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Senso Incomum

Vinte dicas republicanas para ter sucesso como (N)DCCJ

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32 comentários

Reflexão.

Bruno.Meneses (Estudante de Direito - Civil)

Perfeita coluna ministrada pelo ilustre Lênio Streck. Pois alguns membros da magistratura estão sentido um semi-deus. E em relação aos privilégios familiares. Umas das filhas de dois membros do STF foram indicadas para o TJ.RJ. Lamentável.

Adorei as dicas...

A. Melo (Estudante de Direito)

É a primeira vez que vejo essa coluna. E achei o texto simplesmente fantástico. Gostei muito das dicas (e das alfinetadas).
Se vende? Para quem não se incomoda com a verdade, com certeza.
Também preciso "vestir o capuz" e deixar de lado o Facebook.

Ter uma boa consciencia

geitens (Outros)

Acessar a consciência é o contrário do estado de inconsciência sobre uma realidade.
A consciência vai muitas e muitas vezes contra meus anseios, minhas vontades e até então meus entendimentos.
Ter a integridade de agir de acordo com ela é o que faz de alguém uma pessoa virtuosa.
De acordo com o cristianismo através dela Deus comunica-se conosco. É preciso estar sereno.
O “inventar moda”, a discricionariedade podem ser frutos de uma consciência corrompida, de quem não quer saber de se guiar por algo que não seja a si mesmo, do descaso, da falta de compromisso com seu povo.
Trago outro ponto de vista sobre a consciência, um pouco diferente, mas não tão distante do nosso querido prof. Lênio. Onde deixar de se guiar por ela é que seria tatear no vazio, e deixar de dar sentido ao que construímos até agora como humanidade.

País cordial (sic)

Armando do Prado (Professor)

"...não decida conforme sua consciência e, sim, a partir do que diz a doutrina e a jurisprudência, com coerência e integridade". E sse item 10 é lapidar.
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Aliás, poderiam colocar (adaptado) no lugar do famoso, ameaçador e arrogante art. 331 do CP, que se vê em quase todas as repartições públicas(?).

Não me sinto tão "ET" assim...

Andreia da Silva Araujo (Funcionário público)

Parabéns, professor, pelo belo texto!
São leituras como essa que fazem eu me sentir menos "ET" nesta ingrata Terra!
Grande abraço!
Andréia.

Ironia kierkegardiana e clareza para além da floresta negra

Telêmaco Jucá (Professor Universitário)

Acompanho, há um certo tempo, a trajetória intelectual desse nobre pensador brasileiro. Aqui, tem revelado, não só a dívida com a ironia do século xix, sem radicalizar e recair no niilismo, ao mesmo tempo em que dialoga seriamente com a tradição anglo-americana. Tem se valido do chão da vida, o grau zero do pensar, para revelar o sentido de práticas jurídico-morais de nossa sociedade. desvelar o sentido dessas práticas fincadas no chão da vida, é um dos fios condutores que une a tradição hermenêutica e a tradição jurídica anglo-americana. acho que você, mestre, anda mais próximo de ricoeur que de gadamer. parabéns...

Tô só brincando. Nada sério.

sGFREITTAS (Outros - Empresarial)

A prepotência maior reside no fato de um Ser Humano arriscar a editar um manual sobre como uma pessoa deve se comportar ( assim ou assado ) o que deve ( fazer ou não fazer ).
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Pede para o “detentor de cargo público” não se expor no Facebook, mas, ele próprio se utiliza da internet para expor suas idéias e inventar siglas hilárias como a (N)DCCJ.
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Neste momento me pergunto qual seria a diferença entre utilizar o Facebook x Escrever um texto prolixo cheio de piadinhas, e não é só isso, se notarem bem, ao mesmo tempo que o r. articulista pede para não fazer uma coisa, logo em seguida diz, não levem ao pé-da-letra, é tudo brincadeira, etc, etc.... Por favor, perder tempo com isso não dá, OU é OU não É... “Ou tu brotas, ou tu morres!” Decida!
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O sucesso deste espaço -Senso Incomum- entre algumas pessoas, faz sentido; o que eu quero dizer é o seguinte: Hoje em dia as pessoas não tem coragem de falar a verdade, então, elas sempre dizem as VERDADES e depois dizem TÔ BRINCANDO, ou então, É BRINCADEIRA. Daí surge a identificação com o texto... [tô brincado...]
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Por fim, recomendo que o detentor de cargo público não leia essa coluna, isso porque pode ficar atiçado a visitar o Facebook do articulista divulgado no final do texto, ao invés disso o (N)DCCJ deve ler bons livros, eu disse bons livros, não disse resumos plastificados.

mais uma dica: se é defensor público aceite que

analucia (Bacharel - Família)

mais uma dica: se é defensor público aceite que você é advogado do seu cliente, logo assessor e não fiscal, nem Membro do MP.
E também que o Defensor tem que comprovar a carência do cliente e não pode ter monopólio de pobre para usar o mesmo como objeto.

Vende

Daniel Agostini (Advogado Autônomo - Civil)

Vende sim. Obrigado.

Como as coisas são, e como as coisas devem ser.

Conselheiro Aires (Funcionário público)

Excelente o artigo. Vladimir de Freitas tratou como as coisas são, Lênio Streck, como as coisas devem ser. Parabéns pela ironia, parabéns pelos bons propósitos. Acho que esse é o caminho de um país mais decente. Tratar com urbanidade sem bajular. Respeitar o erário. Respeitar as leis, não achando que por princípios tirados da cartola pode-se resolver tudo. Respeitar os réus, acabando com esse papo de dúvida, em favor da sociedade (qualquer um pode se transformar em réu, o mundo gira). Ganhei o dia.

Como as coisas são, e como as coisas devem ser.

Conselheiro Aires (Funcionário público)

Excelente o artigo. Vladimir de Freitas tratou como as coisas são, Lênio Streck, como as coisas devem ser. Parabéns pela ironia, parabéns pelos bons propósitos. Acho que esse é o caminho de um país mais decente. Tratar com urbanidade sem bajular. Respeitar o erário. Respeitar as leis, não achando que por princípios tirados da cartola pode-se resolver tudo. Respeitar os réus, acabando com esse papo de dúvida, em favor da sociedade (qualquer um pode se transformar em réu, o mundo gira). Ganhei o dia.

Quadro Sinótico

R Santos (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Faltou, ao final, um quadro sinótico ou mesmo ou fluxograma, sei lá, para facilitar a leitura das dicas! Brincadeiras a parte, perspicaz como sempre e bem humorado como nunca!
Bela coluna!!!

Pra vender, só falta o título!

Caio Rocha (Advogado Associado a Escritório - Tributária)

Caro Lenio Streck, ainda estamos no aguardo do Cego de Paris (Parte 2)!
Enquanto isso, segue uma sugestão para as vendas do manual alavancarem: "19 dicas + 1 para o sucesso nas carreiras jurídicas!" Vai vender igual a água...
Ps: Quando o veremos aqui em Uberlândia/MG?

Sensacional!!!

Samuel Cremasco Pavan de Oliveira (Advogado Autônomo)

Um espetáculo de lucidez e bom humor essa coluna!
Mas pra esse Manual vender bastante, caro Prof. Lenio, precisa de uma versão (ainda mais) simplificada... rs
Parabéns por dizer o que precisa ser dito e quase ninguém tem hombridade pra dizer!

Que venha a 2ª Edição com os complementos...

A Reta Entre Várias Curvas (Outro)

Prof. Lênio. Faltou a dica de que o (N)DDCCJ deve sempre ter em mente que ele é pago pelo povo e a autoridade pública é um funcionário daquele senhor que compra remédios e da vovózinha que compra pão, pois são estes, através dos impostos, que pagam seus salários e sustem seu cargo público. Essa dica vai ao encontro daquela que diz para não existir "Juizites" e "Promotorites", bem como "Servidorites", que fazem a vaidade e a prepotência passar por cima dos direitos dos cidadãos menos esclarecidos. Att, Leandro.

País dos privilégios!

Cristiano Carvalho (Serventuário)

É preciso mudar essa cultura política brasileira de privilégios desarrazoados para as autoridades públicas. Nada de aposentadoria compulsória como penalidade, nada de verba paletó, nada de viagens em aviões da FAB ilimitadas e sem interesse social, nada de passagens aéreas para congressistas, nada de foro privilegiado, nada de suplentes não eleitos pelo voto etc.
É preciso moralidade e respeito com a coisa pública! Não é possível que uma família (avós, filhos e netos) no Brasil viver (miseravelmente, claro!) com apenas R$ 678,00 mensais e nossos "representantes" nadando no mar de dinheiro (sujo e desonesto, evidentemente!) da velha Viúva, como diz o Dr. Lênio.
Quanta sacanagem com a República!!

Caras de Pau

Zé Machado (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Esses ministros são mesmo desavergonhados! Colaboram em enviar as filhas pelo caminho da promiscuidade, como se isso fosse natural. Muitas seguem o caminho da prostituição e vendem a alma ao diabo, por um troninho no Olimpo.

Lacunas

Ferret (Bacharel)

Faltou. Faltou dizer que cargo público não é titulo de nobreza. Que cargo público não é uma satrapia. Alguns falariam que não pode ser chamado de feudo porque não é hereditário, mas, pelas últimas notícias, inventaram mais uma coisa no Brasil: o feudo com herança cruzada.
Faltou falar que o discurso de muitos é de esquerda, mas o espírito é da corte portuguesa do século XVIII.
Faltou comentar que servidor público serve. Não faz favor, não quebra galho. Nem quando faz algo espúrio, nem quando faz obrigação do cargo.
Por último, Lênio, o herege, mencionou o socialismo processual. Na terra do direito "achado na rua".

Pereira

R. Canan (Advogado Associado a Escritório)

Sem ofensa ao sobrenome, mas já notaram que em seriados ambientados nos anos 40 a 60 (em regra no RJ), sempre tem um Pereira de origem humilde? É motorista ou porteiro. O "Pereirinha" ou "Pereirão" sobe na vida por ser conhecedor dos meandros do poder e ser homem de confiança, por vezes usado em atividades ortodoxas (atualmente insistem denominar de ilícitas). O Pereira acaba ocupando um cargo de gerência em uma das inúmeras divisões ou departamentos da estatal (sempre uma estatal), sob o comando de algum ocupante de cargo em escalão mais alto, ou político, que o apadrinhou.
Não mudou muito hoje em dia. Agora o cidadão também pode ocupar um cargo em diretoria de sindicato, ou em ONG, ou nos movimentos sociais. Sem esquecer dos cabos eleitorais e dos estagiários (de antes, que tornam-se os assessores de agora). Sem prejuízo da forma de antanho, ainda bastante praticado com o Pereira.
Mudam as formas de contato com o poder, ficam as mesmas práticas nefastas. Confiança em troca de pequenas benesses custeadas pela viúva. Gordas diárias, auxílio moradia, auxílio livro, auxílio aéreo, e por aí vai...
E aqueles poucos que realmente exercem o poder estão pouco ligando. Continuam a voar com a FAB, nomear homens de confiança (inclusive para blindarem-se) e a reivindicar vantagens para si e para os seus.
O manual venderá pouco, pois vai contra a praxis brasileira.
Talvez venda entre aqueles intelectuais "contra tudo e contra todos", mas só se for anunciado como teoria crítica.
Enfim, que o deveria ler, não vai. E se ler, será para não levar a sério.
Grande coluna.

Sugestão

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Sugiro ao prof. Lenio acrescentar mais uma dica:.
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"Se por algum motivo lhe for servido café na audiência em que preside, ofereça aos demais presentes, por educação. Afinal, o café é tanto deles como seu."

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