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Reforma do Senado divide forças políticas no Canadá

Comentários de leitores

4 comentários

Louvável

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Realmente uma ótima abordagem, rica no embasamento histórico que tanto falta aos "juristas" tupiniquins.

"De Regno" - II

L.F.Vargas, LL.M. (Advogado Assalariado - Tributária)

Breve e brilhante exposição, razão pela qual não me contenho a parabenizar o autor. Ao abordar com serenidade e notavelmente rara acuidade fenômenos que, em nossa historiografia, amiúde submetem-se a severos crivos ideologizantes, permite-nos vislumbrar a construção de um constitucionalismo indubitavelmente legítimo - não uma imposição de reformadores onipotentes enclausurados em torres de marfim, com a pretensão de dirigir a sociedade inteira ao fim por eles mesmos traçados, mas uma verdadeira emanação da percepção comunitária quanto à validade de suas instituições.
Não deixa de soar paradoxal a ouvidos pós-modernos que tal arranjo, justamente ao tomar por causa eficiente não uma elite autoproclamada (como nos sistemas oriundos quer da revolução americana, quer da francesa), mas a espontaneidade histórica mais ou menos amorfa, assuma aí mesmo uma forma aristocrática que ainda perdura com massivo apoio popular - forma essa resistida mais intensamente, agora inclusive, apenas por grupos organizados aspirantes à majoração do poder estatal sobre as esferas autônomas da politeia. Noutras palavras, quem desconsiderasse o processo histórico certamente se veria desnorteado pela maior consistência das liberdades humanas sob os constitucionalismos monarquistas ocidentais, que sob aqueles de retórica democrática.
É de se questionar se o Brasil, mutatis mutandis tão semelhante ao objeto do artigo em sua trajetória pré-1889, não usufruiria ainda esse peculiar sentimento de pertença popular caso poupado daquele primeiro e radical golpe em sua institucionalidade, que amputou formas sociais enraizadas durante todo um milênio na psique coletiva em favor de uma elite de ideólogos dedutivistas quasi-totalitários. Nosso verdadeiro pecado político original.

"De Regno"

L.F.Vargas, LL.M. (Advogado Assalariado - Tributária)

Se me permitem, segue sugestão de leitura que pode enriquecer ainda mais, nem que por comparação, a perspectiva histórica já tão frutuosa quanto à formação das nacionalidades norte-americanas e a atividade da Coroa Britânica à época: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1640

Interrssante

Jarbas Andrade Machioni (Advogado Sócio de Escritório)

Muito interessante o artigo, com final de profunda reflexão . Parabéns.

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