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Realocação nos fóruns

MP passa informações distorcidas em processo, diz TJ

Comentários de leitores

12 comentários

caro MAP, a intenção não era ofendê-lo.

Ricardo (Outros)

peço desculpas ao sr. bom trabalho aí em SJRio Preto.

Quanto fantasia II

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

No final do ano de 2012 nós tivemos aqui em São José do Rio Preto uma audiência criminal na qual um juiz federal veio prestar depoimento. Referindo-se a nosso trabalho na área da advocacia previdenciária, ele apontou que havia contado o número de petições que nós juntamos em um único feito, encontrando nada menos do que 49. Disse que o grande número de petições, e a complexidade de cada um dos pedidos, estava atrapalhando o funcionamento da vara federal. Outro juiz federal aqui atuante também tem feito diversas manifestações públicas contra nós, alardeando que os pedidos que nós formulamos nas ações são muito extensos, e extremamente complexos para serem compreendidos, fato que lhe valeu também uma ação penal em curso pelo TRF3. Assim, sr. Ricardo (Outros), essas vossas considerações a respeito de "padronização", "modelinhos", e "tecle enter' são pura e simples fantasia de vossa atordoada cabeça. Não se ganha ações previdenciárias com "modelinhos", nem como copiar e colar. Essas ações exigem horas infindáveis de trabalho, sendo certo que no nosso escritório todas as ações recebem tratamento minucioso e particularizado, caso a caso.

Quanta fantasia

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Na verdade, sr. Ricardo (Outros), essa pressuposição que o sr. faz a respeito da forma que o advogado previdenciário deve atuar, amplamente comungada entre magistrados, membros do Ministério Público e servidores do INSS, é uma fonte permanente de litígios entre nós advogados da área e toda essa gente. Apenas para ilustrar, acabamos bem agora um recurso demonstrando que em dada ação em curso o Relator deve "vestir o pijama", e voltar para casa, pois está lá tão somente para atender aos interesses ilegítimos do Executivo. Ele "firmou a tese" de que nas ações de reconhecimento de tempo de trabalho rural o termo inicial deve ser fixado a partir da data do documento mais antigo. E, para demonstrar que essa "tese" é um insulto à maior parte dos segurados da Previdência Social nós juntamos aos autos e comentamos diversos trabalhos científicos, alguns deles desenvolvidos sob o patrocínio da ONU, que apontam através de dados estatísticos concretos a quantidade de crianças e adolescentes que nós tínhamos trabalhando na agricultura até a década de 1980. Esses dados mostram que a "tese" do Relator é algo abominável, pois exclui da cobertura previdenciária milhares de segurados que ingressaram cedo no trabalho rural, e agora não podem ter o tempo de trabalho reconhecido. E, como já sei, a insatisfação vai ser extrema. A um porque o arrazoado e documentos que o acompanham são extremamente extensos e inéditos. A dois porque demonstram através de métodos científicos que o Relator é na verdade um fantoche plantado pelo Executivo Federal, que não atende aos anseios do povo brasileiro. Detalhe: o Relator mencionado responde a uma ação penal no Superior Tribunal de Justiça, por ter agredido este Advogado.

impressionante

Ricardo (Outros)

estou impressionado com a sua capacidade MAP. passa o dia todo à frente do teclado, atirando borduna para todo lado, e ainda tem tempo para fazer petições e arrazoados no "bico da pena". se bem que esse meio ao qual o sr. se referiu é ultrapassado. hoje basta apertar o "enter", ainda mais na sua área de especialização.

Sugestão

André G. Pavan (Assessor Técnico)

Penso que o Conjur deveria alterar sua política de comentários. As discussões aqui travadas raramente envolvem o mérito das reportagens, sempre descambando para agressões pessoais. Não se trata de censura, mas sim de implantar uma moderação mais ativa, o que certamente tornaria os debates mais proveitosos e incentivaria mais leitores a opinar sobre questões relevantes como "crise" no Judciário paulista.

Modelinhos os juízes tem também

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Poderia nos enviar então, sr. Ricardo (Outros), os "modelos" ou "chapas" que cita, pois aqui as dezenas de petições e arrazoados que são feitos todos os dias o são sempre "no bico da pena", caso a caso. Agradeceríamos de coração.

MAP

Ricardo (Outros)

verifique bem e veja quem fica a tarde toda comentando sobre tudo e sobre todos. eu até entendo, já trabalhei em escritório especializado em previdenciária. a facilidade de trabalhar com "modelos" ou "chapas" é muito grande.
em resposta a sua pergunta: provavelmente o que houve é que o conluio ao que o sr. se refere só existe em mente doentia.

Bastidores

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Na verdade, sr. Ricardo (Outros), sabendo que o sr. está sempre por aqui policiando comentários, ao que parece de forma remunerada, eu que pergunto: o que está acontecendo para que os juízes entrem em conflito com os membros do Ministério Público, rompendo seus laços históricos de conluio?

ué, MAP, o que será que houve?

Ricardo (Outros)

afinal, como o sr. faz questão de alardear diariamente neste sítio, juízes e promotores sempre agiram em conluio para a prática dos mais variados desmandos, inclusive para perseguir os desafetos e favorecer os amigos. e, afinal, o CONJUR já lhe arrumou uma "boquinha" de comentarista remunerado? na verdade, soa muito estranho alguém como o sr. falar em distorção. Com 2,9 bilhões eu faria gabinetes em mármore e granito com piscina, saúna, frigobar e torneiras de ouro. ah, também poderia instalar tv a cabo, tudo a custa do contribuinte, afinal o povo gosta é de coisa boa. para que economizar o $ do povo.

Cala a boca "batista" !

Luiz Pereira Neto - OAB.RJ 37.843 (Advogado Autônomo - Empresarial)

A mixórdia é muito maior e muita mais séria !

Sobre "R$ 2,9 bilhões"

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Ora, mas afinal que tipo de acomodações o Ministério Público vai construir gastando R$ 2,9 bilhões? Ou, por outro lado, se é o próprio MP o fiscal da Lei, será que vão mesmo "construir" prédios gastando 2,9 bilhões de reais? Quem fiscaliza o fiscal?

Fogo amigo

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

O Ministério Público sempre distorceu fatos visando iludir a população. É o que eles tem feito, por exemplo, com a PEC que afasta os promotores e procuradores da república da investigação criminal. Só que, como agora é o Judiciário quem está em litígio com o MP, se diz abertamente que estão distorcendo.

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