzir o tamanho do Estado e criar mecanismos mais apurados de controle pela sociedade civil.
Porém, o articulista erra ao atribuir exclusivamente à falta de planejamento a situação do abastecimento de água em São Paulo. Obras hidráulicas são dimensionadas com base no histórico climático, abrangendo períodos variáveis de tempo em função da importância da obra. Isto vale para controle de enchentes e também para o abastecimento de água.
Eliminar qualquer possibilidade de falta d’água, exigiria dimensionar o sistema para condições como as do deserto de Atacama, local mais seco do planeta onde chove uma vez a cada 8 anos. Seria um evidente desperdício de dinheiro público. O melhor é incentivar a economia de consumo.

Comentário extemporâneo, mas válido

J.Koffler - Cientista Jurídico-Social (Professor)

Não posso concordar com o comentário despropositado e agressivo de dinarte bonetti (Bacharel - Tributária). Descabido e desrespeitoso, posto que o douto articulista Raul Haidar nada mais fez que ratificar uma verdade insofismável e histórica. Aliás, uma incômoda e altamente polêmica verdade que mancha a imagem do nosso País de maneira indelével, situando-o no grupo das nações que desprezam suas sociedades e privilegiam apenas as benesses políticas e a perpetuação em cargos públicos.
Certíssimo o professor Haidar, embora, com todo respeito, extemporâneo. Essa realidade é mais que histórica, é inerente aos nossos políticos em sentido lato - ressalvadas algumas raras exceções que, de tão raras, sucumbem ante a práxis generalizada e hedionda da malversação dos recursos públicos.
Há pelo menos duas décadas que venho denunciando esse nefasto fenômeno e, sim, concordo com o articulista com o fato de que a desobediência civil seria mais que cabível, sem qualquer chance de gerar reação por parte da Justiça.
As largas massas ignaras e alienadas desconhecem dita realidade e caminham como ingênuos cordeirinhos rumo ao matadouro nacional. Isso é até certo ponto natural. Agora, quando essa torpe postura é assumida pelo empresariado nacional, pelos intelectuais, pela Academia, e pelo substancial grupo das micro e pequenas empresas, a incompetência estatal assume dimensões de gravíssimo crime contra a sociedade. E isso sim, deve ser inibido.
Se apenas parcelas isoladas se insurgirem contra essa gastança sem limites (e sem retornos equivalentes) dos poderes governamentais, certamente que serão severamente punidas pela esganada Fazenda Federal. Mas imaginem se fosse a expressiva maioria?...

Nervosismo exacerbado

dinarte bonetti (Bacharel - Tributária)

Dr. Haidar perdeu as estribeiras. Talvez seja pertinente voltarmos a ditadura, prendendo os politicos e fechando o Supremo. E aposentando os advogados por falta de função. Tudo decidido pelos iluminados.
Ou quem sabe, a solução seja dar educação, saúde e consequente discernimento ao povo, para que aprendam a votar corretamente?
A ditadura talvez seja solução mais facil. Desde que se esteja do lado dos que mandam. Mas...

com razão e pertinencia

joão gualberto (Advogado Autárquico)

Com razão e pertinência Dr. Haidar aborda o assunto. É grave a persistência dessa iniquidade tributária sem perspectiva de mudança. Veja-se o escabroso confisco do imposto de renda da classe media pela incorreta e ilícita tabela governamental, finalmente impugnada junto ao STF pela OAB federal, enquanto se concedem, nas unidades federadas, seguidamente, REFIS a devedores de toda sorte, principalmente, os maiores, qual liquidação de feira!

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