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Igualdade de partes

Sala de audiências de fórum mineiro será reordenada

Wilson Almeida Benevides, juiz auxiliar da Corregedoria do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, acolheu requerimento apresentado por Antônio Carlos Brugni Velloso, defensor público da comarca de Passa Quatro, e determinou que a disposição do mobiliário da sala de audiências do Fórum da comarca seja alterada.

Alegando que a composição atual não respeitava o princípio da liberdade entre as partes,  ele afirmou que era necessário colocar o representante do MP em posição igualitária ao da Defensoria Pública, tese aprovada pelo corregedor-geral de Justiça, desembargador Luiz Audebert Delage Filho.

Na decisão, o juiz auxiliar Wilson Benevides aponta que a estrutura do Fórum da Comarca de Passa Quatro permite a mudança, sendo necessário apenas a análise das obras de viabilidade por parte da Diretoria de Engenharia e Gestão Predial. Com informações da Assessoria de Imprensa da Defensoria Pública de Minas Gerais.

Clique aqui para ler a decisão.

Revista Consultor Jurídico, 19 de julho de 2013, 10h04

Comentários de leitores

12 comentários

Uma cantiga só é cansativa...

Observadordejuris (Defensor Público Estadual)

A Analucia tem mesmo fixação pela Defensoria Pública. Não perde uma oportunidade sequer para fazer comentários desairosos à Instituição. Estude, menina, com afinco, deixe de lado esse rancor gratuito e passe no Exame de Ordem. Depois, por três anos exerça a advocacia. Assim você poderia tentar um concurso em qualquer carreira de estado.

Ofensa

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Penso que o advogado privado não deva sair por aí se oferecendo, nem entregando cartões em juizados ou em repartições pública. Mas, os que o fazem, ao contrário do que diz o JotaMP (Servidor) de forma totalmente ofensiva à advocacia brasileira, nem de longe estão "se aproveitando da ignorância de pobres e idosos", mas apenas e tão somente oferecendo seu importante serviço. Quem permanentemente lesa idosos e pobres são na verdade os servidores públicos, os bancos e o poder econômico como um todo. Nos últimos anos, como todos sabem, centenas de bilhões de reais foram literalmente surrupiados do povo pelo Estado e o poder econômico, que só encontraram possibilidade de reaver o dinheiro de volta com a atuação de advogados independentes, que com muito suor, enfrentando toda espécie de criminoso institucionalizado, conseguiram reverter a situação. Eu que sou advogado previdenciário (e que não entrego cartões a ninguém) perdi a conta de quantos clientes foram lesados pelos servidores do INSS. A situação se agravou ainda mais nos últimos anos, pois há o prazo de dez anos para se ingressar com as ações de revisão, e muito só se dão conta de que foram lesados depois de passado uma década. O pobre inocente ou idoso que encontra algum advogado no juizado ou mesmo no INSS, deve dar graças à Deus porque no Brasil os únicos que efetivamente se preocupam com pobres e idosos, e que irão adotar providências para fazer valer o direito, são os advogados.

Mais do mesmo

rafahen (Defensor Público Estadual)

Prezada Ana Lucia, não sei quais salas de audiências você frequenta. De meu turno, informo que meus assistidos sentam ao meu lado.

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