Consultor Jurídico

Comentários de leitores

7 comentários

sim, incomoda.

SCP (Outros)

Há pesquisas sérias comparando as petições e advogados dativos e de defensores. Há livros sérios comparando essas atuações em diversos países (Justiça para Todos! - Assistência Jurídica Gratuita nos Estados Unidos, na França e no Brasil – Cléber Alves), onde percebemos que o sistema serve mais para sustentar os advogados dativos, que não conseguem sem ajuda do estado manter os escritórios particulares.

Poque a Defensoria Pública "incomoda"?

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Nenhum país desenvolvido possui uma estrutura burocrática assemelhada à Defensoria Pública brasileira, pagando altos vencimentos. Embora em regra os países europeus, os EUA, Japão e Coreia propiciem condições para que os desamparados de recursos possam litigar, a assistência judiciária é promovida em regra por advogados privados. Pelo que consta, somente nos EUA há uma "defensoria pública" assemelhada à brasileira no âmbito da federação, que cuida de alguma poucas causas dada à competência jurisdicional dos estados membros. Nesses, em regra a assistência é prestada por advogados privados, por vezes somente na primeira instância. Curiosamente, o Brasil possui uma das mais elevadas cargas tributárias, e seguramente um dos piores serviços públicos em todo o mundo, ao passo que a Justiça é um completo caos. Em que pese as "defesas apaixonadas" de alguns, mais das vezes empolgados com os empregos seguros e bem remunerados, defensoria pública não significa nem de longe melhor amparo ao pobre, nem melhoria da Justiça em favor das classes menos favorecida. Prova disso é que, embora a Defensoria tenha se expandido nos últimos anos, com aumento da carga tributária para se sustentar os elevados vencimentos e despesas com os defensores, o pobre nunca esteve tão desassistido em matéria de Justiça.

Falta de honestidade

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

O comentário do PauloAntonio (Outros) nos mostra a toda evidência a falta de honestidade intelectual, quando não de caráter, presente no meio jurídico nacional. Veja-se que o artigo deixa claro que na Inglaterra NÃO HÁ defensoria pública, sendo que a assistência judiciária é prestada por advogados privados mais ou menos dos mesmos moldes dos que trabalham aqui no Brasil vinculados aos convênios entre a OAB e a Defensoria Pública. Na Inglaterra, além de inexistir defensoria pública, sequer se cogita da criação do referido órgão. O "defensor profissional" mencionado na reportagem são na verdade advogados privados, sem qualquer vínculo com o estado. Mesmo estando ciente disso, no entanto, o dito Comentarista tenta "forçar a barra" para concluir sem qualquer substrato fático que a Defensoria Pública brasileira "causa incômodo porque é boa", e ainda prolata em total desrespeito a milhares de profissões privados que honradamente defendem os pobres através do Convênio que a intenção desses é "ter uma graninha a mais no fim do mês". Em resumo, concluiu-se o que quer, sem se preocupar se o que está sendo dito possui algum fundo de verdade ou não.

Qualidade

SCP (Outros)

"O acesso às cortes fica garantida, mas o mesmo não pode ser dizer da qualidade da Justiça oferecida quando a parte não é assistida por um defensor profissional."
Muitos insistem em criticam a Defensoria do Brasil pelo incômodo que ela causa, devido aos bons serviços prestados. Buscam meios para restabelecer os convênios, como forma de uma ter uma graninha a mais no fim do mês.

Se houvesse Defensoria Pública estaria tudo em PAZ!

Adriano Jorge Campos (Professor Universitário - Criminal)

É por isso que o ANALUCIA nunca deixa de ser bacharel

A união faz a força

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Vê-se que a advocacia inglesa, ao contrário da brasileira, é unida e protesta. Aqui, a Entidade de Classe mais não tem feito nos últimos anos senão fomentar a desunião da classe, que desunida sangra a cada dia.

e no Brasil torra -se dinheiro de justiça gratuita sem contr

analucia (Bacharel - Família)

e no Brasil torra -se dinheiro de justiça gratuita sem controle algum, o discurso é de usar o pobre, sem identificação do mesmo, e o dinheiro ficar com quem presta o serviço sem comprovar nada.

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