Consultor Jurídico

Notícias

Você leu 1 de 5 notícias liberadas no mês.
Faça seu CADASTRO GRATUITO e tenha acesso ilimitado.

Adeus a Madiba

Dilma, Barbosa e OAB lamentam morte de Nelson Mandela

O ex-presidente sul-africano Nelson Mandela morreu nesta quinta-feira (5/12), aos 95 anos de idade. Primeiro presidente negro da África do Sul (1994-1999), Mandela estava internado com infecção pulmonar em um hospital militar de Pretória. Ele ficou 27 anos preso, de 1962 a 1990, por se opor ao regime do apartheid.

A presidente Dilma Rousseff divulgou nota elogiando sua liderança, que “guiará todos aqueles que lutam pela justiça social e pela paz no mundo”. A presidente diz que Mandela é a “personalidade maior do século XX” e “conduziu com paixão e inteligência um dos mais importantes processos de emancipação do ser humano da história contemporânea — o fim do apartheid na África do Sul”.

Para o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, mais que símbolo de luta e resistência, Mandela é um símbolo de esperança. Em nota oficial em nome do Supremo, o ministro afirma que a morte do líder "torna o mundo mais pobre de referências de coragem, dignidade e obstinação na defesa das causas justas”. A vida do sul-africano, continua, “traduziu o sentido maior da existência humana”. “Seu nome permanecerá como sinônimo de esperança para todas as vítimas de injustiça em qualquer parte do mundo", afirmou o ministro.

O presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, também lamentou a morte do sul-africano disse que “o mundo perdeu um grande líder”. “Mandela formou-se advogado em 1943 e logo depois abriu o primeiro escritório de advocacia formado por negros na África do Sul. Foi na lida diária que se conscientizou do abismo que separava negros e brancos no país, o que o motivou a partir para a vida política”, diz a nota da entidade.

Revista Consultor Jurídico, 5 de dezembro de 2013, 22h22

Comentários de leitores

5 comentários

Mandela aqui não se criava com os petralhas !

hammer eduardo (Consultor)

A perda de uma figura com a expressão de Nelson Mandela não é um prejuizo que fica restrito as fronteiras da Africa do Sul mas se constitui numa tragedia a nivel mundial.
Infelizmente como o Brasil é DES-governado por uma corja de ladrões e demagogos que pegariam carona ate no funeral de Adolf Hitler se fosse possivel , certamente veremos a criação "as pressas" de um belissimo trem da alegria da fina flor da demagogia tupiniquim para comparecer ao funeral do grande Lider Africano , dilmão e o 9 dedos apedeuta são verdadeira pule de dez.
Curiosamente conforme ja foi muito bem mencionado anteriormente , somos SIM um Pais extremamente racista apesar do cinismo e do acobertamento tanto a nivel expontaneo quanto politico.
Esta verdadeira excrescencia chamada de "politica de cotas" cria na realidade e sem margem a duvidas uma odiosa politica de apartheid bananeiro pois neste caso apontamos o dedos para uma Pessoa de cor e decretamos a sua incompetencia e a "ajuda" do estado para que Voce possa ser alguma coisa na vida. Lembremos que o proprio apedeuta 9 dedos usou exatamente ESTE criterio quando cometeu ( para Ele , pra Nos foi lucro !!!) a maior burrice de sua vida que foi ter escolhido Joaquim Barbosa justamente pela sua cor e não pelo seu curriculum que tambem era maravilhoso , diferente de alguns menininhos de barba por fazer que JAMAIS foram juizes sequer de uma partida de futebol mas que arranjaram vaga no STF graças a historicas subserviencias aos proceres do PT. Eta paiszinho vagabundo esse nosso!

Insignificante

Prætor (Outros)

Esta questiúncula trazida por MAP nada tem a ver com a reportagem.

Lei não escritas

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Penso que não será necessária a "importação" mencionada pelo Prætor (Outros), pois a maior parte das leis vigente no Brasil são não escritas, aplicadas a partir de códigos pessoais de juízes. Veja-se por exemplo a questão do ingresso no Fórum da Justiça Federal em São José do Rio Preto, inclusive noticiada aqui: http://www.conjur.com.br/2013-out-21/advogados-questionam-controle-entrada-tribunal-justica-sao-paulo. Juízes e seus protegidos (servidores públicos em geral) entram por uma porta, advogados privados entram por outra, exatamente como ocorria no "apartheid" na África do Sul e no sul dos EUA até a década de 1960, quando brancos entravam por uma porte, negros por outra. E para afastar essas regras não escritas não é fácil. Veja-se que o caso foi submetido ao CNJ, como consta na notícia cujo link segue acima, que vem postergando o julgamento há quase um ano, temendo quais seriam as consequências quando uma lei não escrita vigente entre os juízes for afastada pela lei escrita e oficialmente vigente.

Ver todos comentários

Comentários encerrados em 13/12/2013.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.