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Começa a corrida

Quatro desembargadores disputarão presidência do TJ-SP

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A presidência do Tribunal de Justiça de São Paulo será disputada por quatro candidatos: José Renato Nalini, atual corregedor-geral de Justiça; Paulo Dimas Mascaretti, ex-presidente da Associação Paulista de Magistrados; João Carlos Saletti, presidente da 10ª Câmara de Direito Privado; e Vanderci Álvares, coordenador dos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania em São Paulo. O prazo para a inscrição dos desembargadores que concorrerão a cargos de direção foi encerrado às 18h desta quarta-feira (13/11).

A eleição está marcada para 4 de dezembro, e a escolha dos cargos de presidência, vice-presidência e corregedoria ocorrerá na no Salão dos Passos Perdidos do Palácio da Justiça, entre 9h e 12h. O colégio eleitoral é formado pelos 357 desembargadores do TJ-SP, e para ser eleito, o candidato deve obter maioria absoluta (metade dos votos mais um). Se nenhum desembargador alcançar a maioria absoluta, será promovido segundo escrutínio, entre 13h30 e 15h30 do mesmo dia. Os presidentes das seções serão eleitos pelos membros dos colegiados.

O desembargador escolhido para presidir o TJ-SP substituirá Ivan Sartori, que teve a possibilidade de disputar a reeleição negada pelo Conselho Nacional de Justiça. Na noite de terça-feira (12/11), o conselheiro Fabiano Silveira acatou em caráter liminar Pedido de Providências e vedou eventual candidatura de Sartori, que não havia confirmado ou descartado publicamente sua inscrição.

Disputam a vice-presidência do TJ-SP os desembargadores José Carlos Gonçalves Xavier de Aquino, Antonio Carlos Malheiros, Eros Piceli e Nelson Calandra. Já a corregedoria-geral da Justiça terá como candidatos os desembargadores Hamilton Elliot Akel, Luis Antonio Ganzerla e Armando Sérgio Prado de Toledo.

A presidência da Seção de Direito Privado tem como único candidato o desembargador Artur Marques da Silva Filho, mas há disputa nas outras duas câmaras. Na de Direito Criminal, são candidatos os desembargadores Geraldo Francisco Pinheiro Franco e Otávio Henrique de Sousa Lima. Já o comando da Seção de Direito Público será disputado entre os desembargadores Ricardo Cintra Torres de Carvalho e Ricardo Mair Anafe.

Três chapas foram inscritas para a disputa da Escola Paulista de Magistratura. O grupo encabeçado pelo desembargador Fernando Antonio Maia da Cunha tem como vice-diretor Manoel de Queiroz Pereira Calças e como integrantes do conselho consultivo,os desembargadores Antonio Carlos Villen, Antonio Celso Aguilar Cortez, Itamar Gaino, Francisco Eduardo Loureiro, Luiz Augusto de Siqueira e Maria de Lourdes Rachid Vaz de Almeida, além do juiz Claudio Luiz Bueno de Godoy.

A segunda chapa é liderada por Cláudio Antonio Soares Levada, que tem como vice-diretor o desembargador José Helton Nogueira Diefenthäler Júnior e como membros do conselho consultivo os desembargadores Francisco Olavo Guimarães Peret Filho, Luciana Almeida Prado Bresciani, Paulo Eduardo Razuk, Rosa Maria Barreto Borriello de Andrade Nery, José Orestes de Souza Nery, Ruy Alberto Leme Cavalheiro e o juiz Alfredo Attié Júnior.

O terceiro bloco tem como diretor o desembargador Décio de Moura Notarangeli. Seu vice é Luiz Fernando Salles Rossi, e integram o conselho consultivo os desembargadores Alberto Gentil de Almeida Pedroso Neto, Eduardo Cortez de Freitas Gouvêa, Álvaro Torres Júnior, Israel Góes dos Anjos, Fernando Antonio Torres Garcia e Hermann Herschander, além do juiz Augusto Drummond Lepage. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-SP.

 é repórter da revista Consultor Jurídico.

Revista Consultor Jurídico, 13 de novembro de 2013, 19h12

Comentários de leitores

4 comentários

Esclarecer o que, meu filho?

DBS (Assessor Técnico)

Vc n esclareceu nada ai. Só quis dizer que o TJ/SP n deve satisfação a ninguém e que este Tribunal é rápido e eficiente...e que o Presidente não inscreveu e que não tinha intenção de fazê-lo.
Quando as pessoas querem mentir para si mesmas, não há nada a fazer...Só sentir pena mesmo...
Ah, e o Tribunal não faz nada mais do que a sua obrigação em julgar ações e colocar comida no pratos dos advogados. É pra isso que ganham remunerações altas, bem mais do que merecem, advindas dos bolsos de nós, contribuintes.

...reeleições, de um modo geral, são ...

Luiz Eduardo Osse (Outros)

... um retrocesso. Gostei de saber que a possibilidade de o presidente do TJ ser reeleito foi impedida por uma liminar concedida a um PDP (e não PQP, hein!) interposta por um assíduo frequentador daqui deste sítio - M A Pintar - que já registrou sua participação de hoje ...

Infelizmente...

Harlen Magno (Oficial de Justiça)

das melhores intenções o inferno está cheio...

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