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Dívida milionária

OAB-RJ questiona aprovação com louvor de contas

Após receber duas citações de execução fiscal de dívidas da Caixa de Assistência dos Advogados do Rio de Janeiro (Caarj), a seccional do Rio de Janeiro da Ordem dos Advogados do Brasil enviou ofício ao Consenho Federal da OAB questionando a "aprovação com louvor" dada pela entidade às contas da Caarj entre os anos de 2001 e 2006.

De acordo com a OAB-RJ, neste período restou uma dívida de R$ 331,9 milhões. O débito é relacionado a Imposto de Renda Pessoa Jurídica, Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e não pagamento de PIS, Pasep e Cofins, mais multas.

"A situação de extrema gravidade não chama atenção somente pelos números estratosféricos das dívidas, mas também pela total falta de conhecimento da sua real dimensão, eis que a atual diretoria da Caarj foi surpreendida com a notificação para o pagamento dos débitos, resultado da administração irresponsável dos dirigentes da OAB-RJ e da Caarj no período dos anos de 2001 a 2006" , diz um dos trechos do ofício, assinado pelo então presidente Wadih Damous. O ofício foi enviado no dia 21 de dezembro.

A seccional pede, no documento, que sejam revistas as normas para prestação de contas ao Conselho Federal e tomadas providências para a responsabilização daqueles que eram dirigentes da OAB-RJ e da Caarj na época em que não foram feitos os pagamentos.

"A OAB-RJ foi surpreendida com um débito fiscal milionário em relação ao qual não se tomou nenhuma medida preventiva. Pedimos, portanto, a revisão dessas regras pelo Conselho Federal", explica o procurador-geral da Seccional, Guilherme Peres. Com informações da Assessoria de Imprensa da OAB-RJ.

Revista Consultor Jurídico, 24 de janeiro de 2013, 14h39

Comentários de leitores

5 comentários

A era do "eu não sabia"

Licurgo (Advogado Autônomo)

O atual presidente, recém eleito, foi o presidente da Caixa de Assistência durante os últimos SEIS anos, e agora vem a público dizer que foi "pego de surpresa" por uma dívida de 330 milhões que, segundo ele, "apareceu" do nada. Bem, para quem está de fora é difícil julgar (até por conta da falta de transparência, que sempre foi uma marca registrada da nossa OAB), mas me parece muito estranho que uma pessoa, ou um grupo, que vem administrando a entidade por seis longos anos alegue, a essa altura do campeonato, que desconhecia um débito de proporções tão gigantescas. Se tal fato houvesse acontecido em um país sério haveria uma rigorosa auditoria para apurá-lo, mas, como estamos nesta pocilga, tudo vai ficar por isso mesmo e depois cair no mais solene esquecimento.

Tiro pela culatra

Zé Machado (Advogado Autônomo - Trabalhista)

Mexeram no assunto para fazer politicagem, agora vem o "chororô". O tiro saiu pela culatra. Dívida fiscal é assunto sério, porque é muito oficial e não tem para onde fugir.

sobre a matéria

Walquiria Molina (Bacharel - Criminal)

E agora josé....Eu quero ver os advogados ficarem de braços cruzados e verem seus suados dinheirinhos irem para o ralo....Ou melhor foi para onde,,,ou para quem....Quero ver agora o senhor ophir( arg) falar alguma coisa,,,,ele só penssa em ferrar os bacharéis,,e vários advogados aprovam isto,,,agora quero ver,,,quem vai devolver o suado dinheirinho dos advogados....Quem souber responder....De uma coisa ele pode esqueçer não vai ser reprovando os bacharéis nas provas manipuladas e ridículas que não irá ser,,,,tem alguem ai,,,,,,,,

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