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Luto na magistratura

Morre o desembargador Epaminondas Lima, do TJ-SE

O ex-presidente do Tribunal de Justiça do Sergipe, desembargador aposentado Epaminondas Silva de Andrade Lima morreu neste sábado, em Aracaju. Ele presidiu a corte entre 1997 e 1999. O velório acontece no hall do Anexo I do Palácio da Justiça, a partir das 10 horas da manhã. O sepultamento acontecerá nesse domingo (29/11) às 11h, no Cemitério Colina da Saudade.

Carreira
Filho do também desembargador João Bosco de Andrade Lima e Dulce Silva de Andrade Lima, o magistrado nasceu em 6 de novembro de 1935, no município de Estância. Bacharelou-se pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pernambuco, em 1958.

Ainda como estudante de Direito, assumiu em fevereiro de 1955 o posto de Promotor Público da Comarca de São Cristóvão, atuando em seguida na Comarca de Lagarto (1955). Quatro anos depois da sua colação de grau foi aprovado em concurso público e nomeado Promotor de Justiça da Comarca de Riachão do Dantas, em julho de 1962. A partir daquele mesmo ano exerceu as funções de membro do Conselho Penitenciário do Estado de Sergipe.

A carreira de magistrado teve início em maio de 1963, quando tomou posse como juiz de 1ª entrância da comarca de Arauá. Um ano depois foi transferido para a comarca de São Cristóvão (1964), onde foi promovido a juiz de 2ª entrância. Em 1974, foi removido para Aracaju, onde atuou na 3ª Vara Criminal, e na 7ª a 9ª Varas Cíveis.

A posse no cargo de Desembargador do Tribunal de Justiça de Sergipe ocorreu em 1989. Dois anos depois, em 1991, ele foi eleito vice-presidente do Poder Judiciário. Presidiu o Judiciário sergipano no biênio 1997-1999 e também foi presidente do Tribunal Regional Eleitoral, em 2001.

Religioso, epaminondas buscou sempre associar a sua prática de magistrado, aplicando a lei e observando os fundamentos do Cristianismo, conforme declarou em entrevista que concedeu à revista Judiciarium, em fevereiro de 1997: "Não sou um homem pessimista ou derrotista, mesmo porque sou cristão e acredito na ressurreição de Jesus Cristo. Acredito nas pessoas, nas instituições. Espero dos primeiros a contribuição para podermos, juntos viabilizar as segundas. A democracia, regime político que nos abriga deve ser inerente também ao Poder Judiciário". Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-SE.

Revista Consultor Jurídico, 28 de setembro de 2013, 17h48

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