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Nova York aprova lei para restringir posse de armas

O estado de Nova York foi o primeiro a restringir posse de arma nos Estados Unidos após o ataque na escola de Newtown, em Connecticut, quando um atirador matou 26 pessoas. A legislação aprovada é atualmente uma das mais rigorosas no país. As informações são da BBC Brasil.

Tanto democratas como republicanos votaram a favor da lei que limita o acesso a rifles de ataque e introduz processo de checagem mais severo para evitar que pessoas com problemas mentais comprem armamentos. Além disso, a legislação limita em sete o número de balas em cada cartucho.

Ao sancionar a lei, o governador do estado, Andrew Cuomo, disse que o "bom-senso pode vencer". Para os críticos, que esperavam medidas ainda mais rigorosas, a legislação não contempla de forma suficientemente severa as armas menores, como revólveres e pistolas.

A NRA, associação americana de fabricantes de armas, classificou as regras como "draconianas" e descartou impacto sobre a segurança pública.

As novas regras foram aprovadas um dia antes de o presidente Barack Obama revelar as propostas de lei que a Casa Branca passa a defender. Estima-se que o pacote de medidas sofra forte oposição no Congresso.

Revista Consultor Jurídico, 16 de janeiro de 2013, 13h40

Comentários de leitores

4 comentários

Caraca!!!!!!!!!!!!!

JAV (Advogado Autônomo)

Não precisa dizer mais nada. Para aqueles que não conseguem entender os três "post" anteriores, SÓ DESENHANDO.

Comentaristas

Observador.. (Economista)

Ademilson Pereira Diniz (Advogado Autônomo - Civil)e aadasz (Bacharel - Propriedade Intelectual).Parabéns pelos lúcidos comentários.
Aqui, os falaciosos defensores de uma agenda ideológica, querem desarmar a sociedade para enfraquecê-la e melhor controlá-la.
Ensinam há anos que devemos cooperar, não olhar, não reagir, não falar, enfim, abrir mão da própria dignidade e direito à vida para, TALVEZ, o criminoso poupar-nos e às nossas famílias.
Na Alemanha nazista, na Itália fascista e na União Soviética comunista, o cidadão também não tinha acesso às armas e era mero refém do estado.
Aqui, temos uma sociedade onde o bandido se torna cada vez mais ousado ( é só ler os jornais diários e ver o número de crimes banais e sem reação )e o cidadão honesto cada vez com mais medo.
Nos acovardamos, ano a ano, e mesmo assim, continuamos - diariamente - sendo mortos.

Um carnaval fora de propósito...

Ademilson Pereira Diniz (Advogado Autônomo - Civil)

Os idiotas da objetividade estão felizes à bessa com essas medidas tomadas nos EUA sobre armas. Só não divulgam que as restrições ali referidas se referem à posse de armas pesas --fuzis, metralhadoras, etc., pois nenhum governo teria a ousadia de proibir o cidadão americano de ter sua arma, ou portá-la. Naquele país -- o único a desfraldar uma verdadeira DEMOCRACIA na história da humanidade, sempre se soube defender os direitos individuais. Jamais se pensaria ali em impedir o CIDADÃO de exercer o sacrossanto direito de legítima defesa, diferentemente do que se observa nesta 'terra brasilis' onde as próprias autoridades aconselham os cidadão a não reagir e entregar-se, de alma e corpo aos assaltantes, isto além de, e primeiramente, desarmar aqueles, favorecendo, efetivamente, estes.Sem contar que tas 'decretos' de alguns estados americanos ainda vão passar pelo julgamento do SUPREMO AMERICANO que, como JUDICIÁRIO INDEPENDENTE vai decidir pela INCONSTITUCIONALIDADE de tais normas. Devemos lembrar que em todos os países em que se retirou o direito de o cidadão ter sua arma-de-fogo, ocorreu o que aqui está acontecendo: uma escalada sem controle da criminalidade bárbara. só resta indagar: quantas pessoas precisarão morrer para que tenhamos a coragem de REVOGAR essa nefasta lei...

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