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Troca de comando

Defensor público-geral de MT toma posse

O novo defensor público-geral de Mato Grosso, Djalma Sabo Mendes Junior, foi empossado nesta quarta-feira (2/1). É a segunda vez que Mendes assume o cargo. Ele já esteve à frente da instituição durante o biênio 2009/2010.

Djalma pretende, logo de início, equilibrar o orçamento da Defensoria Pública e reabrir os núcleos que foram fechados no interior do estado. Hoje, 33 municípios, em 21 comarcas, estão desprovidos dos serviços de um defensor público.

“É importante e necessário que as autoridades constituídas reconheçam o devido valor da Defensoria Pública com instrumento de pacificação, mas acima de tudo de garantia da justiça social”, destacou o conselheiro Márcio Frederico de Oliveira Dorilêo.

Ainda de acordo com o defensor público-geral, o orçamento previsto para 2013 é pouco mais de R$ 70 milhões e vai ser trabalhado junto ao governo do estado um pedido de suplementação deste valor para que seja possível levar o acesso à Justiça aos cidadãos de todas as comarcas.

“Aprendi na vida pública que o que faz a grandeza das instituições não é a sua perfeição, mas a crença de que se pode sempre torná-la melhor. Aquilo que sempre nos uniu e nos inspirou é um conjunto de ideais que vão de encontro às aspirações de todas as pessoas, a possibilidade de vivermos em um mundo mais justo”, enfatizou Djalma em seu discurso de posse.

Durante a cerimônia, presidida pelo então defensor público-geral em exercício, Hércules da Silva Gahyva, foram, ainda, empossados a corregedora-geral Helyodora Carolyne Almeida Rotini, o ouvidor-geral Paulo Rogério Lemos Melo de Menezes e seis membros do Conselho Superior: Danielle Pereira Vilas Boas Biancardini, Erinan Goulart Ferreira, José Edir de Arruda Martins Junior, Márcio Bruno Teixeira Xavier de Lima, Márcio Frederico de Oliveira Dorilêo e Tânia Regina de Matos. Com informações da Assessoria de Imprensa da Defensoria Pública de Mato Grosso.

Revista Consultor Jurídico, 2 de janeiro de 2013, 18h10

Comentários de leitores

1 comentário

Absurdo é que Servidor da Defensoria não vota.

daniel (Outros - Administrativa)

Absurdo é que Servidor da Defensoria não vota. Ou seja, a Defensoria faz exclusão social e usa o falso discurso de "inclusão" social. Ora, e por qual motivo o servidor não pode concorrer a Defensor Geral ? Não é democracia ?
Defensoria é um engodo. Os Defensores preocupam apenas consigo próprios e usam os pobres como objeto.

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