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Nova diretoria

Graça Figueiredo é eleita presidente do TJ do Amazonas

Maria das Graças Pessôa Figueiredo, Aristóteles Lima Thury e Flávio Humberto Pascarelli Lopes [TJ-AM]A desembargadora Maria das Graças Pessôa Figueiredo foi eleita, na terça-feira (1º/4) presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas. Aos 61 anos, Graça Figueiredo é a segunda mulher a ser eleita presidente da corte. A primeira foi Marinildes Costeira de Mendonça, que dirigiu a Corte no biênio 2002-2004.

Na foto os eleitos: Flávio Pascarelli (corregedor); Graça Figueiredo (presidente); e Aristóteles Thury (vice-presidente) 

Graça Figueiredo obteve sete dos 19 votos. O desembargador Yedo Simões de Oliveira obteve seis votos, mesma votação do desembargador Domingos Jorge Chalub Pereira. Os novos dirigentes do TJ-AM tomarão posse no dia 04 de julho deste ano.

Ao término da votação, Graça Figueiredo agradeceu pela votação e falou sobre sua gestão. “Tenho grande honra em ter sido escolhida e prometo aos nossos jurisdicionados muito trabalho. A Justiça deve ir ao encontro do povo, primeiramente a Justiça de primeiro grau. Temos de dar celeridade aos processos, para que as demandas não se eternizem. Vamos acolher as pessoas que procuram o Tribunal para resolver demandas, auxiliar nossos colegas juízes e, principalmente, resolver a questão com justiça e com isenção”, disse.

A nova presidente prometeu visitar os fóruns no sentido de convocar servidores e juízes para auxiliar em sua nova tarefa. “Temos de fazer um trabalho planejado juntamente com todos os desembargadores, para que eles me auxiliem nessa grande tarefa, no sentido de visitar os fóruns, conversar com os juízes, capacitar os servidores e, enfim, nós temos uma árdua tarefa pela frente”, afirmou.

Vice-presidente
Eleito vice-presidente, o desembargador Aristóteles Lima Thury obteve nove votos e a desembargadora Maria das Graças Pessoa Figueiredo recebeu dez. Em seu discurso Thury afirmou que sua tarefa a partir da posse é auxiliar a presidente no que for necessário. Segundo ele, a eleição foi tranquila, numa prática dentro do judiciário.

“O que vou fazer é ajudá-la na sua presidência e presidir as Câmaras Reunidas, além de substituí-la nas suas faltas ou impedimentos. Quanto à demanda do primeiro grau, isso é meta do CNJ. O Tribunal de Justiça evoluiu muito com a criação do CNJ e vamos dar sequência no trabalho de informatização do Tribunal, para acelerar a prestação jurisdicional”, afirmou.

Corregedor-geral
Para corregedor, o Pleno do TJ-AM elegeu o desembargador Flávio Humberto Pascarelli Lopes, com dez votos. Em segundo lugar na votação ficou o desembargador Paulo César Caminha e Lima, que recebeu nove votos para o cargo. Após eleito, Pascarelli afirmou que vai dialogar com os juízes, assim como fez no Tribunal Regional Eleitoral, no sentido de incentivá-los a cumprir as metas impostas pelo Conselho Nacional de Justiça. Pascarelli afirma que a lentidão da Justiça atinge o mundo inteiro.

“A questão da lentidão da Justiça ocorre no mundo todo. Pretendemos resolver isso dialogando muito com os juízes, como fizemos no TRE. Cabe à corregedoria fazer um acompanhamento do trabalho dos magistrados sempre priorizando as metas estabelecidas pelo CNJ. As metas são difíceis de serem alcançadas devido à falta de juízes nas comarcas, mas vamos trabalhar muito para melhorar”, afirmou Flávio Humberto Pascarelli Lopes. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-AM.

Revista Consultor Jurídico, 3 de abril de 2014, 18h25

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