Consultor Jurídico

Notícias

Você leu 1 de 5 notícias liberadas no mês.
Faça seu CADASTRO GRATUITO e tenha acesso ilimitado.

Olho social

Em 2012, CNJ promoveu campanhas pelo cidadão

Em 2012, o Conselho Nacional de Justiça promoveu, em parcerias com órgãos do Executivo e do Judiciário, campanhas como a aplicação da Lei Maria da Penha no âmbito dos tribunais; o reconhecimento da paternidade voluntária; o fortalecimento da conciliação no Judiciário e a de valorização da vida, todas voltadas para o cidadão.

Em parceria com o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), a campanha “Conte até 10” recebeu o apoio de lutadores profissionais como os campeões mundiais Anderson Silva (peso-médio) e Júnior Cigano (peso-pesado); além de judocas campeões olímpicos para divulgar a mensagem de não violência em situações confronto. Nas redes sociais, a campanha conseguiu uma repercussão expressiva. Somente no Facebook do CNJ, 102.432 pessoas "curtiram" ou compartilharam os posts da campanha, veiculada em novembro.

Jogadores de futebol de diversos times entraram em campo fortalecendo a campanha Pai Presente nos jogos do Campeonato Nacional em apoio ao projeto que visa reduzir o número de pessoas que não possuem o nome do pai em sua certidão de nascimento. O Censo Escolar de 2012 apontou 5,4 milhões de crianças nessa situação. Desde que foi criado, em agosto de 2010, o programa criado pela Corregedoria do CNJ já assistiu a inclusão do nome do pai nas certidões de mais de 14 mil filhos.

A parceria com a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) resultou na campanha Compromisso e Atitude, de combate à violência contra a mulher no âmbito doméstico e familiar. O Brasil é o sétimo país no ranking mundial de assassinatos de mulheres. Na última década, segundo dados do governo federal, foram assassinadas mais de 92 mil mulheres, 73% dos casosocorridos dentro de suas próprias casas e 92% cometidos por seus companheiros, cônjuges ou namorados.  

O CNJ e demais órgãos do Judiciário estão mobilizados para acelerar os julgamentos dos casos de violência contra as mulheres e a correta aplicação da Lei Maria da Penha. Outra campanha que mobilizou o Judiciário brasileiro em torno da cultura da paz e do diálogo na resolução de conflitos foi a da 7ª edição da Semana Nacional de Conciliação.

De 2006 a 2012, 1,8 milhão de audiências de conciliação aconteceram em todo o país durante as Semanas Nacionais de Conciliação. As audiências que ocorreram no período resultaram no fechamento de aproximadamente 930 mil acordos.  A campanha de Conciliação levou mais de 12 mil pessoas a "curtir", compartilhar ou comentar os posts na página do Facebook do CNJ. Com informações da Assessoria de Imprensa do CNJ.

Revista Consultor Jurídico, 3 de janeiro de 2013, 8h42

Comentários de leitores

1 comentário

Desvio de função

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Trata-se apenas de uma jogada de marketing do CNJ, que tem mantido os graves e históricos problemas do Judiciário intocados. A função do CNJ traçada na Constituição Federal nada tem a ver com o enaltecimento do próprio órgão, mas com ações reais, que façam com que o modelo de Judiciário traçado pela Constituição Federal se transforme em realidade. Morosidade, desvios de poder, favorecimento pessoal, e tantos outras mazelas de atormentam o cidadão comum em matéria de Justiça, e que devem ser objeto da total atenção por parte do CNJ.

Comentários encerrados em 11/01/2013.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.