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Comentários de leitores

4 comentários

Menor surpresa, estratégico ver antes, antecipar problemas.

Gilberto Serodio Silva (Bacharel - Civil)

Isso resulta da falta de projetos de sistemas, de segurança e de gestão de mudanças de práticas assentadas na lei processual.
Paralizações do sistema - programa PJe que é workflow é um componente - resulta da falta de projeto de segurança que é mais que proteção da integridade dos autos eletrônicos contra rasuras e ataques de hackers mas também de tolerancia ou intolerancia a falhas, espelhamento de aplicações e redundancia de servidores e até mesmo no break. O que estou dizendo sobre no que diz respeito a projetos e sistema de TI é elementar, óbvio.
Obrigam advogados peticionarem eletrônicamente, aprenderem usar um programa completo que atenta contra o devido processo legal e o resultado são mais recursos por devolução de prazos ou nulidades decorrentes de novos erros materiais, prejudicando advogados e clientes. Me expliquem por favor como e quando essa dita informatização do processo judicial sem projetos vai produzir celeridade, agilidade com qualidade da prestação judicial até porque dando produtividade aos magistrados, serventuários e operadores?

Sistema mal pensado

Bizarro (Advogado Assalariado)

Infelizmente não pensaram nos advogados e nas partes quando criaram o sistema. O que houve foi a informatização da burocracia.
Deveria haver um sistema único e não um para cada Tribunal e para cada instância. Como as decisões não são publicadas, mas disponibilizadas no site para acesso em dez dias pelo advogado, obriga-se a este coitado a ter que ingressar todos os dias, em cada PJE de cada Tribunal para verificar o que está disponível. Ou seja: supondo que o advogado tenha processos em todas as regiões, o trabalho diário será uma via crucis eletronica, para verificar as decisões. Uma absurdo. Fora os problemas para anexar documentos, a demora do sistema, a má qualidade do site... Sem falar dos processo eletronicos nas Justiças Estaduais...
A verdade é que infelizmente o advogado é mal visto pelo servidor, como algúém que atrapalha, e este tipo de "serviço eletrônico" reflete este entendimento. O sistema na verdade, do modo que está, não serve para facilitar o trabalho de partes e procuradores, mas sim do próprio órgão estatal.

Pouca vergonha

Zé Machado (Advogado Autônomo - Trabalhista)

O que poderia se esperar de uma "justiça" que nega o sagrado direito aos honorários advocatícios sucummbenciais de caráter alimentar! É um total desrespeito aos advogados ter que conviver com esses problemas crônicos de efeito técnico de informática, muito fora do alcance da maioria dos profissionais. Essa justiça já se tornou um desalento para todos há muito tempo.

Corretíssima!

Paulo Jorge Andrade Trinchão (Advogado Autônomo)

Parabenizo a preclara colega pela lucidez e oportunidade do pertinente artigo. Todavia, não somente a JT que carece de funcionalidade no sistema eletrônico. Basta pesquisar com os colegas dos demais tribunais e se constará que não funcionam adequadamente. Na prática não passa de uma tremenda "lorota". Na verdade tentam empurrar "goela abaixo" da advocacia um ônus que não lhe pertence. Demoraram de mais para implantar o sistema digital, e agora ficam fazendo média, extrapolando o bom senso e a própria responsabilidade, nãos se olvidando, que é o próprio advogado que banca as imprevistas despesas para atender uma VAIDADE estéril e gananciosa, sem qualquer suporte efetivo do Poder Judiciário. Mas nada disso me surpreende em um país que não é verdadeiramente sério. Os magistrados estão na deles, segurança de polpudos vencimentos regalias, e a arrogância própria do cargo que NÃO recebeu um voto sequer da cidadania. Por essas e tantas outras que sempre defenderei ELEIÇÕES DIRETAS E JÁ PARA O INGRESSO NA MAGISTRATURA, E POR TABELA, NO MINISTÉRIO PÚBLICO! Êta republiqueta de bananas que não toma jeito...

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