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Nota oficial

Liberdade de imprensa causa constrangimento na OAB-RJ

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio de Janeiro, Felipe Santa Cruz, emitiu nota contra as declarações do advogado André Barros, integrante da Comissão de Direitos Humanos da OAB-RJ. No último domingo (30/6), Barros manifestou-se favoravelmente à hostilização de uma equipe de reportagem da TV Globo, que fazia a cobertura de um protesto próximo ao estádio do Maracanã, durante a final da Copa das Confederações. As informações são do portal Terra.

"Eles têm o direito a se manifestar contra a mídia. A mídia mente sobre as manifestações. Ela também precisa fazer uma autocrítica, a revolta é contra o sistema", disse André Barros, que acompanhava a manifestação. Na ocasião, os jornalistas deixaram a manifestação e um carro descaracterizado da emissora foi chutado por alguns integrantes do protesto.

Na nota oficial, Felipe Santa Cruz destaca que a Seção Rio de Janeiro “respeita — e, sobretudo, defende — a liberdade plena e irrestrita de imprensa. Portanto, tais opiniões não refletem, em hipótese nenhuma, a posição institucional da Ordem. Desde sua criação, a OAB tem longo histórico de luta contra a censura e contra o silêncio imposto pela repressão”. No final, o texto garante que “a OAB-RJ reitera este compromisso junto à sociedade: de resguardar, a todo custo, a livre expressão e da imprensa”.

Revista Consultor Jurídico, 5 de julho de 2013, 18h13

Comentários de leitores

3 comentários

Infiltração na OAB-RJ

Menslex (Advogado Assalariado - Administrativa)

Infelizmente, até o Sr. Wadih Damous (quando presidente da OAB-RJ) fez politicagem baixa na OAB-RJ. Manteve notícia no site de que houve morte na desocupação do Pinheirinho em São José dos Campos - Estado de São Paulo, quando não houve.
Por que será que o então presidente da OAB-RJ se preocupou em publicar morte que não houve - quanto à desocupação juducial havida no Estado de São Paulo?????

Salve a imprensa livre!

Observadordejuris (Defensor Público Estadual)

Pelo visto, esse integrante da comissão dos Direitos Humanos da OAB/RJ deve ser favorável, também, a uma lei da mordaça nos moldes concebido pelos radicais do PT. Ainda bem que ele foi, prontamente, desautorizado pelo presidente da seccional do Rio de Janeiro, uma vez que o posicionamento desse integrante caminha na contramão do histórico de lutas da Ordem em prol da integral liberdade de imprensa. Já se disse que a imprensa livre é irmã gêmea da democracia. Nada mais verdadeiro!

Limites

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Penso que não existe nenhuma liberdade "irrestrita". Se essa existisse, a imprensa seria livre para falsear a verdade, o que não pode ser admitido.

Comentários encerrados em 13/07/2013.
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