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MP-RN entra com Ação por autonomia da Defensoria

Comentários de leitores

4 comentários

é duro criticar sem conhecer a CF

Ricardo (Outros)

o Administrador Público está em mora constitucional. A Constituição não é era carta de intenções, mas sim deve ser dotada de efetividade. Estude um pouco mais o assunto, em vez de criticar só por criticar.

Defensoria quinto poder ? QUe absurdo !!

analucia (Bacharel - Família)

O poder deveria ser dos pobres com o direito de escolha.
O monopólio de pobre pela defensoria é um absurdo e violação aos direitos humanos.

Parabéns ao MP!

Ricardo T. (Outros)

A Defensoria está se tornando o quinto Poder, depois do quarto que é o MP. Ótimo concurso. A equiparação com o MP e Magistratura é certa. Estudem e não reclamem.

O Quarto "Poder" da republiqueta!

Paulo Jorge Andrade Trinchão (Advogado Autônomo)

O suposto "Quarto Poder" da republiqueta, na maioria das vezes, está-se a interferir na condução da administração pública de prefeituras e Estados, surgindo daí imposições absurdas e inexequíveis, não se permitindo que o gestor público exerça efetivamente o seu mister. Toma-se conhecimento diariamente na mídia de inúmeras ações descabidas, ilógicas e temerárias. Na prática, se pretende exercer a "função de administrador público" sem um voto sequer da cidadania. Já passou da hora de efetivamente responsabilizar civil e criminalmente esses arroubos autoritários de promotores obcecados pela mídia que acabam por macular a honra e a própria dignidade do agente público legitimamente eleito pelo voto popular. O maroto "Quarto Poder" sem qualquer legitimidade popular, que se intromete, na maioria das vezes, de maneira leviana e irresponsável, não permitindo a devida tranquilidade ao administrador público de realizar a missão para a qual foi democraticamente eleito. Tudo se impõe um limite, e não seria diferente em relação aos membros do Ministério público, não se olvidando que são empregados da cidadania, e devem cumprir o seu papel sem excessos e vaidades estéreis, sem considerarmos perseguições pessoais inaceitáveis em um verdadeiro Estado Democrático de Direito.

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