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Problemas técnicos

OAB-SC pede suspensão do PJe na Justiça do Trabalho

A seccional catarinense da Ordem dos Advogados do Brasil encaminhou ofício à desembargadora Gisele Alexandrino, do Tribunal Regional do Trabalho de Santa Catarina (TRT-12), pedindo a suspensão imediata do sistema de processo eletrônico da Justiça do Trabalho, o PJe-JT. O texto foi enviado pelo presidente da OAB-SC, Tullio Cavallazzi Filho, que justifica seu pedido por conta da sistemática ocorrência de problemas técnicos que prejudicam o trabalho dos advogados.

Cavallazzi explica que é grande a quantidade de reclamações nos três municípios e ressalta que a OAB de Santa Catarina não é contra o processo eletrônico na Justiça do Trabalho, mas os advogados entendem que o sistema não está promovendo a necessária unificação dos processos.

A OAB defende que em Florianópolis e Joinville seja adotado o Processo Virtual (Provi), mais simples e, segundo a OAB, mais eficaz do que o processo eletrônico. Já em Chapecó, a solução seria adotar novamente os processos físicos. A Ordem defende também que seja facultada ao defensor a possibilidade de adoção simultânea do PJe e dos processos físicos até que os problemas técnicos sejam solucionados. Com informações da Assessoria de Imprensa da Ordem dos Advogados do Brasil de Santa Catarina.

Revista Consultor Jurídico, 22 de julho de 2013, 12h36

Comentários de leitores

1 comentário

Quem está ganhando?

andreluizg (Advogado Autônomo - Tributária)

Não sei se é corporativismo ou burocracia ou corrupção mesmo. O TRF4 já usa há anos sistema de processo eletrônico, muito bem desenvolvido por seus próprios servidores. Vejo poucas reclamações. Por que os Tribunais do Trabalho não adaptaram o mesmo sistema?? É birra, orgulho? Por que criar outro, do zero, diferente (em uma jurisdição tecnicamente una)? Esse processo eletrônico do TRT12 é inservível! Alguém deve estar ganhando com isso, com certeza... São milhões para desenvolvimento. Mesmo que fosse feito totalmente por servidores demandaria a contratação de centenas de pessoas! Mais custo, mais Estado, mais impostos...
Espero que o CNJ se adiante para que os processos eletrônicos dos diferentes Tribunais se comuniquem com facilidade, caso contrário a celeridade trazida com a era digital será em vão.

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