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Sem flagrante

Alunos da USP presos após ocupação de reitoria são soltos

Os dois estudantes da USP detidos na terça-feira (12/11) durante reintegração de posse da reitoria foram soltos após decisão da juíza Juliana Guelfi. A reintegração ocorreu após o prédio ficar ocupado durante 12 dias por um grupo de alunos que cobrava autonomia no processo eleitoral para a escolha do novo reitor.

Os jovens foram indiciados sob suspeita de cometer crimes de furto, danos ao patrimônio público e associação em quadrilha ou bando. Segundo a decisão da juíza, porém, não houve flagrante dos delitos imputados, pois os estudantes não foram surpreendidos praticando os atos descritos.

Ela destacou que ambos foram detidos do lado externo do prédio. De acordo com a instituição, foram constatados furtos, danos a equipamentos e móveis, arrombamento de portas e pichação de paredes. A USP classificou o ato dos manifestantes como “barbárie” e disse que  funcionamento pleno da administração só deve ocorrer daqui a “duas ou mais semanas”. Com informações das Assessorias de Imprensa do TJ-SP e da USP.

Revista Consultor Jurídico, 14 de novembro de 2013, 20h37

Comentários de leitores

1 comentário

Justiça imbecil

Gusto (Advogado Autônomo - Financeiro)

Enquanto tivermos esse tipo de "juiz", efetivamente a impunidade estará sempre de soberba. É a mais pura imbecilidade jurídica, a qual dá gabarito a vândalos, criminosos de toda estirpe, inclusive infiltrados na USP, bastando ver que uma das reivindicações é o afastamento da PM do campus universitário. Enquanto pessoas humildes que querem estudar, progredir a ajudar o País ficam sem faculdades, por impossibilidade total de pagar uma particular, esses cretinos, criminosos, vermes, tomam o lugar dos necessitados para promover a barbárie.

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