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Comentários de leitores

4 comentários

Parabéns !

Resec (Advogado Autônomo)

Parabéns ao articulista ! Muitos parabéns ! Essa manifestação é muito importante e está sendo ignorada pela OAB. Aliás, cadê a OAB ? Por que ainda não está defendendo a classe ? Não é crível que se imagine o exercício da advocacia sem que se permita ao advogado peticionar através do papel, pois, acima de tudo, está a necessidade de defesa dos direitos. Ou não ? A informatização é necessária e importantíssima, mas não se pode impedir ou extinguir o protocolo normal de petições. Cadê a OAB ???

O STJ não exclui

Simone Andrea (Procurador do Município)

Gosto do sistema do STJ: virtualização maciça dos processos, mas sem excluir o peticionamento físico. Além disso, é fácil consultar processos e peticionar eletronicamente.

É isso ai!

Thiago M. Adami (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Nossa classe tem que ser mais unida e combater esses abusos praticados pelos Tribunais afora...
É um absurdo o que nossa classe "sofre" para exercer seu mister. Cada dia é uma dificuldade nova.
Temos impedimentos para alavancar nossos negócios, para atuar, para falar com Juízes e promotores... enfim.
Espero que a OAB faça algo em nosso favor, pois esse PJ-e está mais dificultando do que ajudando!

Muito a propósito.....

Ademilson Pereira Diniz (Advogado Autônomo - Civil)

Com todo acerto o articulista. Já estava na hora de alguém se manifestar publicamente contra esse 'oba-oba' a favor da informatização da prestação jurisdicional, sobretudo no que concerne ao aceso à justiça: a exclusividade do uso da internet. Sempre tive ressalvas quanto à essa exclusividade, mormente de abrupto, sem que se deixe uma válvula aberta para o uso concomitante do velho e bom papel. Como se fará para o caso de uma assistência jurídica de imediato? A impetração, emergencial, de um HABEAS CORPUS? De um MANDADO DE SEGURANÇA? O advogado deverá, doravante, ter sempre consigo seu computador? Muitas questões deveriam ser testadas antes que se tornasse obrigatório o uso exclusivo desse novo meio, sob pena de se tornar em mais uma forma de elitização da advocacia e do DIREITO, configurando uma odiosa negativa de acesso ao judiciário. Temos exemplo, aliás, de coisas que funcionam precariamente, nessa era de informática: quantas vezes não somos surpreendidos, nos bancos, sobretudo nos BANCOS OFICIAIS (Caixa Econômica e Banco do Brasil) pela informação de que 'o sistema caiu'? E se o SISTEMA 'cair' na hora da transmissão de uma petição cujo prazo esteja já em seu final? O SISTEMA informará ao destinatário (o Poder Judiciário) que o peticionário foi infelicitado por tal circunstância? Com certeza NÃO, porque o SISTEMA é feito para favorecer o ESTADO (e seus agentes) o NÃO O USUÁRIO, aliás, como sempre (mesmo atualmente, no caso de feriado no local onde corre o prazo, é do jurisdicionado a prova do fato, quando, evidentemente, deveria o JUDICIÁRIO LOCAL informar, na remessa dos autos, o referido feriado). Esse instrumental poderá ser muito útil à agilização dos processos, mas isto não significa, necessariamente, que teremos UMA BOA JUSTIÇA.

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