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Duas vagas

Definidas listas tríplices da advocacia para o TJ-SP

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Foram definidas pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo as duas listas tríplices para preenchimento de vagas no TJ-SP pelo quinto constitucional da Ordem dos Advogados do Brasil. As listas seguem agora para o governador Geraldo Alckmin, que não precisa levar em conta a posição para indicar os substitutos dos desembargadores Francisco Rossi e Luiz Antônio Rizzato Nunes, que se aposentaram em setembro de 2012.

A primeira lista é encabeçada por José Luiz Moreira Macedo, que teve 19 votos durante a análise do Órgão Especial do TJ-SP. Com 15 votos, aparece Mary Grün, enquanto Edson Mendonça Junqueira recebeu 11 indicações.

A segunda lista teve, empatados com 21 votos, José Carlos Costa Neto e Mônica Serrano. Aplicado o critério de antiguidade, José Carlos levou vantagem, sendo indicado como o primeiro. Maurício Pessoa, terceiro nome na lista, teve 17 indicações.

Veja abaixo os perfis dos candidatos:

1ª Lista

Jose Luiz Moreira Macedo — Formado na Católica de Santos, milita na OAB há 25 anos. É membro da Câmara Criminal da Comissão de Direitos e Prerrogativas da 2ª Subsecção da OAB de São Paulo. É sócio do Mazagão e Macedo Advogados Associados.

Mary Grün — Formada na PUC de São Paulo, está nos quadros da OAB desde 1987. É membro relatora do 1º Tribunal de Ética e Disciplina da OAB de São Paulo, a chamada turma deontológica, que só analisa teses. É mestre em Direito pela Universidade de São Paulo – Largo São Francisco.

Edson Mendonça Junqueira — Milita nos quadros da OAB desde 1986. Seu escritório, fundado em 86, atua nas áreas cível, empresarial, trabalhista, tributário e penal. É membro da Comissão de Ensino Jurídico da Subsecção de Franca da OAB e é mestre em Direito do Estado no Estado Democrático de Direito pela Universidade de Franca.

2ª Lista

Jose Carlos Costa Netto — Formado na Faculdade de Direito do Mackenzie, foi membro da Comissão de Direito e Propriedade Imaterial da OAB de São Paulo. É mestre e doutor em Direito Civil pela USP e em 2004 fundou o escritório Costa Netto Advocacia.

Monica de Almeida Magalhães Serrano — Formada na PUC de São Paulo, é mestre em Direito pela mesma instituição. É procuradora do Estado e professora de Direito Tributário na Escola Superior da Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo.

Maurício Pessoa — Formado na PUC de São Paulo, já foi membro da 2ª Turma Julgadora do Conselho de Prerrogativas da OAB de São Paulo. É mestre em Direito Civil e membro da banca examinadora do 90º concurso para ingresso no Ministério Público de São Paulo. Desde 2004 está no escritório Camargo Viana, Pessoa, Gomes e Advogados Associados.

*Texto alterado às 17h52 do dia 25 de setembro de 2013 para correção.

 é repórter da revista Consultor Jurídico.

Revista Consultor Jurídico, 25 de setembro de 2013, 15h17

Comentários de leitores

1 comentário

Como propriedade privada

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Como se vê o quinto constitucional que deveria ser da advocacia é na verdade usado livremente pelos proprietários da Ordem para presentear seus apadrinhados. Sou advogado há 11 anos, e jamais fui consultado ou instigado a votar ou indicar alguém ao quinto.

Comentários encerrados em 03/10/2013.
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