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Expurgos inflacionários

Sustentações orais retomam discussão sobre números

Comentários de leitores

5 comentários

CRER eu VOU, porque NÃO ACHO QUE FOI INVENTADO!

Citoyen (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

Mas é difícil de acreditar que o Prof. Wald, Advogado-Jurista como poucos no Brasil, tenha afirmado que as provisões "não tem nada a ver com a realidade".
Ora, se as provisões nada tem a ver com a realidade, o que são elas? __ Fajutices criadas pelas instituições financeiras para construírem "jogo de cena"? A questão é que o conceito de provisão não se adequa com o simplismo do entendimento do DD. Professor. Sim, eu até compreendo que o Prof. Wald não seja contra o princípio de que HOUVE PERDAS ECONÔMICAS, mas que elas, sendo dos CIDADÃOS, NÃO SÃO, no fundo da tesouraria, das INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS, mas devem ser SUPORTADAS pelo TESOURO. Até compreendo sua posição. Mas uma coisa é pretender que o EG. SUPREMO, numa decisão final CONSAGRE o DIREITO às PERDAS, sublinhando que ao Tesouro cabe o ressarcimento pelos montantes efetivos suportados pelas INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS e, outra coisa, é afirmar com tanta tranquilidade que as provisões eram, afinal, FAJUTAS.
Não, não são FAJUTAS, mas diferem de banco para banco, na medida em que, CADA QUAL, sem qualquer fajutice, ARBITROU ou CALCULOU O MONTANTE de SEUS RESPECTIVOS DESENBOLSOS, constituindo, assim, suas PROVISÕES. Não posso crer que, afinal, o JUDICIÁRIO BRASILEIRO não reconheça as PERDAS, porque documento existente em um dos processos que se encontram aguardando esta decisão, emitido e, portanto, firmado pelo próprio BANCO CENTRAL, RECONHECIA a EXISTÊNCIA de PERDAS, já que não fora possível evita-las.
De qualquer forma, continuo a ACREDITAR que o EG. STF, ainda que sofra todas as pressões falaciosas, em números, do GOVERNO, NÃO DEIXARÁ de FAZER JUSTIÇA aos CIDADÃOS que PERDERAM EFETIVAMENTE, com o manuseio e com o confisco financeiro que, afinal, foi feito!

Falso alarde III - o retorno do que nao foi

amigo de Voltaire (Advogado Autônomo - Civil)

A bem da verdade o dignissimo STJ ja resolveu o problema dos bancos em 2010 quando inexplicavelmente inverteu a jurisprudência mansa e pacifica do prazo para ajuizar as açoes coleivas , adotando a tese absurda de 5 anos , por analogia à lei das açoes populares. Esta decisao simplesmente acabou com 99% das açoes ora em trâmite. Portanto, mais uma mentira para desviar a atençao. Enquanto esse absurdo do prazo de prescriçao das açoes coletivas nao for revisto pelo STF- sim me parece questao constitucional - nao sera feita justiça aos poupadores. Ai reside o verdadeiro problema atual das açoes dos poupadores. O resto é fumaça sem fogo....

sustentações orais retomam discussão sobre números

margit petry (Advogado Sócio de Escritório - Comercial)

Meu Deus, vou morrer e não ver tudo: Será que o Banco do Brasil precisava de um ex-ministro do STF para defendê-lo? pobres de nós poupadores!

Devolvam o que é nosso!

Milton Mora (Administrador)

Alguns dizem R$ 140 Bilhões, outros R$ 6 Bilhões.
Algúem está mentindo.
Sugestão aos bancos:
Paguem a metade, ou seja 70 bilhões e ficaremos felizes.
Safados, qdo somos nós que temos direito a receber algo, temos que esperar 20 anos ou mais, qdo é para pagar temos data e até horários definidos.

Leão, ou será que é um gatinho?

E. COELHO (Jornalista)

O julgamento é aparentemente grandioso, porém, valerá apenas para quem ajuizou ação. Aliás, como todo e qualquer processo judicial,somente beneficia as partes litigantes.
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É evidente que num momento como este, é um assunto novo, apto a formar uma cortina de fumaça para encobrir outros assuntos indesejados.
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Alguns dizem R$ 140 Bilhões, outros R$ 6 Bilhões, será um leão ou um gatinho?

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