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Comentários de leitores

8 comentários

Advogado que não dá informações ao cliente deve indenizar

huallisson (Professor Universitário)

O NOBRE ADVOGADO MARCOS ALVES PINTAR, sobre o artigo do Senhor MARCELO PINTO, fez duro ataque à conduta do Juiz da ação. Embora o ilustre advogado tenha dito que atirara no cliente, o tiro acertou em cheio no magistrado. In casu, ou o juiz ingressa com um pedido de explicação com fulcro no art. 144 do Código Penal, ou se conformará com a carapuça na cabeça. O que é grave, mormente para uma Justiça que anda por demais envolta num mar de lama.
.Pedro Cassimiro- Analista Jurídico.

Respeito ao cliente

Zeca Moreira (Estudante de Direito - Tributária)

Como se pronunciar de forma agressiva se nem conhece o caso.Chega de tanto corporativismo ridículo e imoral. Não querer julgar por desconhecer os fatos é aceitável e normal, agora acusar de golpistas é desespero.

Felizmente ainda há o Poder Judiciário...

Harlen Magno (Oficial de Justiça)

Porque se fosse depender da Comissão de Ética da OAB, que só faz arquivar denúncias contra os maus advogados, o cidadão estaria entregue à própria sorte, diante de profissionais inescrupulosos. E, como a referendar a postura da OAB, há inúmeros colegas de profissão desse tipo de advogado que, calcados no mais puro corporativismo, deixam de lado o açodamento com que sempre tratam a menor queixa que envolva Servidores da Justiça - sempre culpados até prova em contrário em sua visão - e culpam a vítima pela má conduta do "colega de trabalho". Aliás, estranho com profissionais tão gabaritados que são considerados indispensáveis à prestação jurisdicional, nessas horas viram "bobinhos inocentes", que foram ludibriados pelos engenhosos e maquiavélicos clientes, que nessas horas parecem saber tão mais que o advogado sobre seu trabalho, que chegam a passar a perna em um aprovado no Exame de Ordem!

Todo cuidado é pouco

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Não conheço o caso, e nem confio em nada do que foi decidido. Mas, a meu ver, esse parece ser mais um daqueles casos de clientes "espertinhos" que quando são demandados não querem de forma alguma arcar com honorários de advogado. Apresentado o valor passam a alegar que querem um profissional apenas "para dar uma olhadinha no processo", e quando a expropriação de bens chega jogam a culpa no profissional, alegando que contrataram advogado e o profissional "nada fez". Ao longo dos últimos anos fui procurado por dezenas de clientes com esse perfil, em regra empresários de fundo de quintal, que sobrevivem aplicando pequenos golpes. Não pagam credores, nem trabalhadores ou tributos, e quando a situação chega a um ponto crítico com demandas judiciais em fase de execução querem um advogado que trabalhe por muito pouco, e dê solução mágica para todos os problemas. O profissional da advocacia deve estar atento a tal tipo de golpistas, sempre fazendo um contrato muito bem elaborado delimitando o serviço, gravando em audio e video os atendimentos, e obrigando-os a sempre buscar atendimento junto ao escritório, evitando-se correspondências e emails. No cao de descumprimento das obrigações contratuais, não deve haver receio em renunciar ao patrocínio da causa, sob pena de uma enorme dor de cabeça no futuro, sempre tendo em mente que os juízes acolherão qualquer alegação de clientes, pois mais descabida que seja, na missão de atacar a advocacia de todas as formas possíveis.

Todo cuidado é pouco

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Não conheço o caso, e nem confio em nada do que foi decidido. Mas, a meu ver, esse parece ser mais um daqueles casos de clientes "espertinhos" que quando são demandados não querem de forma alguma arcar com honorários de advogado. Apresentado o valor passam a alegar que querem um profissional apenas "para dar uma olhadinha no processo", e quando a expropriação de bens chega jogam a culpa no profissional, alegando que contrataram advogado e o profissional "nada fez". Ao longo dos últimos anos fui procurado por dezenas de clientes com esse perfil, em regra empresários de fundo de quintal, que sobrevivem aplicando pequenos golpes. Não pagam credores, nem trabalhadores ou tributos, e quando a situação chega a um ponto crítico com demandas judiciais em fase de execução querem um advogado que trabalhe por muito pouco, e dê solução mágica para todos os problemas. O profissional da advocacia deve estar atento a tal tipo de golpistas, sempre fazendo um contrato muito bem elaborado delimitando o serviço, gravando em audio e video os atendimentos, e obrigando-os a sempre buscar atendimento junto ao escritório, evitando-se correspondências e e-mails. No cao de descumprimento das obrigações contratuais, não deve haver receio em renunciar ao patrocínio da causa, sob pena de uma enorme dor de cabeça no futuro, sempre tendo em mente que os juízes acolherão qualquer alegação de clientes, pois mais descabida que seja, na missão de atacar a advocacia de todas as formas possíveis.

Golpistas

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Não conheço o caso, e nem confio em nada do que foi decidido. Mas, a meu ver, esse parece ser mais um daqueles casos de clientes "espertinhos" que quando são demandados não querem de forma alguma arcar com honorários de advogado. Apresentado o valor passam a alegar que querem um profissional apenas "para dar uma olhadinha no processo", e quando a expropriação de bens chega jogam a culpa no profissional, alegando que contrataram advogado e o profissional "nada fez". Ao longo dos últimos anos fui procurado por dezenas de clientes com esse perfil, em regra empresários de fundo de quintal, que sobrevivem aplicando pequenos golpes. Não pagam credores, nem trabalhadores ou tributos, e quando a situação chega a um ponto crítico com demandas judiciais em fase de execução querem um advogado que trabalhe por muito pouco, e dê solução mágica para todos os problemas. O profissional da advocacia deve estar atento a tal tipo de golpistas, sempre fazendo um contrato muito bem elaborado delimitando o serviço, gravando em audio e video os atendimentos, e obrigando-os a sempre buscar atendimento junto ao escritório, evitando-se correspondências e e-mails. No cao de descumprimento das obrigações contratuais, não deve haver receio em renunciar ao patrocínio da causa, sob pena de uma enorme dor de cabeça no futuro, sempre tendo em mente que os juízes acolherão qualquer alegação de clientes, pois mais descabida que seja, na missão de atacar a advocacia de todas as formas possíveis.

Todo cuidado é pouco

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Não conheço o caso, e nem confio em nada do que foi decidido. Mas, a meu ver, esse parece ser mais um daqueles casos de clientes "espertinhos" que quando são demandados não querem de forma alguma arcar com honorários de advogado. Apresentado o valor passam a alegar que querem um profissional apenas "para dar uma olhadinha no processo", e quando a expropriação de bens chega jogam a culpa no profissional, alegando que contrataram advogado e o profissional "nada fez". Ao longo dos últimos anos fui procurado por dezenas de clientes com esse perfil, em regra empresários de fundo de quintal, que sobrevivem aplicando pequenos golpes. Não pagam credores, nem trabalhadores ou tributos, e quando a situação chega a um ponto crítico com demandas judiciais em fase de execução querem um advogado que trabalhe por muito pouco, e dê solução mágica para todos os problemas. O profissional da advocacia deve estar atento a tal tipo de golpistas, sempre fazendo um contrato muito bem elaborado delimitando o serviço, gravando em audio e video os atendimentos, e obrigando-os a sempre buscar atendimento junto ao escritório, evitando-se correspondências e e-mails. No cao de descumprimento das obrigações contratuais, não deve haver receio em renunciar ao patrocínio da causa, sob pena de uma enorme dor de cabeça no futuro, sempre tendo em mente que os juízes acolherão qualquer alegação de clientes, pois mais descabida que seja, na missão de atacar a advocacia de todas as formas possíveis.

Golpistas

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Não conheço o caso, e nem confio em nada do que foi decidido. Mas, a meu ver, esse parece ser mais um daqueles casos de clientes "espertinhos" que quando são demandados não querem de forma alguma arcar com honorários de advogado. Apresentado o valor passam a alegar que querem um profissional apenas "para dar uma olhadinha no processo", e quando a expropriação de bens chega jogam a culpa no profissional, alegando que contrataram advogado e o profissional "nada fez". Ao longo dos últimos anos fui procurado por dezenas de clientes com esse perfil, em regra empresários de fundo de quintal, que sobrevivem aplicando pequenos golpes. Não pagam credores, nem trabalhadores ou tributos, e quando a situação chega a um ponto crítico com demandas judiciais em fase de execução querem um advogado que trabalhe por muito pouco, e dê solução mágica para todos os problemas. O profissional da advocacia deve estar atento a tal tipo de golpistas, sempre fazendo um contrato muito bem elaborado delimitando o serviço, gravando em audio e video os atendimentos, e obrigando-os a sempre buscar atendimento junto ao escritório, evitando-se correspondências e e-mails. No cao de descumprimento das obrigações contratuais, não deve haver receio em renunciar ao patrocínio da causa, sob pena de uma enorme dor de cabeça no futuro, sempre tendo em mente que os juízes acolherão qualquer alegação de clientes, pois mais descabida que seja, na missão de atacar a advocacia de todas as formas possíveis.

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