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Colunas

Segunda Leitura

Construindo relações entre professores e alunos de Direito

Comentários de leitores

7 comentários

Vlademir e não Valdemar!!!

Fátima Burégio (Advogado Autônomo)

Enquanto ditava, pedi para alguém digitar e fora cometido um erro grave: trocou o nome do Dr. Vlademir!
Perdão!

Conselhos sábios de um grande mestre

Fátima Burégio (Advogado Autônomo)

Não tem jeito!
Tenho o hábito de ler TODAS as colunas e artigos do professor Valdemar Passos e cada vez fico mais convicta que é um privilégio ao meio jurídico, poder editar e exibir temas tão interessantes quanto os que são de autoria do nobre mestre e desembargador aposentado.
Faço um convite: - Dr Valdemar, venha, pelo amor de Deus, dar uma palestra em centros universitários do Recife!!! Recife é tudo de bom (exceto os tubarões).
Será um prazer poder dizer: Eu assisti a uma palestra, um seminário comandada pelo Dr.Valdemar!
Saúde e sucesso, guerreiro!

Ao Voluntária (Administrador)

Eduardo. Adv. (Advogado Autônomo)

A verdade: ninguém quer saber de esforço. Atualmente, é comum ver estudantes com o material didático (apostilas) fornecido pelas universidades... E a biblioteca??? Lembro que inventei de visitar uma "biblioteca" de uma universidade daquelas que fornecem apostilas e perguntei sobre uma Revista de Direito do Consumidor (famosíssima, da RT!) e a bibliotecária me apontou que as revistas disponíveis eram a Veja, a Época...
Essa história de reclamar de professor (em instituição privada) é antiquíssima. Na hora que o aluno precisa dos neurônios, a primeira coisa a se fazer é pedir que o "representante" de classe (ninguém quer se expor) vá à direção dizer que a "turma" constatou deficiência no professor. Há anos querem que o professor passe a matéria no quadro (ou apresente em power point, de preferência com cópia via-email) para poder ser comprovado que a vírgula cobrada na prova não constava da matéria ministrada.
Não adianta visitar fóruns, assistir julgamentos. Dali saem com a impressão de que os únicos a terem razão são os juízes ou promotores... E todos passam a desejar a autoridade do cargo público. E a justiça a que cada um tem direito???

Experiência acertada

Voluntária (Administrador)

A experiência do Professor Mauro Viz foi acertada, uma pena que seus alunos não souberam aproveitar. Outra iniciativa que pode ser tomada pelas Faculdades do interior é visitar os Tribunais da capital, assistir julgamentos e discutir os resultados.

Falta de Profissionalismo da Universidades

VIZ ADVOGADOS EMPRESARIAL (Advogado Sócio de Escritório)

Além do exercício da Advocacia na área Empresarial, até o ano de 2011 fui Professor em duas Universidades e ministrava a matéria de Direito Empresarial. Minhas aulas são realizadas com processos para que os alunos tenham o alcance da matéria que estão aprendendo.
O professor tem que advogar na área que ele ministra sua aula, não é o que ocorre na prática. Desta forma, a grande maioria dos professores decoram a matéria e repete aos alunos.
Numa Universidade em 2001, com autorização da Coordenação ministrei aula com uma turma da seguinte forma: na primeira semana dividi os alunos em grupos; cada grupo comprava 3 livros de autores diferentes previamente indicados; cada aula era um tema da matéria eu não falava nada, iniciava a aula com a cópia de um processo que tinha haver com a matéria daquele dia, os alunos tinham uma hora e meia para ler a inicial, a contestação e o capítulo dos livros sobre o tema em seguida, eu iniciava um debate entre os grupos pedindo a cada um que apresentasse suas conclusões e interferia explanando a matéria e sanava as dúvidas.
Depois de 60 dias, a coordenação pediu que eu parasse os alunos estavam reclamando que na minha aula tinha que estudar antes.
Finalizando, eu não concordo que um professor de direito tenha que escrever conceitos nos quadros.
Sou a favor do método americano.

"Convidar Um advogado, promotor, defensor"

daniel (Outros - Administrativa)

O Defensor é advogado, isto é importante para evitar confusões e abusos.
também é interessante convidar um Delegado, Um Notário, um Juiz e até assistentes sociais judiciais e psicólogos judiciais.
boas dicas no texto.

bom texto, mas Falcone não era juiz, e sim Magistrado do MP

daniel (Outros - Administrativa)

bom texto, mas Falcone não era juiz, e sim Magistrado do MP.
Na Itália a carreira é única, mas há duas funções, a de Magistrado do MP e Magistrado Judicial.
Falcone era Magistrado do MP e não Juiz.

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