Consultor Jurídico

Embargos Culturais

Mark Tushnet e o movimento Critical Legal Studies

Por 

Ao lado de Roberto Mangabeira Unger, Mark Tushnet levou ao máximo a tradição docls de vincular direito e política, traço weberiano de que a ação social, tecnocrática (Zweckrational) ou orientada para valores éticos, religiosos, filosóficos ou mesmos holísticos (Wertrational), objetiva fins concretos, de arranjos de domínio, dado que para Weber o poder do homem sobre o homem (Herrshchaft) é um fato inescapável da existência[52]


[1] IRONS, Peter. A People’s History of the Supreme Court, p. 415.
[2] TUSHNET, Mark. Making Civil Rights Law, p. 232 e ss.
[3] TUSHNET, Mark. Following the Rules Laid Down: A Critique of Interpretivism and Neutral Principles, in HUTCHINSON, Allan C. (ed.), Critical Legal Studies, p. 157 e s.
[4] TUSHNET, Mark. Op.cit., p. 157.
[5] TUSHNET, Mark. Op.cit., p. 167.
[6] TUSHNET, Mark. Op.cit. loc. cit.
[7] BORK, Robert H. The Tempting of America, The Political Seduction of the Law, p. 267 e ss.
[8] TUSHNET, Mark. Op.cit., p. 176/177. Tradução e versão livre do autor. Consider an ordinary conversation between two people. Alice hears Arthur use the word “arbogast”. She thinks she knows what he means, but as the conversation continues Alice realizes that Arthur is using the word in a way that comes to seem a little strange. She interrupts, so that Arthur can explain what he means. But things get worse. His explanation shows that his entire vocabulary rests on the way he has lived until that moment. Because Arthur’s life is by definition different from Alice’s, Alice finds herself left with only an illusory understanding of what Arthur says. Her task is then to identify the point at which she can, so to speak, think her way into Arthur’s life, so that she can understand what he means through understanding how he has developed. In this story, “ understanding what Arthur means when he says ‘arbogast’ “ plays the role of “following the rule in Roe vs. Wade “ or “ remaining faithful to the framer’s meaning of ‘ due process’ “.
[9] TUSHNET, Mark. Taking the Constitution away from the Courts, p. 7 e ss.
[10] TUSHNET, Mark. Op.cit., p. 7.
[11] NELSON, William E. Marbury v. Madison- The Origins and Legacy of Judicial Review.
[12] TUSHNET, Mark. Op.cit., loc.cit. Tradução e versão livre do autor. The Constitution outside the courts is identical to the Constitution inside the courts, with the modest exception that we do not know the answers to constitutional questions the courts have not gotten around to yet.  
[13] TUSHNET, Mark. Op.cit., p. 32.
[14] TUSHNET, Mark. Op.cit., p. 44.
[15] TUSHNET, Mark. Op.cit., p. 55.
[16] As desavenças entre os juízes da Suprema Corte nos Estados Unidos, e os aspectos políticos que conduzem às votações e às deliberações, foram recentemente objeto de livro muito comentado. Ver COOPER, Phillip J., Battles on the Bench, Conflict inside the Supreme Court.
[17] TUSHNET, Mark. Op.cit., p. 56/57.
[18] ELY, John Hart. Democracy and Distrust- a Theory of Judicial Review, especialmente p. 43 e ss., a propósito dos chamados valores fundamentais.
[19] TUSHNET, Mark. Op.cit. p. 194. Tradução e versão livre ao autor. (...) it orients us as we think about and discuss where our country ought to go.
[20] Aspectos jurídicos do New Deal e as batalhas que foram travadas na Suprema Corte norte-americana podem ser pesquizadas em McCLOSKEY, Robert G. The American Supreme Court, p. 108 e ss.
[21] YERGIN, Daniel e STANISLAW, Joseph. The Commanding Heights, the Battle for the World Economy, p. 338 e ss.
[22] ARRIGHI, Giovanni. The Long Twentieth Century, p. 300 e ss.
[23] YARBROUGH, Tinsley E. The Rehnquist Court and the Constitution, especialmente p. 127 e ss.
[24] DERSHOWITZ, Alan M. Supreme Injustice-How the High Court Hijacked Election 2000. 
[25] SUNSTEIN, Cass R. One Case at a Time- Judicial Minimalism on the Supreme Court, p. 259 e ss.
[26] SCALIA, Antonin. A Matter of Interpretation, Federal Courts and the Law.
[27] O’CONNOR, Sandra Day. The Majesty of the Law- Reflections of a Supreme Court Justice.
[28] GERBER, Scott Douglas. First Principles, the Jurisprudence of Clarence Thomas.
[29] SMITH, Rogers M. Liberalism and American Constitutional Law, p. 167 e ss.
[30] WHITTINGTON, Keith E. Constitutional Interpretation - Textual Meaning, Original Intent and Judicial Review, p. 47 e ss.
[31] BURT, Robert A. The Constitution in Conflict.
[32] BICKEL, Alexander M. The Least Dangerous Breach, p. 127 e ss.
[33] TUSHNET, Mark. The New Constitutional Order, p. 9.
[34] TUSHNET, Mark. Op.cit., p. 13.
[35] TUSHNET, Mark. Op.cit., p. 22.
[36] TUSHNET, Mark. Op.cit., p. 33.
[37] TUSHNET, Mark. Op.cit., p. 55.
[38] TUSHNET, Mark. Op.cit., p. 94.
[39] SACCO, Rodolfo. Introdução ao Direito Comparado, p. 27.
[40] TUSHNET, Mark. Op.cit., p. 142.
[41] Trata-se da tese de Michael Hardt e de Antonio Negri. HARDT, Michael e NEGRI, Antonio, Empire, p. 17 e ss.
[42] TUSHNET, Mark. Op.cit., p. 163 e ss.
[43] TUSHNET, Mark. Op.cit., p. 167.
[44] GIDDENS, Anthony. The Third Way, p. 99 e ss.
[45] KELMAN, Mark. A Guide do Critical Legal Studies, p. 297.
[46] TUSHNET, Mark. Critical Legal Studies : An Introduction to its Origins and Underpinnings, in HALL, Kermit L. et alli (ed.), American Legal History- Cases and Materials, p. 552.
[47] TUSHNET, Mark. Op.cit., p. 553.
[48] TUSHNET, Mark. Op.cit. loc. cit.
[49] TUSHNET, Mark. Op.cit. loc. cit.
[50] TUSHNET, Mark. Op.cit. p. 554.
[51] TUSHNET, Mark. Op.cit. loc.cit.
[52] LASSMAN, Peter. The Rule of Man over Man: Politics, Power and Imagination, in TURNER, Stephen, The Cambridge Companion to Max Weber, p. 83.

 




Topo da página

 é livre-docente em Teoria Geral do Estado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, doutor e mestre em Filosofia do Direito e do Estado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Revista Consultor Jurídico, 3 de março de 2013, 8h12

Comentários de leitores

0 comentários

Comentários encerrados em 11/03/2013.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.