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Censura judicial

ConJur é condenada por noticiar processo contra juiz

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41 comentários

Incentivo ao jovem advogado dr. Felipe lago nogueira dias

Luiz Pereira Neto - OAB.RJ 37.843 (Advogado Autônomo - Empresarial)

Nunca pense em DESISTIR , qualquer que seja o obstáculo que a voce , e, principalmente , à sua carreira , se oponha . Para começar , saiba QUE A HISTÓRIA NÃO FALA DOS COVARDES .
Enfrente , sempre , mesmo cambaleante , os empecilhos , mal se recobre do "direto que quase o nocauteou" , pois , assim , é que voce conseguirá ser , à cada dia , um vitorioso , e , não um reiterado covarde .
Faça a sua parte com competência e destemor . Enfrente a tudo e a todos , com o Direito ao seu lado , buscando a Justiça que tentam lhe empanar .
Que o Poder Judiciário , há décadas , tornou-se "podre" , todos já o sabem , porém , como voce , existem inumeros Magistrados de caráter que tentam mudar o rumo da velhacaria que hoje , ainda , predomina , mas , que , em boa hora , começa a mudar com o "Dedo de Deus" , colocando um INIGUALÁVEL-CULTO-DETERMINADO Dr. Joaquim Barbosa à frente do STF e do CNJ .
Bons tempos retornarão , com muito mais fulgor , e , embora , possivelmente , eu já não mais esteja aqui , prometo-lhe que , de onde estiver , estarei vibrando com o seu estrondoso sucesso , pois , quem tem a corajem de , publicamente , confessar a sua atual fraqueza , diante das deploráveis injunções judiciárias , é porque tem , também , o rol de todas as qualidades para ser um Conceituado-Respeitado Advogado , na pior das hipóteses , caso não venha a ser um Inigualável Magistrado , futuro Honrado Ministro .
Que DEUS o abençõe !

Então aponte a minha falta de urbanidade.

alvarojr (Advogado Autônomo - Consumidor)

Se o sujeito se dá ao trabalho de vir a este espaço para defender uma postura arbitrária e ilegal de um magistrado que viola sistematicamente as prerrogativas da advocacia e atenta contra a liberdade de imprensa, então o que devo pensar a respeito desse sujeito?
Se considera o meu comentário falta de urbanidade então tome as medidas cabíveis assim como fez a seccional paulista em relação ao Desembargador Carlos Alberto Lopes.
Álvaro Paulino César Júnior
OAB/MG 123.168

Sigilo?

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Ainda a pouco eu trabalhava em uma inicial indenizatória relativa a um evento que ficou conhecido nacionalmente, a "chacota do momento" por 2 ou 3 dias. Milhares de vídeos no youtube, e até mesmo gozação na MTV. Tudo porque uma delegacia de polícia divulgou publicamente a intimidade de um casal, supondo-se que a mulher havia inserido veneno na vagina para envenenar o marido. Já avisei meu cliente que as chances de sucesso nesse caso são mínimas, já que na visão dos juízes se o fato não lhes atinge diretamente "tudo é permitido" em nome da liberdade de imprensa.

Muito estranho

Igor Zwicker (Serventuário)

Sr. Álvaro Júnior, não fale de mim sem me conhecer. Aliás, vindo de um advogado, recebo isso com muita estranheza.
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Por outro lado, o artigo 33 do EOAB diz que o advogado se obriga a cumprir rigorosamente os deveres consignados no Código de Ética e Disciplina que, por sua vez, lá pelo artigo 44, trata do dever de urbanidade.
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E aí, você vai cumprir o EOAB em parte? Ou também é um ser iluminado?

Paralisia humanitária

Luiz Carlos de Oliveira Cesar Zubcov (Advogado Autônomo)

A ação humana iterativo-repulsiva ultrapassa o casuísmo.
Enquanto o avanço tecnológico procura substituir os sensores humanos, convivemos com uma involução no propósito da vida que nada mais é do que o prazer de servir.
Não há conduta nobre senão estar a serviço da humanidade e mostras de superioridade da condição social são caricaturas do poder.
Quando se espera um exemplo de brilho à comunidade a tempestade ofusca a expectativa.
A crise é do homem que não suporta mais o peso da sua cruz e o sofrimento está combalindo seus valores morais.
Deixar de sofrer é transcender o orgulho individual para encontrar a paz na justiça coletiva.
Utilizar o poder em benefício próprio é o mergulho na mediocridade.
Não cabe a nenhum de nós julgar o seu semelhante, mas a tristeza toma conta de nossa alma com o envilecimento daqueles que deveriam ser pilares jurídicos, morais e sociais.
A honestidade de princípios é o maior desafio humano.
É a decadência dos valores humanos que deve conclamar um despertar de consciência e não uma atitude isolada da sua contaminação discursiva.

Só podia ter vindo de um aspone (assessor de p...).

alvarojr (Advogado Autônomo - Consumidor)

Não concordo com a afirmação de uma comentarista de que magistrados deveriam ser investidos na função por voto popular. Não concordo mas não digo que essa afirmação é uma besteira. É apenas um opinião diferente já que em outras democracias há essa forma de investidura na magistratura.
O comentarista que usa este espaço para defender o autoritarismo do Desembargador da 18ª Câmara Criminal do TJSP, Carlos Alberto Lopes, é provavelmente o tipo de agente público que crê que tomar posse em cargo público equivale à aquisição de um título de nobreza.
Percebam o teor da pérola lançada neste espaço pelo "iluminado":"Por fim, falando especificamente sobre a suposta postura do magistrado, está certo que o Estatuto da OAB trata de um jeito a matéria, mas que é errado, é. Quer falar? Fale nos autos, faça sustentação oral, e não vá falar dentro de gabinete de juiz ou com o assessor. O Ministro Barbosa tem toda a razão, nesse sentido."
O Estatuto da OAB é lei e lei é para ser cumprida. Não gosta dessa lei? Peça para sair.
Álvaro Paulino César Júnior
Advogado e bancário
OAB/MG 123.168

É impressionante o corporativismo deles

DBS (Assessor Técnico)

Já estava demorando a vir alguém (que se diz juiz) defender a censura judicial, querendo justificar de todas as formas essa afronta a Constituição. Primeiro esse "Praetor", daqui a "roda" também cuspindo essas asneiras corporativista.
Acho engraçado que esse argumento de "sigilo" é diariamente ignorado pelo Poder Judiciário quando Inquéritos Policiais ou Interceptações telefônicas são vazadas para a imprensa. Se alguém processar o Estado por isso, vai perder seu precioso tempo.
Mas é como já disseram aqui reiteradamente: a população tem que acordar. A maioria acha que as mazelas da corrupção existem apenas no Executivo e Legislativo. Poucos sabem o que realmente faz (ou deixa de fazer, quando lhe convêm) o Poder Judiciário.
A OAB deveria tomar providências, não apenas repudiando tais medidas antidemocráticas como também investindo pesado em propagandas e noticiários para a população ignorante sobre esses ocorridos, quem nem liga para o que acontece nesse Poder Caixa Preta.

CNJ deve atuar

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

O CNJ deveria monitorar essas demandas, pois a desmoralização do Poder Judiciário é evidente. Ao se censurar a imprensa e impedir que cidadãos comuns se manifestem (como aconteceu com um advogado que foi impedido de acessar redes sociais) passa-se à população a imagem de um Poder centrado em si mesmo, abalando o conceito que o cidadão comum faz do Judiciário. Obviamente que os juízes ligados ao TJSP não se importam com isso, mas o CNJ deveria se importar.

Abuso

Observador.. (Economista)

As pessoas abusam dos direitos, das prerrogativas; se colocam acima do bem e do mal.Se servem do estado e do povo e a este pouco fazem.
Vivem em um mundo à parte e distante da realidade da maioria.
Para mim, com as devidas vênias a quem assim não se comporta, este caso só demonstra o corporativismo e mecanismos de proteção que, distantes do cidadão comum, tornam o judiciário - talvez - o poder mais fechado em si mesmo da nação.
Fica o meu apoio a este site que, desde a minha inscrição, tem aprimorado meus conhecimentos e bem informado a quem o acessa, em busca de notícias, novas visões, advindas dos ótimos artigos publicados e aprimoramento pessoal, através de saudáveis debates virtuais.

e...

Malagoli (Jornalista)

Ignorantes todos somos, só que nem todos ignoramos as mesmas coisas então: por que o fato em questão continua sendo noticiado pela OAB/SP sem represálias? Só a notícia veiculada pela revista ofendeu e causou danos? Sinceramente, não entendi.

Corporativismo puro.

Carviso. (Advogado Autônomo)

Não se pode colocar todo mundo no mesmo saco. A justiça paulista é cheia de ótimos julgadores e pessoas desapegadas do poder. Que servem ao Estado e não dele se servem. Mas algumas figuras... São quase despostas. Se sentem intocáveis. Do tipo "todos tem que sair do caminho quando eles passam". Esse parece ser o caso. Por que o douto não acionou a OAB/SP onde a materia voi veiculada e permanece à disposição? Parece acreditar que a Conjur é uma porcariazinha qualquer e não iria lutar por seus direitos de informar, de dar voz a noticia. Ledo engano. Mais: essa decisão não se sustenta. cairá no STJ, por sua mais clara falta de embasamento jurídico. A razão deve prevalecer.

A dor e a delícia

Igor Zwicker (Serventuário)

Leio cada besteira aqui. "Se juiz fosse eleito, isso não aconteceria", não mesmo?!? Então tá...
.
Por fim, falando especificamente sobre a suposta postura do magistrado, está certo que o Estatuto da OAB trata de um jeito a matéria, mas que é errado, é. Quer falar? Fale nos autos, faça sustentação oral, e não vá falar dentro de gabinete de juiz ou com o assessor. O Ministro Barbosa tem toda a razão, nesse sentido.
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E é até irônico pequenos advogados defenderem isso. Mas cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é, não?

liberdade x responsabilidade

Prætor (Outros)

A liberdade de imprensa é direito fundamental consagrado na Constituição Federal e é exercida plenamente no Brasil.
Ocorre que a imprensa não é imune a ser responsabilizada caso atue em transgressão às demais normas jurídicas em vigor no país, dentre elas a que assegura o segredo de justiça nos casos em que isto deva ocorrer.
Assim, tenho que justa a condenação do CONJUR no caso concreto.

sucesso à conjur

N_F (Outros)

Não desistam! Vocês divulgam fatos que nós não podemos divulgar! Adoraria que não existisse o segredo de justiça!
Sucesso à conjur!

A Constituição Federal e o princípio de igualdade.

A vida reflete sentimentos mais profundos do ser humano. (Advogado Assalariado - Tributária)

A divulgação de notícia envolvendo membro do Poder Judiciário Paulista faz parte da democracia, bem como de nosso Ordenamento Jurídico, pois o princípio constitucional de que "todos são iguais perante a lei" deve ser considerado como cláusula pétrea.
Assim, parabenizo a revista pelo compromisso com a verdade e principalmente com toda a sociedade.
Continuem trilhando este caminho.

Não desistam nunca!

Felippe Mendonça (Professor Universitário)

Prezados membros do CONJUR
Por favor, não desistam nunca de lutar pela liberdade de imprensa face a este autoritarismo do judiciário. São servidores públicos e precisam aceitar esta condição. Eles nos servem, não o contrário, portanto seus atos são públicos.
Vamos até A Corte Interamericana de Direitos Humanos, se for necessário.
Fico à disposição dos senhores e dos colegas advogados neste empenho.
Cordialmente
Felippe Mendonça
Diretor Geral da Associação Brasileira para o Desenvolvimento e Defesa da Democracia - Ação Democrática

Revisão de conceitos

Francisco Lobo da Costa Ruiz - advocacia criminal (Advogado Autônomo - Criminal)

Chegamos, todos, ao limite da imoralidade, pregando noções da boca para fora. Hipocrisia total e absoluta. A falta de respeito campeia, enquanto que, no fundo, o cidadão não se respeita.

Escárnio à liberdade e deboche da democracia.

Citoyen (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

Por que a honra foi ofendida?
Quem fez o que foi noticiado, como pode FUGIR às consequência de seus atos.
Senhores. Sei que estão muitíssimo bem representados, mas, se eu puder ajuda-los em alguma coisa, DISPONHAM.
Quanto aos Magistrados, mais que demonstrado está a DEFESA CORPORATIVISTA que têm, quando um deles está arrolado, como Autor ou Réu.
Mas, estou certo, que os TRIBUNAIS SUPERIORES, onde certamente este processo chegará, SABERÁ FAZER JUSTIÇA. Só lamento que NÃO APROVEITEM para punir as decisões que DISTORCEM o DIREITO, para buscar a JUSTIÇA CORPORATIVISTA!
Tudo isto é LAMENTÁVEL e contribui para criar INSEGURANÇA no MEIO SOCIAL!

Fim das iniciais nos inquéritos x censura

Simone Andrea (Procurador do Município)

Enquanto essa censura inconstitucional à imprensa é perpetrada pelo judiciário paulista, num verdadeiro ato de exceção, o STF abole a famigerada identificação dos investigados apenas por suas iniciais (privilégio feudal ridículo), nos inquéritos originariamente de sua competência.
Isto reforça a certeza do quão errados foram os vereditos da censura.

Autoritarismo liberticidada e corporativismo

Simone Andrea (Procurador do Município)

É o que tenho a dizer sobre as decisões judiciais proferidas contra o Conjur, ao qual também apelo: não desistam nunca de noticiar, não se deixem jamais intimidar! Por isso, meu repúdio a essas duas decisões, que nada mais são do que cen-su-ra vedada pela Constituição, que o Judiciário es-pe-zi-nha e es-car-ne-ce quando lhe convém. Por isso, meu repúdio irrestrito e absoluto à proposta do "habeas midia" e sobretudo ao seu "criador". Essas decisões provam a absoluta falácia dos concursos de ingresso na magistratura: neles, impingem-se aos candidatos as famigeradas "entrevistas", "sindicâncias de vida pregressa", psicotécnicos para "aferição" dessa imbecilidade mistificadora e nazistóide que é o tal "perfil profissiográfico", conceito NADA científico, puramente subjetivo, tudo isso com um só objetivo: os tribunais querem selecionar os mais submissos, os mais bajuladores do autoritarismo e e das "otoridades", os menos capazes de pensar. Por isso, o CNJ deve contas aos cidadãos quando fala em mudar a sistemática desses concursos (que tem que ser mudadada, sim), porque não aceitarei calada nenhuma tentativa de manter a pessoalidade e o compadrio que nesses concursos grassam.

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