Consultor Jurídico

Notícias

Você leu 1 de 5 notícias liberadas no mês.
Faça seu CADASTRO GRATUITO e tenha acesso ilimitado.

Incêndio em boate

Sócio da boate Kiss não consegue liberdade provisória

A Justiça gaúcha negou o pedido de liberdade provisória do sócio da boate Kiss, Elissandro Callegaro Spohr. A decisão é do juiz plantonista de Santa Maria (RS), Afif Simões Neto. De acordo com o juiz, não há motivos para desfazer a sentença do juiz Régis Adil Bertolini, que decretou a prisão temporária do empresário.

"O decreto de prisão temporária embasou-se em sólidos fundamentos fáticos e jurídicos, principalmente no que diz respeito à necessidade da custódia para a investigação que se encontra em curso", justificou Simões Neto.

A decisão ainda determina que a Polícia faça nova investigação sobre o empresário, pois, segundo o juiz, mais elementos foram reunidos. O sócio da casa noturna está hospitalizado em Cruz Alta, sob custódia policial, e uma liberação médica é aguardada para um novo depoimento.

O caso
O incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, no último domingo, deixou 235 mortos e dezenas de feridos. A suspeita é que um sinalizador usado pela banda que se apresentava naquela noite tenha provocado o fogo no isolamento acústico da casa noturna. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-RS.

Revista Consultor Jurídico, 31 de janeiro de 2013, 19h49

Comentários de leitores

1 comentário

Bopate Kiss

kele (Bancário)

O que vemos constantemente é funcionamento de prédios comerciais sem a devida documentação, para se construir é necessário registro na Prefeitura e CREA, por que não se entra logo cokm pedido de licença nos Bombeiros e demais orgãos. começa a funcionar sem alvaras e permanecem por muito tempo nesta situação.
Quanto a prisão deveria os responsáveis pelas fiscalizações serem tambem punidos

Comentários encerrados em 08/02/2013.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.