Consultor Jurídico

Colunas

Diário de Classe

Trote racista da UFMG retrata banalização do mal

Comentários de leitores

5 comentários

Ridículo

Erik (Advogado Autônomo - Civil)

Quando entrei na Faculdade de Direito da Ufmg não tivemos trote. Em vez dessa babaquice fomos doar sangue no Hemominas em uma atitude solidária. Isso mostra que nem sempre essa babaquice estava vigente lá.

Séculos de sadismo e impunidade

MSRibeiro (Administrador)

Desde que ingressei há vinte anos na minha primeira graduação a barbaridade do trote ocorre e nunca vejo grandes esforços por parte das diretorias acadêmicas para que providências sejam tomadas e muito menos vi algum diretor sendo severamente responsabilizado. São comuns casos de homicídios, lesões corporais e pscicológicas que acabam caindo em esquecimento. Parece que os campi das instituições são terra de ninguém e salve-se quem puder.

Banalização do mal

Observador.. (Economista)

Fruto dos desmandos, da impunidade e de uma lógica onde o indivíduo ( ou um grupo organizado ) é acostumado com "seus direitos", sem nunca ser lembrado dos deveres, inclusive morais, sociais, éticos etc.
Não dá para construir uma sociedade organizada assim.Não dá, na minha opinião, para se chocar com estas condutas.São consequências da falta de educação e de regras que temos aqui.Alguém será expulso?Provavelmente não.Pois todos tem direitos.E muitos direitos.Dos deveres ninguém quer saber.
A frase do Pres. Kennedy poderia começar a ser incutida na mente dos nossos formadores de cidadania:
"Ask not what your country can do for you but what you can do for your country".
Isto já melhoraria muito as coisas.

perdemos definitivamente os critérios...

czc (Defensor Público Estadual)

Parabéns pelo texto!
Finalmente alguém escreveu sobre o tema!
Se há um coisa que a constituição exige é que sejamos intolerantes com todo tipo de discriminação! Isto se observa desde o preâmbulo, passando pelos fundamentos e objetivos da república, até o conhecido art. 5º... se fosse um furto qualquer, o responsável já teria sido identificado e preso preventivamente.
Este, provavelmente, será mais um triste capítulo do Direito Penal de classes.

pais de frouxos , so não acabam por falta de vontade

hammer eduardo (Consultor)

Esse novo trote da Faculdade em Minas apenas sinaliza que temos uma legislação frouxa demais o que explica em grande parte esta verdadeira "sodoma e gomorra" que rola livre no Brasil em todos os niveis em que as pessoas fazem o que querem pois se "acham" no direito individual de ter alguma forma de prazer , que se dane o resto , os incomodados que "corram atras" que é o mote da baderna total instalada no Brasil.
O problema dos trotes grosseiros em Faculdades em todo o Brasil é que ja se acoplaram ao folclore da impunidade haja visto que as diretorias destas entidades NADA fazem de efetivo para coibir isso. Bastaria "apenasmente" como diria o Odorico Paraguassu EXPULSAR automaticamente sem direito a bla bla bla TODOS os envolvidos, garanto que o problema se acabava no momento seguinte. A leniencia com isso e com todo o resto serve de excelente painel da verdadeira ZONA que se tornou o Brasil que em nome de uma discutivel convivencia social , se adotou a tolerancia a niveis absurdos com todo tipo de violação das regras sociais mais basicas.
Enquanto os reitores e responsaveis efetivamente não "vestirem as calças" , nada vai mudar.

Comentar

Comentários encerrados em 7/04/2013.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.