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Comentários de leitores

5 comentários

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LeandroRoth (Oficial de Justiça)

Recursos criminais infinitos que permitem procrastinar ilimitadamente a execução da pena, blindagens e proteções contra penhora de todo tipo eximindo o devedor de pagar o que deve... Por que não fechamos logo o Judiciário e com o dinheiro dos seus bens e salários dos juízes compramos um porrete para cada cidadão resolver seus conflitos?

Pera Lá

Reginaldo Fernando Antonio Zaramella (Bancário)

Os articulistas e talvez alguns dos comentaristas aparentemente não vivenciam na pratica o sistema de "penhora on line", onde, basta a apresentação de titulo executivo e os valores são automaticamente bloqueados para depois permitir a defesa do pretenso devedor. E aí basta conhecer a sanha dos bancos e financeiras para reprovar este sistema de pressão. Não é necessário demonstrar a dívida, basta apresentar um título ou contrato. Talvez fosse o caso dos articulistas conhecerem a realidade da maioria do povo do país onde vivem. A imensa maioria não é "nó cego", e sim vítima da voracidade do sistema. Conheço cada absurdo!!!! Se o argumento de que essa alteração vai beneficiar o devedor contumaz (não é verdade porque NINGUÉM empresta ou vende duas vezes prá quem não paga), então afirmo que a inclusão dessa modalidade de arresto sem ouvir os argumentos de defesa do devedor foi um lobby de bancos e grandes empresas que possivelmente voces representam.
bjs

A especialidade da procrstinação

Juarez Araujo Pavão (Delegado de Polícia Federal)

No Brasil, Existem advogados que se mantêm na profissão, à custa de recursos processuais. A penhora on-line levou muitos desses profissionais, especialmente, da área cível e trabalhista, que advogam para devedores contumazes, à difíceis situações financeiras, pois a procrastinação de ações judiciais que servem para perpetuá-las através de sucessivos recursos protelatórios, abastecem financeiramente, as contas desses causídicos; razão pela qual, eles lutam incessantemente, para derrubar a penhora on-line. Apesar dessa pressão maléfica desses senhores aplicadores do direito, ainda há tempo, para que entidades sérias que defendem o interesse público se manifestem para derrubar essa imoralidade.

Interesse próprio

J. Henrique (Funcionário público)

Mas não é no Congresso que há vários políticos que têm dívidas de campanhas não pagas?
Tratam os brasileiros como crianças e muitos gostam de serem tratados assim.

Estamos nos tornando o país do coitadismo

Helio Telho (Procurador da República de 1ª. Instância)

O coitadismo, tão popular no âmbito penal, mostra suas garras na esfera cível.
O calote parece ter ferrenhos defensores no Congresso Nacional.
O que os coitadinhas parecem não ver é que quanto mais colher da chá se dá para a malandragem, para a esperteza e para o calote, mais atrasado o país fica.
O desenvolvimento social, cultural e econômico é incompatível com o coitadismo.

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