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Quadro reforçado

Iasp empossa Luis Felipe Salomão como associado honorário

O ministro do Superior Tribunal de Justiça Luis Felipe Salomão foi empossado, durante cerimônia nesta segunda-feira (9/12), como associado honorário do Instituto dos Advogados de São Paulo. A cerimônia ocorreu após Salomão participar de um debate sobre mediação e arbitragem na sede do Iasp, e diversos representantes do Judiciário e da advocacia acompanharam a posse.

Entre os presentes, estavam o professor Arnoldo Wald, responsável pela saudação à associação de Salomão, o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Marcus Vinícius Coêlho, Marcelo Nobre, ex-integrante do CNJ, a desembargadora Maria Cristina Zucchi, do TJ-SP, e Fábio Prieto, presidente eleito do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. Proponente do convite a Salomão, o presidente do Iasp, José Horário Ribeiro, comandou o evento. 

Durante o evento, foram lembrados os dez livros e dezenas de artigos de autoria de Salomão, onde o ministro aborda a eficiência do Judiciário e a segurança Jurídica.

Também compareceram os advogados Pierpaolo Bottini, Cristiano Zanin Martins, Marcelo Vieira da Costa, Roberto Teixeira, Lionel Zaclis, Caio Rocha e Paulo Henrique dos Santos Lucon, além do ministro aposentado do Superior Tribunal de Justiça Jorge Scartezzini e do jurista José Rogério Tucci. Discursando após a posse como associado honorário, Salomão afirmou que recebia a honraria “como uma homenagem à magistratura”, destacando que o magistrado “não é intangível”. Por fim, o ministro disse que levará “esse galardão para a magistratura e ao meu tribunal”.

Revista Consultor Jurídico, 10 de dezembro de 2013, 15h46

Comentários de leitores

1 comentário

serviços prestados

amigo de Voltaire (Advogado Autônomo - Civil)

O ministro homenageado é o relator das açoes que por analogia adotaram o prazo de 5 anos para as açoes civis publicas, adotando a lei das acoes populares , pondo fim a 99% das açoes dos poupadores nos planos econômicos. E também no prazo para intentar a açao de execuçao, igualmente para 5 anos , o que tornou prescritas uma serie de açoes no mesmo sentido. Ambas mudaram mansa e pacifica jurisprudência do STJ e favoreceram os bancos.

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