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Princípio da razoabilidade

Norma da OAB que amplia quarentena está suspensa

Comentários de leitores

4 comentários

Proteção corporativista

Corradi (Advogado Autônomo - Civil)

É notório que tantas quantas ações forem propostas, todas obterão liminar. É o óbvio corporativismo e a reserva de vaga futura nos bancos da advocacia. E a OAB vai perdendo espaço no seu poder de regulação da advocacia e a magistratura vai, cada dia mais, legislando para si mesmo. Onde mora a ilegalidade? Exercer o direito de regular a atividade, que é função primeira da OAB, ou legislar de forma derivada, como faz a magistratura ao conceder liminares? Esta faltando um Comando Maior...

Mas acho que "com toda a razão"!

Citoyen (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

O que me preocupa é que é uma decisão unânime do Plenário do Conselho Federal.
Preocupa, porque, sendo os participantes ilustres Operadores do Direito, não se pode dizer que NÃO SABIAM que o regramento da Instituição, tendo em vista o contexto CONSTITUCIONAL em vigor, seria ÍRRITO, NULO de pleno Direito, uma atitude infantil de "meninos levados" que, ao invés de colocar na porta da entidade aquele placa de criança, que diz "Menina não entra", comum nas histórias infantis, colocou aquela placa de "Magistrado aqui não entra e, se entrar, o Escritório que o contratou também não entra.
E temos dito!"
Lamentável, porque a cada dia nossa Entidade representativa se distancia e nos faz distanciar, mais ainda, das realidades de nossa profissão.
E, o pior, só "compra antipatias".
A ADVOCACIA para os MAGISTRADOS é um problema LEGAL, notório e sabido.
Os MAGISTRADOS, que se aposentam com TODOS os PRIVILÉGIOS que antes se chamavam prerrogativas; que se aposentam com uma BELA RENDA, que os faz CIDADÃOS privilegiados, NÃO PODERIAM "competir" - como de fato não competem, porque saem ganhando antes de começarem! - com os ADVOGADOS, que se empenham para ganhar o "pão nosso de cada dia". Certo, ser professor é uma coisa. Ser professor é uma OPÇÃO de Advogados e Magistrados. Ser professor, que possa se desempenhar bem no magistério, é uma qualidade de cada ser humano. Mas ADVOGAR, ser OPERADOR do DIREITO com as VESTES PRIVILEGIADAS que possuem, NÃO É CRIAR uma competição, mas é ".... JÁ SAIR NA FRENTE....!", "... JÁ SAIR GANHANDO, COM VÁRIOS GOALS DE DIFERENÇA ! ...".
O que os Advogados têm que fazer é mostrar à SOCIEDADE, aos CIDADÃOS, que este tipo de PRIVILÉGIO tem que acabar. Se for o caso, que seja o MAGISTRADO um PARECERISTA!

E quem não pode?

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

Esta semana mesmo vimos no Conjur notícia de alto magistrado que se aposentará e já manifestou a decisão de advogar.
Quem puder, certamente o contratará.

Avarentos

Zé Machado (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Juizes avarentos deveriam ir passar as férias em Acapulco, no México!

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